quarta-feira, maio 13, 2009

BEIJÓS E OS COROS BANCÁRIOS - Páscoa 2009 > na Igreja de S. Domingos - Lisboa

CONCERTO DE PÁSCOA

Coros Bancários

Dia 22 de Abril de 2009, na Igreja de São Domingos, em Lisboa. 


Chegados ao Largo de S. Domingos - Lisboa, não pudemos passar indiferentes ao monumento que, em 2006, ali foi colocado em Memória dos Milhares de Judeus Vítimas da intolerância e do fanatismo... 

Depois, encaminhando-nos para...
 
... a Igreja de São Domingos, para o
 
... ali assistimos à actuação dos seguintes Coros:

» Grupo Desportivo Cultural do BPI;
» Grupo Coral dos Serviços Sociais da CGD;
» Coro do Clube Millennium BCP; 
» Grupo Coral Santander Totta.  

... que interpretaram o seguinte


Vemos o interior da Maravilhosa Igreja, cuja História nos vem relatada aqui

»»» Se nos acompanharem por aqui, poderão ver um álbum completo de imagens religiosas que o Santuário ostenta e as das actuações dos Coros. 

Tudo muito bonito. 

Valeu a pena. 

Os nossos sinceros Parabéns aos referidos Coros, por mais esta Brilhante actuação. 

terça-feira, maio 12, 2009

PLACA QUE INDICAVA O TRAJECTO PARA CANAS DE SENHORIM

De Beijós para Canas de Senhorim o melhor trajecto, via Póvoa de Santo António,  será pela Rua Afonso Costa, aliás, como as placas que se encontram na E.N. 337 indicam. 
Até há alguns anos não tinha nada que enganar. 
Todavia, com o alargamento e pavimentação da Estrada da Lampaça/Brejo, as coisas complicaram-se. 
Muitos automobilistas menos experimentados naquele percurso,  sobem a Rua Afonso Costa e seguem sempre em frente, pela Estrada da Lampaça e só dão conta que estão enganados quando termina o alcatrão, já no Brejo. 
Apresentámos pessoalmente o problema ao Senhor Presidente da Junta de Freguesia. Posteriormente apareceu uma placa metálica, onde foi manuscrito CANAS DE SENHORIM  ->
Essa placa foi colocada junto deste Poste da iluminação pública, como a seta indica.

 
Contudo, como a sinalização de trânsito deverá estar sempre à direita da faixa de rodagem, tomámos a liberdade de a colocar junto do muro do Sr. Carvalho, conforme vem indicado na 2ª. fotografia.  



Neste local era bem visível por qualquer automobilista.
Porém, agora pela Páscoa de 2009, constatámos que a placa tinha desaparecido. 
Não sabemos o que terá acontecido e desejamos que ela tenha sido retirada para ser pintada e gravada convenientemente, apesar de soarem por lá uns rumores sobre um ferro velho... 
capaz de a ter arrumado.
Entretanto, enquanto não houver placa naquele local continuamos a assistir a que muitos automobilistas vão ao Brejo sem querer.
Por isso é urgente que a sinalização seja corrigida. 

segunda-feira, maio 11, 2009

DE BEIJÓS > A VILAMOURA - A Presença dos Romanos

VILAMOURA  » "NOS CAMINHOS DO ALGARVE ROMANO"


»»»» Beijós também foi uma das Aldeias Portuguesas ocupadas pelos Romanos. Todavia, ainda que eles nos tenham legado algum património arqueológico, nada de relevante, comparativamente com o que temos observado em muitas outras localidades de Portugal.



