terça-feira, fevereiro 24, 2009

BEIJÓS E A AGRICULTURA - Apanha de pepino

Se Beijós tivesse os campos que vemos nas imagens, talvez que ainda por ali viessem trabalhar máquinas idênticas a estas. 

Realmente a agricultura está cada vez mais facilitada, mas em Beijós as coisas têm que continuar a ser como outrora. 

Mesmo assim os Beijosenses não se poderão queixar muito, no Paraíso que têm. 
Substituiram:  os bois e os burros pelos tractores; os manguais para as malhas do centeiro, da cevada, do trigo e do milho, por debulhadoras; o Sacho por aspersores. Os motores de rega ficam a trabalhar, durante a noite e os donos vão dormir... Já não está muito mau. Mas, máquinas para apanhar pepino... não sei não! Vamos lá ver... quando!
É preciso inovar!











Isto é  >  Made in Bielo-Russia...

segunda-feira, fevereiro 23, 2009

ANIVERSÁRIO > Dois anos depois

HOJE 
É 
O
MEU
ANIVERSÁRIO



Faz hoje dois anos que BEIJÓS*CINCO ALDEIAS iniciou a sua emissão. 
Tem procurado brindar-nos com os mais variados temas, seguramente, com os melhores propósitos de agradar aos seus Estimados Visitantes. 
Estamos certos que irá continuar com o rumo que lhe foi traçado, tudo fazendo por melhorar a sua prestação perante todos os seus Leitores, principalmente para os Beijosenses espalhados pelo Mundo.

sexta-feira, fevereiro 20, 2009

BEIJÓS E O CARNAVAL ...


CARNAVAL DE OUTROS TEMPOS EM BEIJÓS


O Carnaval noutros tempos em Beijós foi sempre muito divertido. As pessoas vestiam-se a rigor com fatos especiais. Alguns homens/rapazes vestiam trajes de mulher.  Normalmente as senhoras ou as raparigas usavam saias compridas, até aos tornozelos e colocavam lenços com cores vivas na cabeça ou pelos ombros/costas. Nessa altura elas sabiam dar o seu retoque de baton nos lábios e um pouco de base avermelhada nas maçãs do rosto. 

Algumas pessoas, mais os homens ou os rapazes,  mascaravam-se, para não serem reconhecidos e, assim, poderem expandir as suas habilidades e fantasiar ilusões sem que, do resto da população, merecesse alguma censura.
 

Formavam-se grandes danças de "roda a cantar", em que toda a gente participava. Velhos e novos todos se deixavam envolver pela folia da época  e procuravam manter viva a tradição. 
Essas danças de roda que se formavam, principalmente,  no Vale da Loba (ao Calhau), e no Largo do Areal, em frente ao estabelecimento de Álvaro Peixeira Mendes. 


Era habitual ouvirem-se cantar:
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"Anda lá para diante, 
Que eu atrás de ti não vou, 
Não me pede o coração 
Amar a quem me deixou."
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" Lá vão fitas lá vão laços, 
Lá vão os homens ao meio, 
Lá vão fitas lá vão laços, 
Lá vão os homens ao meio,
Nos braços do meu amor
Agora é que me maneio, 
Agora é que me maneio, 
Maneio, maneio bem, 
Nos braços do meu amor
Brinco eu como ninguém."
(...)
 
»» E tantas outras cantigas que estamos empenhados em recolher, para, oportunamente, divulgar. 

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Porém, com o decorrer dos tempos, tudo isso se alterou com o aparecimento das aparelhagens sonoras, e as gravações das músicas do folclore Português que iam difundindo. 
Com a criação da Orquestra Recreativa "OS CENTRAIS DE BEIJÓS", no ano de 1959, tudo de alterou.
À semelhança com o Carnaval de Cabanas de Viriato, Beijós também formou a dança dos cus. Essa contradança, com uma valsa criada pelo então Mestre Jacinto, tocada pela Nossa Orquestra, trazia muita gente às Ruas da nossa Aldeia, para se divertirem, dançando ao ritmo da valsa. 
Como já o dissemos, foram tempos muito bons, em que Beijós se abriu mais ao Mundo e, principalmente, às populações das Aldeias vizinhas. O Povo tornou-se mais comunicativo e passou a conviver melhor com todos.  
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Os festejos carnavalescos em Cabanas de Viriato, com a singular dança dos cus, continuam a atrair muita gente de todo o País. 

