segunda-feira, dezembro 01, 2008

DE BEIJÓS > A OEIRAS "OUTROS OLHARES"

"OUTROS OLHARES"
Decorreu entre os dias 15 e 30 de Novembro de 2008, nas instalações do Instituto de Apoio Social das Forças Armadas (IASFA) - Oeiras, a Exposição Colectiva de Pintura, sob a Orientação de Anabela Faia.





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Objectivo da Exposição
" A presente mostra é o resultado dos diversos percursos pedagógicos nas descobertas das identidades criativas, centrando-se em inúmeros aspectos temáticos de figuração realista. Este caminho, que foi iniciado na cópia de alguns mestres, termina num processo de criação individual e na livre expressão de cada um dos novos artistas. Assim, o grupo composto por diversas faixas etárias tem vindo a manifestar todo o empenho e capacidade artística que, naturalmente, resultam num estímulo pelo grato prazer de os acompanhar. (Anabela Faia - Artista Plástica) "
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BEIJÓS *CINCO ALDEIAS, que teve o privilégio de estar na inauguração desta exposição, convida todos os seus estimados Leitores para uma visita virtual guiada, "para ver, nesta mostra, através de Outros Olhares, a vibração de cada cor, o sentimento em cada traço, a verdade de cada artista".
(Organização a cargo de: Rosária Casquinha da Silva)
Os nossos Parabéns pelos excelentes trabalhos que apresentaram.

ANIVERSARIANTES - Beijós


Dia 01 de Dezembro de 1981.
Cheguei... e passei a respirar autonomamente.

BEIJÓS*CINCO ALDEIAS deseja a esta nossa conterrânea, Sofia Margarida Abrantes do Amaral, que a vida lhe proporcione as maiores venturas, mas que seja mais feliz neste seu aniversário. Que tenha muita saúde e que continue a festejar este dia por muitos anos.
Parabéns!

sábado, novembro 29, 2008

DIA 1 DE DEZEMBRO DE 1640 - Restauração da Independência de Portugal

»»»» No próximo dia 1 de Dezembro, em Portugal é feriado Nacional. Comemora-se a restauração da Independência.
»»»» Vejamos como os factos foram relatados na História de Portugal:-
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3.ª Dinastia - Filipina ou da casa de Austria ««««««««««««««««««
Reinado de: »»»»
Filipe III (IV de Espanha) - O Grande
(1621 - 1640)
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"Situação desesperada -
»»»»» Filipe III que a história cognominou de Grande, mas a quem os portugueses intitulam de Opressor, fez quanto pôde no sentido de acabar com as poucas regalias que nos ficaram. A sua política traduziu-se nisto: reduzir Portugal a uma simples província espanhola, e esse plano estava sendo executado pelo seu primeiro ministro, conde-duque de Olivares. Os portugueses eram obrigados a servir nas guerras em que a espanha andava envolvida com outras nações, os impostos continuavam a aumentar, a indústria e a agricultura foram desprezadas. Enfim: era a nossa completa ruína. ««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««

Perda de algumas possessões
»»»»» Para que a desgraça fosse completa, os holandeses, franceses e ingleses iam-nos desapossando da grande parte do domínio ultramarino. Assim perdíamos: no Brasil, Baía, Peranmbuco e Recife; na África, Arzila, Angola, S. Tomé e S. Jorge da Mina; e no Oriente, Ormuz, Mombaça e as Molucas, etc. «««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««

Revolta de Évora
(do Manuelinho)
»»»»»» Este estado de coisas ia preparando a revolta na alma dos portugueses. A tentativa mais importante manifestou-se em Évora (1637) e foi sufocada violentamente.
Todavia, a semente da revolução, então lançada por esse punhado de patriotas, havia de germinar dentro em breve. Portugal queria ser livre. «««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««