Desta vez fomos encontrar uma ESTAÇÃO ARQUEOLÓGICA em Vilamoura - Algarve, que nos deixou maravilhados com o que pudemos observar.
Porém, antes de prosseguir na descrição desse património,  para melhor compreendermos a passagem dos Romanos pelo território Português, afigura-se-nos salutar recordar um pouco dessa parte da história.
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HISTÓRIA


ROMANOS:
"Foram os fundadores da cidade de Roma, capital da Itália.
Muito civilizados, eram ao mesmo tempo muito ambiciosos.
Invadiram a Península Hispânica.
Empenharam-se logo numa guerra de morte contra os cartagineses, guerra que só terminou com a derrota destes a e destruição de Cartago (antiga cidade africana que ficava numa península, perto da qual se encontra hoje a cidade da Túnis).
Esta guerra durou muitos anos, porque outros povos resistiram, com heroísmo, aos invasores romanos.
Entre os naturais que mais se salientaram nessa resistência contam-se  os Lusitanos, 
comandados por Viriato(1),  pastor dos montes Hermínios (Serra da Estrela). 
Diz a tradição que não podendo os romanos, pela força das armas, vencer Viriato, o mandaram matar à traição. 
Apesar de um tanto desorganizados com a falta de Viriato, os lusitanos continuaram ainda a resistência, comandados por Sertório, outro chefe destemido, que tinha sido expulso de Roma e veio juntar-se aos lusitanos na guerra contra os intrusos; porém, passado algum tempo, era Sertório igualmente morto à traição, quando assistia a um banquete.
Só então é que os invasores romanos puderam instalar-se na Península Ibérica e dominá-la em absoluto durante longos anos.

Benefícios trazidos pelos Romanos para a Península Ibérica:

> Abriram muitas estradas;
> Construíram pontes;
> Construíram monumentos artísticos e sumptuosos templos;
> Fundaram algumas povoações;
> Desenvolveram várias indústrias;
> Criaram os antigos municípios que, com o decorrer dos tempos, se transformaram nas modernas Câmaras Municipais, 
> Etc."


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CONQUISTA DA PENÍNSULA IBÉRICA:


A conquista romana começou entre 218 A.C.,  com a captura das possessões cartaginesas no Sul e com o fim do último foco de resistência a Nordeste, e 19 A.C.
Em 209 A.C. com o declínio do exército de Aníbal, em Itália, inicia-se a grande conquista Romana da Península Ibérica. Então, Roma anexou a Península e dividiu-a em duas províncias:
> Hispânia Citerior;
> Hispânia Ulterior.
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AS LUTAS COM VIRIATO:


De 143 a 139 A.C., Viriato (1)  e os Lusitanos lutaram contra as Legiões Romanas.
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Em 27 A.C. os romanos conseguiram pacificar definitivamente a Península.
Então, dividiram-na em três províncias:

* Lusitânia (a Oeste);
* Baética (a Sul);
* Tarracones (a Leste e a Norte).

A presença romana na Hispânia durou SETE séculos com as fronteiras básicas da Península em relação aos outros países europeus estavam moldadas.
Contudo, os romanos além da administração territorial, deixaram-nos:
> A legalidade social e cultural como a família;
> A língua;
> A Religião;
> A lei e o governo municipal.

O Sul da Península começou a ser romanizado com uma rede de estradas ligando as cidades e atravessando os maiores rios.
As cidades Ibéricas começaram a ser urbanizadas ao estilo romano.

FIM DO IMPÉRIO ROMANO NA PENÍNSULA IBÉRICA

Entre 568 e 586 D.C., surgiram os Visigodos, comandados por Teodorico. Conseguiram dominar toda a Península Ibérica e, em pouco mais de século e meio,  implantaram a Monarquia Visigótica, com capital em Toledo.
O rei Visigodo Leovigildoentão, expulsa os funcionários imperiais e tenta unificar a Península. Foi o fim do Império Romano na Península
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OS VESTÍGIOS ROMANOS ENCONTRADOS EM PORTUGAL

A presença dos Romanos em Portugal é bem notória.
Um pouco por todo o País,  eles deixaram vestígios da sua passagem.
Pela  apreciação que podemos fazer desses vestígios, concluímos que era um povo deveras evoluído, para a época.

VESTÍGIOS EM VILAMOURA 


Não há dúvida que surpreendem-nos os vestígios deixados pelos romanos.
Na nossa passagem por Vilamoura - Algarve - Portugal, fomos visitar as ruinas de uma Vila Romana, cujos vestígios ainda não estão completamente descobertos, porquanto ainda prosseguem as respectivas escavações.
Impressionou-nos tudo o que conseguimos ver no "CERRO DA VILA",  e que difundimos por fotografia:




Pudemos observar os minúsculos azulejos com que ladrilhavam o chão.