Os seus programas carnavalescos são sempre organizados por forma a conseguirem abranger todas as idades. 
No Domingo Gordo, último Domingo antes do dia de Carnaval, organizam as festas das crianças das Escolas de todas as freguesias do concelho de Carregal do Sal. Este Desfile é sempre muito bem conseguido, perante a alegria e euforia dos mais  novos. 
Esperamos que, no ano de 2009, tudo seja igual ou melhor do que os anos anteriores. 
S. Pedro ditará um pouco estas folias, de acordo com o tempo que nos mandar. 
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UM TRAJE MUITO ESPECIAL DE CARNAVAL 


Falámos de Beijós e de Cabanas de Viriato, no Distrito de Viseu, mas há festas e desfiles um pouco por todo o País. 

Logo pela manhã, quando o nosso Querido Amigo Willoughby se propunha fazer a sua caminhada, na Quinta das Águas Livres, em Belas, ao chegar ao "Café com Leite",  foi surpreendido pela Princesa Diana, a quem pediu para posar para a fotografia.

 

Sem ver nisso qualquer maldade, apesar da animada cavaqueira, diga-se algo picante, com um grupo das suas admiradoras, ela não hesitou e, com toda a disponibilidade, colocou-se em local onde pudesse ser fotografada, sem grandes aparatos de pessoas ou de obstáculos. 
A Princesa que nos perdoe a frontalidade, mas temos que dizer o que nos vai na alma. Ela estava mesmo muito bonita. O seu belo fato despertava a atenção de qualquer Homem, naquela figura elegante, bonita e deveras arranjada.  
Não sabemos quem é, mas ela também se não mostrou preocupada em passar nesta página, quando nos disse:  "- não faz mal porque ninguém me conhece".  
Foi ela que nos despertou maior entusiasmo em falar do Carnaval Português. O Nosso sincero agradecimento, por nos ter inspirado.
Bem-Haja. 
Vamos procurar deixar cópia da mensagem no Café do Nosso Querido Amigo Jorge, onde, pelo menos as amigas, poderão recordá-la.  

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CARNAVAL DAS ESCOLAS EM BELAS



Porém, aquela Princesa também nos despertou para o desfile da Escola da Quinta da Fonteireira, na Vila de Belas, concelho de Sintra. 
Apesar de termos chegado atrasados, ainda conseguimos recolher imagens do encerramento do desfile daquela Escola, que percorreu as principais artérias da Vila. 
Apresentamos 65 fotografias que, melhor que as palavras, conseguem ilustrar quanta dedicação dos Pais e de todo o Grupo Docente daquele Estabelecimento de Ensino. 
Conseguiram colocar na Rua todas as crianças vestidas a rigor. 
Isto anima, porque as Escolas, actualmente, promovem estas iniciativas que, além de facilitarem a integração da juventude na Sociedade, mantêm vivas as tradições.
Temos que deixar os nossos mais sinceros parabéns a todos quantos se empenharam na organização deste evento e também a todos aqueles que colaboraram na realização do desfile e contribuíram para que ele decorresse sem incidentes. 


(Clik na Foto)

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

DE BEIJÓS > A BELAS - Especialidades Regionais > Fofos

A pacata Vila de Belas, no concelho de Sintra,  apresenta-nos a sua Sala de Visitas,  no Largo da República.  
Um belo Jardim que é também Parque de Diversões, onde se realizam os tradicionais Festejos Populares.



Passando este Parque, na Estrada Nacional 117, de Lisboa para Pêro Pinheiro, na Rua Dr. Malheiros, vamos encontrar um edifício já antigo, com um reclamo branco com letras azuis, que nos identifica a fábrica dos tão famosos «fofos de Belas».
 



Vindo da cidade de Agualva-Cacém, pela Idanha, encontramos o edifício logo de frente, depois de passar o Mercado Paroquial.

Desde há algum tempo que temos vindo a debruçar-nos sobre a divulgação desta especialidade regional de Belas.
Não tem sido fácil a nossa tarefa. 
Todavia, o Nosso Querido Amigo Bruno Leite, ao tomar conhecimento das nossas aspirações, amavelmente, cedeu-nos parte de um trabalho que realizou e que nos descreve no essencial estes bolos tão apreciados nesta região.