Revolução de 1640

»»»»»»» A Pátria já não podia suportar mais afrontas; a situação tornara-se insuportável. Mas chegava o momento ajustado.
Ao amanhecer do dia 1.º de Dezembro de 1640, quarenta fidalgos, chefiados pelo Dr. João Pinto Ribeiro, lançaram-se na redentora aventura. Penetraram no paço da Ribeira, onde vivia a vice-rainha, Duquesa de Mântua, e mataram o seu secretário - português traidor - Miguel de Vasconcelos. Ali mesmo proclamaram Rei de Portugal D. João, 8.º Duque de Bragança, com o nome de D. João IV. Estava ganha a revolução. Portugal tinha sacudido a dominação espanhola, que durara 60 anos, e restaurado a sua independência. Assim começou a 4.ª Dinastia, chamada de Bragança ou Brigantina. «««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««««

»»»»»»»»»»»» Observações - Os 40 fidalgos planearam a revolução de 1640 no palácio de D. Antão de Almada, onde se reuniam apoiados pelo Duque de Bragança. Além do Dr. João Pinto Ribeiro e de D. Antão de Almada, merecem referência mais os seguintes conjurados: Dr. Sanches de Baena, D. Miguel de Almeida, Pedro de Mendonça, Padre Nicolau da Maia, D. Telo de Meneses, D. Carlota de Noronha, etc.
Consta-se que D. Luisa de Gusmão, esposa do Duque de Bragança, quando este lhe controu o plano da revolução, aplaudiu-o, acrescentando : « Vale mais viver reinando do aue acabar servindo». " «««««««««««««««««««««

sexta-feira, novembro 28, 2008

DE BEIJÓS > À EXPOSIÇÃO INTERNACIONAL ZARAGOZA 2008

A Água 

»»»» Sob o tema «A água e o desenvolvimento sustentável», funcionou de 14 de Junho a 14 de Setembro, a Expo Zaragoza 2008, que contou com a presença de mais de 100 países, num evento que pretendia, para além da natural exultação do tema geral do evento, ser um pólo multicultural ao jeito daquilo que as exposições internacionais se propõem promover.

»»»» "Tudo o que reproduzimos requer água".
 

Um pequeno trecho da cidade de Zaragoza, onde avistamos as torres da Catedral da Senhora do Pilar.

Planta do Parque Expo, com o copo também símbolo da Expo...
A Torre da água, edifício principal da Expo.
BEIJÓS*CINCO ALDEIAS, que esteve na Expo 2008, vai desenvolver um trabalho relacionado com tudo o que observou.
»»»» Vamos procurar proporcionar uma mini-visita guiada a Zaragoza 2008, principalmente revelando algumas das coisas que os nossos olhos observaram.

quarta-feira, novembro 26, 2008

CANTARES DAS JANEIRAS - Beijós 2009

AS TRADIÇÕES DE BEIJÓS:
»»»» Os tempos vão correndo e será necessário dar algum incentivo e procurar melhorar a manutenção das tradições populares.
»»»» Em Beijós não se conhece um Cancioneiro escrito de versos populares. Os versos vão transitando, verbalmente, de geração em geração. Ainda que essas canções se mantenham vivas ao longo dos tempos, repetidas e ensaiadas, casual e espontaneamente, todos os anos, nas respectivas épocas, designadamente, pelas Janeiras (dias 1 e 6 de Janeiro), pelo Carnaval nas danças de roda, em Maio e Junho (durante a sacha dos milhos ou em outros trabalhos do campo, como o tratamento das vinhas, etc....), nas desfolhadas e durantes as vindímas, é certo que há todo interesse em escrever essas cantigas.
»»»» O Nosso Querido Amigo, Beijosense, conhecedor das tradicionais cantigas das Janeiras, procurando seguir a antiga rima e a forma como cada verso é dirigido às pessoas, criou o poema"Amor e Paz" que, a seguir reproduzimos, para dar nova vida aos usos e costumes da nossa Aldeia. Ele procurou também conjugá-lo, no sentido e na forma, com a quadra em que é cantado, realçando a ideia de maior humanismo e de mais fraternidade.
»»»» Como podemos observar, o Poema tem «Refrão I» e «Refrão II».
»»»» Cuidadosamente, também dividiu o Poema em duas partes.
»»»» A «I Parte», iniciando o canto com o « Refrão I», será cantada até que alguém da casa, a quem se destina a mensagem, venha atender.
»»»» A «II Parte», que se inicia igualmente com o «Refrão I», servirá para agradecer o atendimento e para a despedida.
»»»» O autor destes versos tem em mente a respectiva música que, oportunamente, irá divulgar.
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»»»» Para que possa ler com mais facilidade, clik sobre os versos que eles aproximam-se.