Lagareta onde faziam o vinho.


As cisternas e os poços, de onde retiravam a água para o seu consumo diário.

Tanques onde aqueciam as águas para aquecimento das casas.

Estruturas por onde passavam as águas quentes e os vapores para aqueciomento das casas e para as saunas.
 

Canais por onde passavam as águas quentes.

Canais para a passagem das águas.

Tanques para tinturaria ou para outras indústrias .

Tanque de águas frias ou tépidas.

Depósitos para salga de peixe.

 Locais onde depositavam as cinzas dos seus mortos.


O local onde guardavam as cinzas dos seus mortos, sepultados no mesmo espaço da Vila.
Vasos idênticos aos usados para depositar as cinzas dos mortos.


Imagens dos peixes  e moluscos de onde eram extraídas tintas para tingir tecidos.
 
Colecção de moedas metálicas, usadas nas transacções comerciais.

Trajes...

Achados arqueológicos.


Réplica de ânfora usada na exportação de peixe salgado.
Podemos ver aqui o album completo de fotos.
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Aculturação:
> Ossonoba = Faro
> Bias do Sul = Fuzeta
> Pax Julia = Beja
> Olisipo = Lisboa
> Balsa = Luz de Tavira
> Lacobriga = Lagos

sexta-feira, maio 08, 2009

BEIJÓS E AS SUAS ALMINHAS


O REGRESSO DAS ALMINHAS AO SOBREIRO

Confessamos que tivemos alguma preocupação. 
Gostamos de fotografar tudo aquilo que revele cultura, tradições e, sobretudo, o património que os nossos antepassados nos legaram.
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HISTÓRIA
Um pouco por toda a parte, principalmente na área da freguesia de Beijós,  encontramos pedras, algumas bastante trabalhadas, diga-se, mesmo bonitas, colocadas em local de destaque, em muros sobranceiros às vias públicas. 
Por vezes nalguns cruzamentos de caminhos ou de ruas.
Não sabemos o seu verdadeiro significado, muito embora tenhamos ouvido alguns relatos de pessoas da nossa Aldeia. 
Todavia, temos que aceitar que, pelo nome que lhes atribuíram e pela crença do nosso povo,  tudo leva a crer que houvera a intenção de lembrar aos viandantes que tinham antepassados e que as Almas deles tinham necessidade de ser sufragadas.
Por isso, essas Alminhas constituiam como que um apelo a rezar pelas Almas dos que já partiram. 
Com um misto de real e/ou de lenda, é certo que as pessoas ao passarem naqueles lugares, olhavam às pedras das Alminhas e sempre havia um gesto, uma vénia.
Muitos homens, nossos concidadãos, se usavam chapéu destapavam a cabeça ao avistarem as Alminhas, colocando de novo o boné depois de passarem naquele local, como sinal de respeito.  
Agora muitas dessas posturas estão ultrapassadas, porquanto a juventude vai deixando que determinados hábitos se percam. 
Contudo, em muitos locais, as Alminhas continuam lá, e, ainda que não tenham outra utilidade, servem para retratar as crenças e são uma revelação do nosso património cultural.  
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Temos percorrido algumas ruas e caminhos da nossa freguesia e sempre vamos colhendo as imagens dessas Alminhas. 
Quase que sabemos de cor onde cada uma se encontra. 

Há cerca de um ano, passámos pelo Sobreiro (encosta Sul de Beijós, a meio do caminho no percurso pedonal para a Póvoa da Pégada - entre o Picoto e o Milreo, vulgo Mil rego) e fotografámos umas Alminhas que se encontravam sobre o muro de pinhal das famílias "Tavares". 
No Verão de 2008, passando novamente por aquele local, reparámos que as Alminhas tinham desaparecido. 
Quando houve oportunidade, pessoalmente, falámos disso ao Senhor Presidente da Junta de Freguesia de Beijós, uma vez que alguém nos tinha comentado "... saber onde se encontravam umas alminhas muito bonitas e que gostava de as possuir...", aumentaram as nossas preocupações.  
A resposta de que "... estão guardadas, mas irão ser lá colocadas oportunamente..." tranquilizou-nos. 
Finalmente, pela Páscoa de 2009, nas nossas caminhadas, pudemos verificar que a Pedra das Alminhas já foi reposta no seu devido lugar. Agora até foi assente com cimento. 
Gostámos da postura do Senhor Presidente da Junta de Freguesia
Estamos certos de que, como nós, também ele se preocupa em preservar o Património Beijosense
Parabéns!