Vejamos o que ele nos diz:

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Fofos de Belas

 


História 

Há cerca de 200 anos, nasceram numa pequena localidade de Belas uns deliciosos bolos, os quais foram chamados Fartos de Belas. Apesar de ainda não terem uma grande projecção nacional e internacional como as queijadas, já são considerados um ex-libris e uma referência gastronómica de Belas e do concelho de Sintra. Fabricados inicialmente numa casa onde se confeccionava apenas pão saloio e marmelada, os então chamados Fartos de Belas nasceram por criação da mãe da actual proprietária D. Liberdade Fonseca, que se lembrou de acrescentar um creme ao pão-de-, cuja massa também passou a ser um pouco mais pesada, nascendo assim uns pequenos pães-de-, recheados de creme e polvilhados com açúcar. Este novo bolo era muito apreciado e procurado por abastadas famílias de Lisboa. Actualmente um Café, os Fofos de Belas continuam a ser fabricados sem qualquer segredo escondido, são confeccionados com ovos, farinha e leite para o creme. De seguida vão ao forno em pequenas formas, durante 30 minutos. Não foi só a receita que não sofreu qualquer modificação, como também o forno que ainda é o original. Um forno a lenha, com porta de ferro que faz lembrar os fornos dos palácios reais. Recentemente a casa voltou a  confeccionar a marmelada. O futuro dos Fofos actualmente está a cargo do filho da D. Liberdade. Os apreciadores deste bolo puderam então continuar a desfrutar do seu paladar.
Forno a Lenha 
Masseira

(By Bruno Leite) 
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Cumpre-nos salientar que os vasos para preparar os bolos, como outrora, são de cobre.
Vemos aqui uma singular máquina de preparar a massa para os bolos. 
Pelas dimensões do respectivo cabo, leva-nos a supor que, outrora, terá sido manobrada pelo pulso humano. 

sexta-feira, fevereiro 13, 2009

EMPREGO - DE BEIJÓS > A ANGOLA - Portugueses emigram à procura de trabalho neste País Africano

"Até para semear couves eu emigrava para Angola!"ImprimirE-mail
Fonte: Jornal de Notícias/ Fernando Basto   
Monday, 09 February 2009
Image« Portugueses partem em busca de trabalho e ordenados "chorudos". Os que já lá estão rejeitam a ideia de "Eldorado" e falam em trabalho árduo, mas compensador. E cada vez há mais quem queira partir.

"Eu nem que tenha que ir semear couves e batatas, prefiro ir para Angola do que ficar por cá. Sempre vou para um país mais quente. Além de ir ganhar o triplo, claro!". Ana Rodrigues já não acreditava que, com 49 anos de idade, iria encontrar emprego com tanta facilidade.

"Foi no Verão. Fui à Net e vi um anúncio a pedir escriturários para trabalhar numa empresa portuguesa em Luanda. Concorri e fui chamada no início de Janeiro", revelou, com um brilho no olhar.

O facto de ter nascido em Angola - apesar de ter nacionalidade portuguesa - foi uma vantagem. Para os empresários portugueses - que só podem contratar fora de Angola um terço dos seus trabalhadores - dar emprego a um trabalhador com nacionalidade angolana é uma vantagem: obtém vantagens fiscais e liberta mais uma vaga na sua quota de trabalhadores portugueses.

Ana trabalha como escriturária em Marco de Canaveses. Descontente com o parco ordenado de 750 euros, o que também ali a desespera é a falta de perspectivas de desenvolvimento profissional.
"Há uns dois anos que tenho sentido a necessidade de emigrar. Vou pelo salário, claro, pois vou ganhar 2300 euros, além do alojamento e refeições oferecidos pela empresa. Mas sentia necessidade de sair deste país para fora", confessou.

Ana tem uma outra vantagem: não tem "amarras", é solteira. O mesmo não pode dizer Paulo Pereira, 42 anos, segurança, residente em Castelo de Paiva. Quando o tema da conversa é emigrar para Angola, o seu rosto queda-se triste e apreensivo.

Sabe que no próximo dia 20 embarca rumo a Viana, uma pequena cidade da província de Luanda, onde vai trabalhar para uma empresa de segurança privada e... ganhar bastante mais do que os 800 euros mensais que agora leva para casa.

Por cá, ficam a mulher e as suas duas filhas, de 16 e 18 anos. "Eu aqui tenho a minha vida estável, mas penso muito no futuro das minhas filhas e do que lhes poderei dar. As saudades são a parte pior disto tudo", referiu.

