terça-feira, julho 31, 2007

NAS MÃOS DE DEUS - Beijós

Posted by Picasa

No dia 31 de Julho de 2007, em Coimbra

Faleceu ALEXANDRE COELHO MARQUES, Coronel do Exército Português - Aposentado,
nascido a 24 de Julho de 1932.

O seu corpo encontra-se em Câmara Ardente na Igreja de Nossa Senhora de Lurdes, em Coimbra.

Amanhã, pelas 15, 00 h, vai ali ser celebrada Missa de Corpo Presente, em Sufrágio da Sua Alma, seguindo-se o Cortejo Fúnebre, directamente para o Cemitério Paroquial de Beijós, onde irá a sepultar, cerca das 17,30h.

» BEIJÓS-CINCO ALDEIAS, apresenta os mais sentidos pêsames à família enlutada.

PÓVOA DE LISBOA


« Póvoa de Lisboa, vista de Pardieiros.










Posted by Picasa




«Altar da Capela de Nossa Senhora do Carmo





A Póvoa de Lisboa é uma pequena aldeia,
da freguesia de Beijós.

Figura do "Cadastro do Reino" de 1527.

Situa-se no limite do concelho de Carregal do Sal, com o concelho de Nelas.
Fica a 12 Km da sede do concelho, Carregal do Sal e a 2 km da sede da freguesia.
É servida pela Estrada que Liga Beijós a Canas de Senhorim, cujos acessos formam um cruzamento, com a Estrada da Póvoa da Pégada/Laceiras, na direcção da sua vizinha Póvoa de Santo António.

O seu Orago é a Nossa Senhora do Carmo, cuja festa se celebra, na sua pequena capela, nesta localidade, a 18 de Junho.

segunda-feira, julho 30, 2007

RUGBY NACIONAL


Portugal está no Mundial

Estão de parabéns todos aqueles que se têm
empenhado em desenvolver esta modalidade desportiva no nosso País.












A Vila de Belas, no concelho de Sintra, tem-se esforçado para se ver representada.














































Posted by Picasa

sábado, julho 28, 2007

A DESEJADA VISITA DOS BLOGUES

« Nome FOFOKEIRA

Sexo Femininu
Signo astrológico Virgine
Interesses: Lisboa, Viseu, Beijós e pelo Mundo.
Sobre mim:
Sou uma personagem brincalhona, muito bem humorada.
Gosto muito de fofokices, mas procuro divulgá-las pela positiva.
Gosto muito de fazer as minhas investigações.
Faço pesquisas por todo o Mundo.
Tenho uma predilecção muito especial pela investigação cultural e procuro descobrir nem que sejam os piolhos na cabeça dos carecas.
Sou incapaz de dizer mal de quem quer que seja e condeno a má língua.
Deliro com as malandrices que divulgo.
Sou adepta do Didactismo.















FOFOKEIRA

Fofokeira,
Fofokeira,
Deixa a vida dos outros,
E cuida da tua;
Fofokeira.

Fofokeira,
Fofokeira,
Deixa a vida dos outros,
E cuida da tua;
Fofokeira.

Você é uma cobra,
Daquelas venenosas,
Se a gente coqueia,
Focê faz nossa cova.
Sua língua felina;
É pior que um facão,
Corta sem dó dos outros,
Só causa a confusão.

Fofokeira,
Fofokeira,
Deixa a vida dos outros,
E cuida da tua;
Fofokeira.

Fofokeira,
Fofokeira,
Deixa a vida dos outros,
E cuida da tua;
Fofokeira.

O antigo ditado,
Você deve aprender,
Olhe mais p'ro seu lado,
Deixe a gente viver,
Por se não qualquer dia;
Você vai apanhar,
Vê se toma vergonha,
Páre de sabutar.

Fofokeira,
Fofokeira,
Deixa a vida dos outros,
E cuida da tua;
Fofokeira.

Fofokeira,
Fofokeira,
Deixa a vida dos outros,
E cuida da tua;
Fofokeira.
______

Autor da letra e Música: Desconhecido
(By willoughby)

quarta-feira, julho 25, 2007

HINO DE BEIJÓS

HINO DE BEIJÓS

(2006)



ESTRIBILHO





Quem quer vir a Beijós comigo,

Contemplar um jardim em flor,

Onde há sempre um bom amigo,

Ambiente puro e acolhedor.





***




Quem quer vir a Beijós comigo,

Ver na minha Terra Natal,

Seus verdes campos de trigo,

Puras Águas e frôndeo pinhal.