terça-feira, novembro 25, 2008

UMA MERENDA EM BEIJÓS

Uma merenda numa Lage em Beijós.
Só duas ou três pessoas da foto é que não eram da nossa Aldeia.
Onde se situa esta lage e quem seriam as pessoas do Grupo...

segunda-feira, novembro 24, 2008

VISITAS AO CANAL >> "OS CENTRAIS DE BEIJÓS"

Foi com grande alegria que verificámos que, de 24 de Abril a 18 de Novembro de 2008, as visitas ao Canal "OS CENTRAIS DE BEIJÓS" atingiram o seu ponto mais alto em Portugal, Inglaterra, França, Itália, Estados Unidos da América e Brasil, onde há fortes comunidades de Emigrantes Portugueses e de Luso-descendentes. **************
Todavia, salientamos que a sua maior popularidade é registada no Brasil.
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BEIJÓS*CINCO ALDEIAS agradece as visitas que aquele Canal recebeu e envia um Grande Abraço a todos os Portugueses, principalmente para os Emigrados naqueles Países, com um carinho muito especial, para os Beijosenses.

sexta-feira, novembro 21, 2008

DE BEIJÓS A OEIRAS - Na senda da História de Portugal

Dia 15 de Novembro de 2008, o sol já começava a esconder-se, ao fim da tarde, reflectindo somente nos telhados de alguns prédios de Oeiras. Esta vila maravilhosa com muitas e valiosas referências históricas, servia de miradouro, para contemplar o largo Tejo, onde navegava um lindíssimo barco branco, em direcção ao alto mar.
Cenários que se nos depararam no fim de tarde.
Quantas vezes, desta Terra que foi sua, Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras e, mais tarde, Marquês de Pombal terá observado esta bela paisagem, olhando o Rio?
Vejamos o que nos conta a história de Portugal:-
IV - Dinastia > de Bragança
25.º Rei de Portugal > 5º. da IV - Dinastia
" (...)
(1750 - 1776)
Marquês de Pombal
A D. João V sucedeu seu filho D. José I (1750-1776), que nomeou para seu primeiro ministro, a quem deu todos os poderes, Sebastião José de Carvalho e Melo, depois Conde de Oeiras, e, mais tarde, Marquês de Pombal.
Terremoto de 1755
No dia 1.º de Novembro de 1755, houve em Lisboa um violento tremor de terra, que destruiu grande parte da cidade e causou, em pouco mais de 6 minutos, 12.000 vítimas, aproximadamente, entre mortos e feridos.
Foi a partir deste momento que Sebastião de Carvalho começou a evidenciar a sua actividade e os seus predicados de estadista, pondo em execução rápida as medidas que entendeu mais aconselháveis para acudir à triste situação dos sobreviventes. Depois, mandou reconstruir a parte da cidade demolida pelo terremoto, sob um plano novo, da autoria do arquitecto Eugénio Santos.
Atentado contra D. José
Saindo o rei a passear de noite, em carruagem, foram contra ele disparados dois tiros de bacamarte que o feriram levemente num braço (1758).
O Marquês e Pombal, que vinha exercendo o supremo poder com dureza e despotismo, principalmente contra a nobreza, aproveitou aquele ensejo para culpar do atentado alguns dos fidalgos que mais sombra lhe faziam. Ao fim de poucos meses, e pelas razões expostas, eram barbaramente executados, em Belém, o Marquês e a Marquesa de Távora, e seus filhos Luis e José, o Conde de Atouguia, o Duque de Aveiro e mais quatro indivíduos da classe popular (1759).
Expulsão dos Jesuitas
Subjogada a nobreza, Sebastião José de Carvalho pensou então em livrar-se da Companhia de Jesus, de quem era declarado inimigo.
Aproveitando-se, pois, novamente, do atentado contra o rei, acusou os jesuitas de instigadores da conspiração, o que nunca pôde provar, e expulsou -os de Portugal, confiscando-lhes todos os haveres.
