Encontro marcado para a área de Serviço de Alcochete, para tomar café e partir às 08,00h, rumo a Ponte de Sôr, onde teriamos que estar às 09,00h, pelo que não havia tempo a perder.
Havia forte animação, talvez motivada pela ansiedade em pensar que iam embarcar nas asas do vento.
O jovem pára-quedista, iniciado nas andanças de voar lá das alturas, apresentava-se animado e descontraído, como se fosse mesmo para uma festa rija.
Apesar de se terem apresentado três candidatos, a D. Olga, mulher de armas, não conseguiu ultrapassar os problemas psicológicos que surgiram à última hora. Então, decidiu voltar numa outra oportunidade, para outros voos, nestas andanças, porque, se bem se recordam, ela já não será primária.
Contudo, o Luís, já veterano nestas coisas, apesar de não ter conseguido convencer a D. Olga, não descurou o apoio ao Ricardo, grande estreante, que, descontraidamente, revelava forte ânimo, reflectido no seu rasgado e constante pepsodente.
O pequeno avião lá os levava, para os lançar na sua viagem vertical.
A expectativa era forte, para aqueles que se encontravam em terra, também ansiosos para observar as perícias daqueles viajantes.
Teriam que percorrer o mesmo caminho, por quatro vezes, mas, em dias de Inverno, a noite caiu mais cedo e só conseguiram executar três saltos. O outro ficará para uma nova oportunidade, que, segundo consta, não tardará.
Dia maravilhoso, passado naquelas terras, onde, por se aproximar o dia de S. Martinho, no final, já à luz da vela (:-D), foram servidas as respectivas castanhas, a água-pé e o caldo verde.