Paulo Pereira conta "aguentar" por lá dois ou três anos. Tem receio das doenças e da insegurança que por lá possa encontrar. "Gostava de dar-me bem por lá e poder, mais tarde, levar a família comigo", consentiu.

Com ele, vai também Vítor Almeida, 36 anos, residente em Castelo de Paiva. Desempregado há já dois anos, depois de ter dado 10 anos da sua vida ao Exército, a oferta de trabalho para Angola foi a única que lhe surgiu depois de meses e meses à procura de algo.

"Vou com ânimo, pois sei que, finalmente, vou ter um emprego para trabalhar", afirmou, com satisfação. Lamenta que toda a dedicação que entregou à vida militar - participou em três missões de paz de seis meses na Bósnia - de nada lhe tenha valido. "Quando cheguei ao fim dos contratos, vim de lá com uma mão à frente e outra atrás", lastimou.

Deixa a mulher - também desempregada - e dois filhos, de 10 e 12 anos, em Castelo de Paiva para trabalhar em segurança privada.
"O meu patrão oferece uma determinada quantia mais se eu quiser levar a família comigo, mas para já prefiro ver primeiro se me vou adaptar ou não", revelou.
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Momento bom
 
Jorge Correia, 52 anos, está na cidade de Huambo (ex-Nova Lisboa) desde 2002. Em Portugal, deixou a família a tomar conta da empresa de materiais de construção que implementou em Oliveira do Bairro, há 12 anos.

"Quando começaram as dificuldades na construção civil e os negócios enfraqueceram, decidi vir para o Huambo, onde comprei uma empresa de construção civil e obras públicas", contou.

Jorge Correia confirma que este é um momento bom para investir em Angola. "Isto não é fácil, não é nenhuma árvore das patacas. Tenho avisado muitos portugueses de que é preciso saber trabalhar e, sobretudo, saber respeitar o povo daqui. Há quem venha ainda com um espírito colonialista e perca a noção da liberdade que este país tem. E isso é muito mau para quem quer vingar aqui", sublinhou.

A mesma ideia é partilhada por Rui Santos, um português radicado em Luanda desde 2002, onde criou uma empresa de consultadoria, que dá apoio à internacionalização de empresas.

"O empresário português não pode ver Angola como uma extensão de Portugal. É um mercado diferente, que exige uma abordagem diferente. E quem não percebe isto, enterra-se!", realçou.

Pela sua mão, mais de 60 empresas "nasceram" em Angola, na sua maioria de capitais portugueses. "Estamos num país que tem pela frente uma vasta obra de reconstrução nacional. Há obras por todo o lado e, por isso, há ainda mercado para muitas mais empresas", revelou.
"Temos clientes do Vale do Ave, do sector dos têxteis e calçado, que trouxeram para cá as máquinas e estão a safar-se lindamente! 
É que há aqui 18 milhões de pessoas para vestir e calçar", salientou.
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Faltam professores

Rui Santos realça como sectores ávidos de investimento os da saúde (material hospitalar e medicamentos), tecnologias da informação, marketing e publicidade, agricultura e pescas e formação. "Aqui há uma grande falta de professores de todas as áreas. Criar uma escola é ter alunos garantidos logo à partida", revelou.

Contudo, deixou um conselho: "Os portugueses que queiram investir aqui em Angola devem procurar apoio especializado e não virem com base em saudosismos e paternalismos, recorrendo a familiares e amigos", sustentou.

João Machado, 49 anos, angolano filho de portugueses e contabilista em Malange, admite ao JN que trabalhar naquele país "não é um mar de rosas". E esclarece: "Quem quiser trabalhar muito pode ter a certeza de que também vai ganhar muito. Agora, quem estiver habituado a trabalhar oito horinhas por dia e o resto é para descansar, pode estar certo de que aqui não vai ter futuro", deixou claro.

Essa mesma percepção do que é a vida laboral em terras angolanas tem António Pimentel, um engenheiro civil que, desde 2007, trocou Coimbra pelo Lobito, uma cidade da província de Benguela.

Na cidade do Mondego explorava uma empresa familiar de administração de condomínios. Apesar de os negócios correrem bem, as perspectivas de desenvolvimento eram escassas.
Em 2007 fez as malas, deixou para trás a mulher e dois filhos e foi exercer engenharia civil no Lobito. Hoje, dois anos depois, agora com a família ao seu lado, António Pimentel está a montar uma empresa de produtos médicos, já que a mulher está ligada ao sector da saúde.