Reformas do Marquês de Pombal
O Marquês exerceu uma acção preponderante em todos os variados sectores da actividade nacional. São as seguintes as principais reformas do seu tempo:
Instrução - Fundou o Colégio dos Nobres e a Aula do Comércio; reformou-se a Universidade de Coimbra, criando-se as faculdades de Filosofia e de Matemática; instituiu-se a Imprensa Nacional de Lisboa; e criaram-se escolas primárias.
Agricultura, Comércio e Indústria - Desenvolveu-se a cultura dos cereais; criou-se a Companhia dos Vinhos do Alto Douro; abriram-se muitas estradas; fundou-se a Companhia do Grão-Pará e Maranhão; protegeram-se as indústrias das lãs, sedas, vidros, papel, etc., tendo sido construidas fábricas no Fundão, em Portalegre e na Covilhã.
Exército e Marinha - Reorganizou-se o exército, tendo vindo para tal efeito a Portugal o distinto oficial alemão Conde de Lipe; fortificaram-se algumas praças de guerra; e aumentou-se a frota guerreira e mercante com novas unidades, etc., etc.
Guerra com a Espanha e França
Em 1750 estalara a guerra dos sete anos entre a França e a Inglaterra. Aquela nação, invocando o chamado Pacto de Família, desejava o nosso concurso contra o poder naval da Grã-Bretanha. Portugal recusou-se com o fundamento de ser aliado da Inglaterra. Por tal motivo, tropas francesas e esoanholas invadem a província de Trás-os-Montes (1762).
Mas o exército português, organizado pelo Conde de Lipe e sob o seu comando, conseguiu expulsar do território nacional as tropas invasoras, até que, no ano seguinte, se assinou a paz pelo tratado de Paris.
Observação - Pacto de Família era um tratado estabelecido entre os monarcas da Europa, descendentes da família dos Bourbons, pelo qual todos se haviam de ligar na luta contra a Inglaterra.
Escravatua na Metrópole
No reinado de D. José I foi abolida a escravatura na Metrópole, e os Índios do Brasil foram tornados livres; também findou a distinção entre cristãos-novos e cristãos-velhos.
Estátua equestre
D. José I faleceu no dia 24 de Fevereiro de 1777. Ainda em sua vida foi levantada, no Terreiro do Paço, a sua estátua equestre, da autoria do célebre escultor português Joaquim Machado de Castro.
Demissão do Marquês
A D. José sucedeu sua filha D. Maria I (1776). Logo após a a morte do rei, o Marquês de Pombal pediu a demissão de ministro e de outros lugares, o que a rainha deferiu. Contra ele foi depois instaurado um processo, que veio a terminar pela sua condenação. Mas a rainha perdoou-lhe parte dos castigos, limitando-se a determinar que se ausentasse para local distante da corte vinte léguas. O Marquês partiu então para Pombal, onde viveu os últimos anos da sua vida. (...)"

terça-feira, novembro 18, 2008

ANIVERSARIANTES - Beijós

Amanhã, dia 19 de Novembro de 2008, o nosso Querido Amigo, ANTÓNIO FERNANDES PAIS, nascido em Beijós, a 19.11.1947, faz anos. >>>>>
Todavia podemos dizer que está a queimar as últimas horas dos 60. >>>>>
Até agora, sempre que lhe perguntavam a idade ele dizia 60 anos. >>>>>
A partir de amanhã e durante mais um ano, quando lhe perguntarem que idade tem, responderá 61 anos... >>>>>
Pois... estamos na roda, uns mais atrás, outros mais à frente, mas vão sempre contando para todos.
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BEIJÓS*CINCO ALDEIAS, hoje, como é evidente, não lhe vai cantar os parabéns. Mas vai desejar-lhe muita saúde para poder comemorar os 61 anos e para os poder continuar a contar. E, já agora, que todos nós viventes, também o possamos continuar a ajudar nessas contas.