I



É bom falar de Aldeia tão linda,

Não há no mundo Terra mais bela,

Em forte expansão ainda

O Dão, nobre vinho, é fruto dela.




II



Une – a as pontes sobre os seus rios,

Imensos prados, olivais sem fim,

Mesmo distantes todos os seus filhos,

Muito orgulhosos, vão cantando assim




ESTRIBILHO (...)





III




Aldeia Beirã, agrícola por tradição,

Com as ribeiras, por Cristo abençoada

Com o Padroeiro, Seu percursor S. João,

Fez deste lugar a Terra mais desejada.





IV




Seus camponeses, com vontade de vencer,

Não regateiam o esforço do lavrar,

Muito orgulhosos, defendem o seu Prazer,

De manter Beijós do concelho o Pomar.





ESTRIBILHO (...)






V



Pelos Romanos foi outrora cobiçada,

A Viriato serviu de berço por inteiro,

Com suas lutas foi por ele resgatada,

Com a astúcia de audaz guerreiro.





VI



Território por que se sacrificou,

Situado bem no coração da Beira,

Veio Sertório dissidente e ajudou

A expulsar o inimigo p’ra fronteira.




ESTRIBILHO (...)





VII




De Viriato herdou a gente a valentia,

Povo aguerrido é de si já tradição,

Determinado também faz disso galhardia,

Cioso e ousado esforça – se em união.





VIII




Nas lutas que travou na sua história

Pioneiros, o Vale da Loba e o Areal,

Os outros bairros com acção mais meritória,

Bailavam num ou noutro arraial.





ESTRIBILHO (...)





IX



Mas deste povo os feitos e as vitórias,

Nas sete colinas também se reflectiram,

Tantos escreveram páginas de glórias,

Enobrecendo aqueles que já partiram.





X



Os que legaram nos mais novos o ofício,

E o entusiasmo de continuar nesse roteiro,

Motivando - os a acolher sem sacrifício,

Para promover BEIJÓS no mundo inteiro.




ESTRIBILHO (...)



..................................................................................................

Ritmo = Marcha



***

Letra e Música > de Zacarias Pais do Amaral

terça-feira, julho 24, 2007

11 - ACULTURAÇÃO - O telefone

« O telefone

O telefone é uma maravilhosa invenção que nos permite comunicar com os nossos semelhantes a qualquer distância e em alguns segundos. Mas não devemos esquecer o nosso estatuto de pessoas bem educadas nesta automatização cada vez mais difundida.
Se, por vezes, julgamos as pessoas pelas suas maneiras, também o podemos fazer a partir do seu modo de responder ao telefone.

Admite-se que "Está?" é a resposta corrente ao telefone.

Dizer "Sim?", especialmente com uma voz enfadada, é uma grosseria que a pessoa que está do outro lado do fio possivelmente não merece.

Quanto à identificação, deveremos dá-la assim que recebemos a resposta à nossa ligação (ex. "daqui fala F...").

Para negócios, dar unicamente o número do telefone, "213..533000" por exemplo, presta-se a confusões e deve ser evitado.
É preferível responder: "Está?" e dar o nome da firma (Ex. "é da Rex... fala F....").

Se a chamada não é para a pessoa que responde, pode-se perguntar: " Quem fala, por favor?" ou: "Quem está ao telefone?"
Isto permite chamar a pessoa a quem é dirigido o telefonema: "João, o Sr. Gomes está ao telefone."
O que vai possibilitar que o João diga, ao pegar no aparelho: "Bom dia, Sr. Gomes; fala João da Costa, como está?"
Porque não devemos esquecer que o facto de nos identificarmos não dispensa o emprego de uma boa fórmula de saudação, ainda que muito breve, mesmo se o telefonema é só de negócios.

É de mau gosto não nos identificarmos imediatamente à pessoa que se chama ao telefone ("Joana... adivinha quem fala"), sobretudo se há já algum tempo que a não encontramos. Certas pessoas têm boa memória para as vozes, mas o telefone modifica frequentemente o seu timbre.
A conversa torna-se difícil, embaraçosa e muito constrangedora para a pessoa que recebe a chamada.
Um erro de identificação pode transformar um telefonema amigável em conflito.
Não vamos insistir na importância da identificação quando um homem que telefona a uma mulher, ou vice-versa, especialmente se a chamada é feita para casa e é o cônjuge de qualquer deles quem atende. Não o fazer seria o cúmulo da indelicadeza.