"Angola é apelativa ao trabalho. Em Portugal as pessoas têm a ideia de que isto é o Eldorado, mas desenganem-se.
 Há muita concorrência, principalmente dos chineses e brasileiros que para cá vêm, e é preciso trabalhar muito", frisou.
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Vontade de partir

Sérgio Rodrigues, casado, 35 anos, residente em Coimbra, possui muita experiência na área da pintura e construção civil. Desempregado há um ano, tem tentado arranjar emprego em Angola, mas ainda nada conseguiu.

"Tenho um amigo que é pedreiro e ganha lá quatro mil euros por mês, quando aqui ganharia apenas uns mil euros", referiu. Vai continuar a tentar a sua sorte, pois "aqui em Portugal já não há mais condições de vida".

Também Telmo Figueiredo, 34 anos, casado, funcionário judicial em Aveiro, procura um lugar em serviços sociais ou jurídicos ou recursos humanos em Angola.

"Em Dezembro ofereceram-me uma viagem para ir visitar um familiar em Cabinda. Não fui pelas dificuldades que Angola criou. Até queriam que eu levasse 200 dólares por cada dia de estadia!", revelou. » 

quinta-feira, fevereiro 12, 2009

PENSAMENTOS DE 1867...

Há tantos anos que já se pensava no fim do capitalismo... e no percurso da sua decadência...

Nesta altura andará muita gente animada. Caiu o muro de Berlim, deu-se o desmoronamento da URSS, e a consequente decadência  do Comunismo, a Leste. Quantos desses povos que cederam, então, se colocaram na plateia a ver a evolução do capitalismo? 

Mesmo assim, os ventos que chegam daquelas bandas também não são muito animadores. Ainda que tenham menos problemas, é certo que a actual  crise mundial, perante as notícias que nos chegam, também os vai afectando.

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"PENSAMENTO ...EM 1867 !!

"Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado

By > Karl Marx >>>> in Das Kapital, 1867

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sexta-feira, fevereiro 06, 2009

BEIJÓS E SUA HISTÓRIA - II

No dia 22 de Janeiro de 2009, abordámos este tema para proporcionar aos nossos estimados leitores o debate sobre a História de Beijós e das suas gentes,  na esperança de que nos trouxessem algumas dicas sobre as figuras que este brasão apresenta.  
Então, divulgámos este outro brasão, cuja fotografia foi recolhida numa vila da Beira Baixa, encosta Sul da Serra da Estrela, convencidos de que haverá alguma relação entre os dois brasões. 

O primeiro Brasão, que podemos encontrar na esquina de um prédio em Beijós, na Rua de S. João, ostenta: 

> Correias;


> Castelos;

> Cabras; 
E.... > 

Parece-nos que estamos a prestar uma grande ajuda...
Continuamos esperançados de que os nossos estimados leitores agora consigam colaborar...

quarta-feira, fevereiro 04, 2009

OUTRA FORMA DE ENSINAR...

Grupo Nominal e Grupo Vebal

«««

Quase toda a frase é constituída por dois grupos fundamentais:

Grupo Nominal - GN

Grupo Verbal - GV

* O nome é a palavra principal do grupo nominal.

* O verbo é a palavra principal do grupo verbal.

O GN e o GV da frase têm, entre si, uma relação de concordância: se o GN é singular o GV também é singular; se o GN é plural o GV também é plural.

Normalmente, o GN escreve-se antes do GV.

in, http://www.sitiodosmiudos.pt/gramatica/default2.asp?url_area=A7

O sujeito e o predicado

Na frase, o grupo nominal (GN) indica quem pratica a acção e tem a função de sujeito.

Para encontrares o sujeito de uma oração, faz a pergunta:

Quem é que?... ou Que é que?...

O grupo verbal (GV) indica as acções praticadas pelo sujeito e tem a função de predicado.

Para encontrares o predicado da oração, pergunta:

Que faz? ou Como está?