Talvez fosse bom recordar aqui aos jovens que é da mais elementar cortesia não monopolizar o telefone com o único pretexto de passar uma hora ou duas a conversar com os amigos.
Sabe-se que, nalguns países, certas famílias solucionaram este problema obtendo uma linha especial para os seus filhos, mas trata-se de uma minoria.
Um pouco de boa vontade de ambas as partes evitaria pequenos conflitos, que, com o tempo, se agravam e se transformam em graves problemas.

O jovens que se ocupam a fazer companhia a crianças (Baby-sitting) deverão também evitar a utilização do telefone em longas conversas quando estão em serviço numa família.
Os pais poderão ter necessidade de falar com urgência para casa e a comunicação só será possível com a ajuda da telefonista da companhia dos telefones, o que, muitas vezes, atrasa a comunicação, uma vez que aquela deverá verificar a identidade de quem pede a chamada e a urgência da mensagem.
Ainda em relação a este aspecto, recomenda-se aos jovens que tomem claramente nota das mensagens telefónicas recebidas durante a ausência dos pais e que não se esqueçam de as entregar aos seus destinatários.
De um modo geral, quem dá a conversa por terminada é a pessoa que fez a ligação, excepto se quem recebe a chamada é uma pessoa importante.
A conversa termina com breves expressões de saudação e ambos os interlocutores desligam o telefone.

Em geral, uma conversa telefónica deverá ser curta: dez minutos já se pode considerar uma duração excepcional. Não devemos esquecer que pode haver necessidade de comunicar uma mensagem urgente a qualquer dos utentes.
A conversa deve ser especialmente breve nas cabinas telefónicas públicas, principalmente se houver pessoas à espera para se servirem do aparelho.
Não é altura de contar todas as histórias da vizinhança nem de falar das dificuldades do custo de vida.
Uma conversa directa tem muito mais interesse que uma conversa telefónica para se falar desses assuntos. O melhor será combinar um encontro...

Quando se deve telefonar?
É espantoso o número de pessoas que escolhe a hora das refeições ou a hora do descanso.
Em regra é indelicado telefonar para alguém entre as oito horas da noite e as oito horas da manhã, para falar de bagatelas.
Só as chamadas de urgência ou de negócios poderão perturbar o serão familiar ou social de uma família.
É evidente que a pessoa que telefona a essas horas deve pedir desculpa pelo eventual incómodo que possa provocar.
A hora das refeições deveria ser sagrada. É muito indelicado incomodar uma pessoa nessa altura, excepto se se tratar ainda de um caso de extrema urgência.
Aconselhamos vivamente as pessoas que são contactadas a essas horas a responderem delicadamente: "Queira desculpar, mas estamos a jantar, telefone-me dentro de meia hora, se faz favor."
Repare que esta resposta não é de modo algum indelicada, mas significa que a pessoa que telefonou não foi delicada nem discreta e merece essa pequena lição.

Recusar-se a dizer o nome ao telefone, em especial se se tiver sido interrogado sobre ele, é uma falta de educação que merece que se desligue o telefone.

Nunca se deve deixar um interlocutor esperar do outro lado da linha para procurar obter a informação pedida, se um certo tempo for necessário para o conseguir. Deve-lhe ser sugerido que volte a telefonar.

Quando um incidente técnico interrompe uma conversa telefónica, quem deverá restabelecer a comunicação é a pessoa que fez a chamada, e não aquela a quem o telefonema era dirigido.

Se receber um telefonema quando está com visitas, diga gentilmente ao seu interlocutor que deverá ser breve, ou sugira-lhe que volte a telefonar noutra altura.
Não é delicado deixar que ele sinta, por meio de uma conversa mais rápida ou menos rigorosa, que você não está só. Não é necessário dar-lhe pormenores, mas deve dizer-lhe imediatamente que está na sua casa uma pessoa de fora.

Também é muito indelicado conversar com pessoas que estão na mesma sala enquanto se fala com alguém ao telefone.
Se a pessoa não vos interessa, é muito fácil fazer-lhe entender, delicadamente, que está ocupado, sugerindo-lhe que volte a telefonar.
Nunca esqueça que a estima, a indiferença ou a antipatia não condicionam a boa educação, mas tenha em conta que é a boa educação que deve controlar estes diferentes sentimentos de diversas maneiras, facilmente identificáveis: quente, morno e frio... e isto sem faltar às regras da boa educação.

Servir-se do telefone do vizinho ou do dono da casa onde se encontra exige uma atenção especial.
Se tiver de o fazer, a conversa deverá ser rápida e discreta.
É muito difícil, ainda que se tomem todas as precauções, não ouvir uma conversa que tem lugar a poucos passos de vós.
Esta situação poderá incomodar, não só o dono da casa, mas também o vosso interlocutor. Se se trata de uma chamada interurbana, é evidente que a despesa deverá ser paga sem qualquer demora.
"Depois mande-me a conta" é uma falta de educação.
Não podemos impor despesas pessoais às pessoas que nos recebem.

( By MFJ)

quinta-feira, julho 19, 2007

SABEREI VIVER















Saberei viver...


» Quando encontrar o meu lugar no mundo.
» Quando integrar os meus sentimentos em todas as outras coisas.
» Quando não for instável.
» Quando conseguir controlar o meu estado de espírito.
» Quando não depender tanto da expectativa dos outros.
» Quando os meus olhos estiverem concentrados em mim.
» Quando não me desesperar mais por causa do que ainda não tenho.














Saberei viver...

» Quando me plantar no chão com mais firmeza.
» Quando me sentir inteiro mesmo nos dias cinzentos e chuvosos.
» Quando não quiser mais morrer sempre que tiver que resolver uma situação difícil.














Saberei viver...
» Quando não ficar paralisada por tédio, impotência, insegurança e medo.














Saberei viver...

» Quando puder fazer uma boa separação entre mim e os outros.
» Quando perder o medo de ter medo e tiver a paciência de me submeter ao tempo.
» Quando não tiver pressa de alcançar o futuro e puder viver mais tranquila e menos tensa.
» Quando eu falhar sem ter a sensação de fracasso.
» Quando puder ver os meus ídolos à luz da realidade.














Saberei viver...

» Quando não ficar tão iludida a ponto de sofrer uma desilusão.
» Quando não me enraivecer com tanta frequência e puder tolerar melhor as coisas que não dão certo.
» Quando ficar "muito rica" não seja mais uma necessidade imperiosa para viver.














Saberei viver...
» Quando puder olhar-me ao espelho e ser mais condescendente.
» Quando não me achar tão bela.














Então...
» Ficarei em paz.
» Deixarei de me julgar com tanto rigor.
» Terei crescido.
» Serei dona de mim e das minhas coisas.














Saberei viver...
MAIS FELIZ.

(By LAURA)

2 - PARDIEIROS - Limite de 4 concelhos


««Pardieiros no limite dos concelhos de Carregal do Sal, Viseu, Nelas e Tondela.

««Marco que limita os concelhos de Viseu e Nelas do de Carregal do Sal.









«« Entrada Nordeste, que liga às aldeias vizinhas: Pedra Cavaleira, Póvoa Dão, Moreira e Santar.





















««Não possui faustosos monumentos, mas a natureza legou-lhe um deles muito invulgar, situado bem no centro do povoado, que as populações , orgulhosamente, preservam.
Este enorme penedo, além de servir de referência ao Parque das Moitas, também ampara as casas que o ladeiam às quais garante abrigo e faz parede.








«« Capela de Santo Antão, onde as populações veneram este seu Padroeiro.



















«« Interior da Capela, onde se pode admirar o seu bonito Altar-Mor.































































««Imagem do Menino Jesus



















««Trecho da Rua Miguel Bombarda, artéria principal que atravessa a Aldeia e liga à sede da freguesia, a que pertence, e à Vila do Concelho, Carregal do Sal.


































««Sede da ADRCP, sala de visita do povoado, que constitui motivo de enorme orgulho de todos os Pardieirenses, pela forma como se têm organizado para construir e melhorar as respectivas instalações, mercê de muito sacrifício e colaboração de todos. O seu recinto ao ar livre, também aqui permite realizar as suas festas anuais.





quarta-feira, julho 18, 2007

OBRAS PÚBLICAS - Póvoa da Pégada


A Rua do Calvário, na Póvoa da Pégada está para alcatroar, durante o ano de 2007.

Muito embora a Junta de Freguesia já tenha organizado alguns trabalhos de reposição de muros, é certo que haverá ainda muito a fazer nesta artéria, para que os respectivos moradores por ela servidos vejam, realmente, melhorados os acessos aos seus prédios.

Merecerá ser alargada em determinados pontos, para que se possam cruzar os veículos que nela circulem. Contudo, estamos certos de que os nossos Autarcas não deixarão de ter isso em consideração.

Que não se desvaneçam as boas vontades reveladas pelas populações e pelas Autarquias.

segunda-feira, julho 16, 2007

CAMPOS AGRÍCOLAS DE BEIJÓS

Céu de S. João 2007, em Beijós













Céu limpo,com pequenas nuvens e não estava muito quente




















Todavia, em determinado momento, parecia ameaçar chuva




Como é bom ver o verde dos campos, ainda cultivados, nos arredores da nossa Aldeia.