Em algumas frases há um grupo de palavras que se pode escrever no início, no meio ou no fim das frases, sem lhes alterar o sentido. É o grupo móvel (GM).

in, http://www.sitiodosmiudos.pt/gramatica/default2.asp?url_area=A

segunda-feira, fevereiro 02, 2009

14 - ACULTURAÇÃO - O material de escrita

Apesar de evolução das novas tecnologias, o suporte de papel continua a ser um meio imprescindível.
Por isso não deverão ser postas de parte as boas práticas, no que respeita ao material de escrita.
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"Do mesmo modo que se julga à primeira vista uma pessoa segundo as suas maneiras, o seu andar e o seu vestuário, o aspecto material de uma carta indica muitas vezes a personalidade de quem a escreve. O branco, com todas as suas tonalidades, ainda é o papel por excelência, para a correspondência em geral. Para a correspondência íntima, as cores pastel são bem aceites entre as mulheres. Os papéis decorados com flores ou outros desenhos devem ser evitados, excepto se se tratar de notas pessoais ou de algum bilhete íntimo. Um monograma ou um endereço são os únicos enfeites justificáveis num papel de bom gosto.
O papel de carta nunca tem linhas.
A carta manuscrita é sempre correcta escrita a tinta, como é óbvio. Dever-se-á evitar a utilização de tinta colorida. O azul e o negro são as cores mais aconselháveis.
Para a família e os íntimos pode-se utilizar a máquina de escrever e para a correspondência ordinária, mas nunca para votos de felicidades, condolências ou circunstâncias com alguma solenidade.
À direita, em cima, escreve-se o local e a data, sem abreviaturas.
À esquerda, a fórmula de introdução, que para os íntimos ou para a família pode tomar a forma que se desejar a partir de «Meu caro», « Caríssimo» ou « Caro Amigo». Noutras circunstâncias escrever-se-á. «Caro Senhor» ou «Estimada Srª. D. Luísa», a que se segue uma vírgula.
pode iniciar-se a carta ao centro ou totalmente à esquerda. Isso é actualmente aceitável, tanto na correspondência pessoal como na comercial.
Evitar-se-á sublinhar palavras ou passagens, deixando ao leitor o cuidado de julgar a importância do assunto.
Numa folha simples escreve-se habitualmente numa só face da folha. Numa folha dupla utilizam-se as faces 1 e 3 numa carta com carácter de cerimónia. Se quisermos utilizar as quatro, deveremos fazê-lo na ordem 1, 2, 3, 4, e não 1, 3, 2, 4, como, infelizmente, é frequente fazer-se.
«Sinceramente» ou «cordialmente» podem terminar a carta e a assinatura deve ser completa, e não com iniciais. Uma mulher casada assinará: «Teresa Lemos Rodrigues», ou «Teresa Rodrigues».
Uma assinatura nunca deverá levar a indicação «Senhor», «Senhora», «Menina» seguida de nome. Para um homem, essa questão nem mesmo se põe.
Para uma mulher casada ou solteira, o título é posto entre parênteses, se se receia qualquer confusão. Tolera-se a abreviatura «Sr.ª» desde que seja seguida do nome do marido, e não do nome próprio da mulher casada.
Um homem nunca assina exclusivamente o seu nome de família, ainda que seja um magnate. Assinará «Paulo Rodrigues» e, no caso de possuir dois nomes próprios, pode utilizar a inicial do segundo.
Na correspondência social, o endereço do sobrescrito pode ser escrito em chanfradura ou em bloco.
Exemplo:

Ex.mo Sr. Paulo Rodrigues
>>>Av. da Liberdade, 20
>>>>> 1000 Lisboa

ou

Ex.mo Sr.
Paulo Rodrigues
Av. da Liberdade, 20
1000 Lisboa

É aconselhável mencionar o código postal, se o conhecermos.
Os selos colocam-se à direita e em cima e, se houver mais de um, uns a seguir aos outros na horizontal, e não na vertical. Evitar-se-á utilizar «a linguagem dos selos» colocando-os em sítios imprevistos. Isso é de um gosto duvidoso e pode embaraçar o destinatário.
Notemos que qualquer pessoa que atente contra o segredo da correspondência se torna culpada não só de indiscrição grave, mas também de um crime que cai sobre a alçada da lei. Evidentemente que, se a carta já tiver sido aberta pelo destinatário, não há qualquer lei aplicável, mas, neste caso, a ofensa constitui um grosseiro abuso de confiança.
Nunca se enviam cartas anónimas nem as mesmas se devem ter em conta.
Deve-se deixar passar, pelo menos, vinte e quatro horas antes de escrever uma carta insultuosa ou ameaçadora. Pode acontecer que, após esse lapso de tempo, a cólera se tenha atenuado e se opte por uma carta cujo envio não seja posteriormente objecto de arrependimento.
São de evitar a enumeração de doenças e a sua evolução, as más notícias, as gracinhas das crianças, a menos que a carta se destino a parentes próximos. Saibamos escrever uma carta cuja publicação num jornal ou cuja leitura por uma terceira pessoa não seja susceptível de nos causar embaraço. "
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By MFT

sexta-feira, janeiro 30, 2009

ANIVERSARIANTES - Beijós

PARABÉNS
                              PELO 
                                            TEU 
                                                      ANIVERSÁRIO!  »»»»


Hoje,  é dia de festa, pelos 68 anos, da Nossa Querida Amiga GUILHERMINA PAIS DO AMARAL, nascida a 30 de Janeiro de 1941. 



BEIJÓS*CINCO ALDEIAS envia-lhe os sinceros parabéns, com votos de que continue a comemorar esta data, durante muitos anos, em convívio com todos os seus familiares,  gozando de boa saúde e das maiores felicidades. 

ASCENDÊNCIA
Esta Nossa Conterrânea é filha de Messias Coelho do Amaral e de Júlia Pais
Neta Paterna de Zacarias Coelho do Amaral e de Maria da Piedade
Neta Materna de João Pais Bernardo e de Maria da Natividade Peixeira.  
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  Para animar este dia, apresentamos uma Tuna especial...

quinta-feira, janeiro 29, 2009

DE BEIJÓS > PARA O PÚBLICO PORTUGUÊS - Mais uma forma de extorquir os €€

A DECO PRO-TESTE RECOMENDA

"Comissões bancárias: Netpay do BPN tem custos

Comissões bancárias: Netpay do BPN tem custos

Não levante dinheiro nos terminais do Banco Português de Negócios, se tem um cartão de débito com dupla função. Fica sujeito a comissões.

Ao levantar dinheiro nos terminais de algumas agências daquele banco, arrisca-se a pagar. Como as máquinas não pertencem à rede Multibanco, da SIBS, mas à rede Netpay, o movimento é considerado um adiantamento de dinheiro (cash-advance) e cobrada uma comissão pelo emissor. Regra geral, 3,33% sobre o valor transaccionado, acrescido de 1,50 a 2,50 euros. Por exemplo, um levantamento de € 100 pode custar até 5,83 euros.

Se o seu cartão de débito permite movimentos a crédito, evite usá-lo nos terminais daquele banco para levantar dinheiro.

Contactado pela DECO PROTESTE, o Banco Português de Negócios garantiu que vai reforçar a identificação das caixas Netpay e o alerta para as comissões.

Última actualização em Outubro de 2008"

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QUEM NOS ACODE?...

quarta-feira, janeiro 28, 2009

DE BEIJÓS > AOS AÇORES - Turismo

Os Açores marcaram presença na feira Internacional de Lisboa - FIL, de 21 a 25 de Janeiro de 2009, para promover o Turismo da Região. 
Para sensibilizarem também os Lisboetas, colocaram algumas vacas na Praça de Espanha



segunda-feira, janeiro 26, 2009

DE BEIJÓS > AO CACÉM - Tradições > Cantares das Janeiras II

No dia 25 de Janeiro de 2009, último domingo do mês, também foi o último dia de janeiras na Paróquia do Cacém. 
Para que conste, propusemo-nos a revelar as últimas imagens, recolhidas neste dia, com o Grupo Coral "Os Rouxinóis", dignamente orientado pela sua Mestrina "Ana Isabel".  


















Sempre valeu a pena insistir.
Tiveram que cantar as janeiras, durante três Domingos, mas conseguiram convencer o Reverendo Padre Rocha, que, para encerrar estas actuações,  lá mandou as respectivas e merecidas Janeiras.

 
Vejamos como foi maravilhoso...
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BEIJÓS*CINCO ALDEIAS presenciou o brilho nos olhos de todos quantos se envolveram nesta iniciativa, mas principalmente nos daquelas crianças, quando o Senhor Padre se abeirou do Grupo e proporcionou a distribuição dos chocolates. 
Muito Bonito. 
Gestos que perdurarão na memória de muitas daquelas crianças. 
Parabéns!