O Nosso Bem Haja.  
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»»»»» Podemos ver aqui a História divulgada por outras fontes. 
»»»»» E esta Maravilha com versos!
»»»»» Vamos a outras visitas.

quinta-feira, maio 07, 2009

DE BEIJÓS > A VILAMOURA - Ao encontro do Sol Algarvio

Num fim de semana alargado, de 01 a 03 de Maio de 2009, deu para irmos ao encontro do Sol.
Fomos esperá-lo a Vilamoura - Algarve - Portugal.
Supomos que será a melhor porta de entrada do Sol para Portugal Continental, vindo do Norte de África.
Ainda que não tenhamos sido muito bem sucedidos, mas, para a época, valeu a pena.
Mudámos de ares e recuperámos energias para uma nova etapa.

Também valeu pelo convívio com alguns amigos, que, como nós, se deslocaram para desfrutar de tudo o que o Algarve tem de bom.

Sempre que nos deslocamos, connosco vai a objectiva da nossa máquina fotográfica, para registarmos os melhores momentos e as mais bonitas paisagens.
Aqui pudemos registar muitas coisas, muitas surpresas que iremos divulgar por fases.
Em Vilamoura fomos descobrir as Ruínas Romanas, cujas imagens, dentro de alguns dias, iremos divulgar, pelo interesse que nos despertaram numa abordagem sobre a evolução dos Povos.

Aqui apresentamos um aspecto da respectiva Marina, com uma unidade hoteleira em pano de fundo.


Mas despertou-nos a curiosidade o nome de ARTHUR CUPERTINO DE MIRANDA.

Vimos a sua estátua erigida numa Rotunda, à entrada de Vilamoura, na Estrada Nacional 125.
Porquê? Quisemos aprofundar.

Consta a inscrição de que este Cidadão foi o fundador de Vilamoura, no concelho de Quarteira.
Nas nossas pesquisas apurámos que "Cupertino de Miranda" foi um Banqueiro.

Foi ele o fundador do "Banco Português do Atlântico"(instituição absorvida pelo Milénio BCP), logo concluímos que terá feito forte investimento financeiro nesta zona de Portugal.

Fomentou a promoção do Turismo em Vilamoura, com a criação de infraestruturas como a respectiva Marina, Casino... etc.

Por tal motivo, sendo um cidadão que nasceu no Norte de Portugal Continental, dada a sua ligação ao sector financeiro e a actividade que aqui desenvolveu, tornaram-no merecedor do destaque que Vilamoura lhe promoveu...


...Numa Praça com o seu nome.

As Cinco Torres vistas ao longe, à medida que nos aproximamos da Vila.


Uns habitantes muito especiais, que aproveitaram as alturas para se instalarem, podendo desfrutar de uma singular paisagem, estamos em crer.





Fomos ali encontrar o "7 - Sete Café"...

... que nos arrasta, inevitavelmente, para o Mundo do Futebol.
A zona da Marina, seja de dia ou de noite, nunca está deserta. Sempre com muita gente a passear.


Aqui ouve-se uma mistura de linguagem, conforme os grupos que frequentam este espaço a cada momento.

É normal que se ouça o Português.
Mas também se ouve muito ... o Espanhol, o Inglês, o Alemão, o Paquistanês... etc.
Há momentos em que nos confundimos.
Em certos espaços já começamos a pensar que estamos no Brasil.
A luta pela vida e pela sobrevivência, sempre obrigou a que os Povos se deslocassem à procura de melhores oportunidades e de um modo de vida mais fácil e rentável.

Mas, de dia ou de noite, o espaço onde se situa a nossa casa, na...
..."Marina - Arcadas", mantém a mesma pacatez.
Durante o serão, ainda são ouvidas algumas músicas das zonas de lazer, coisa que nunca perturba o nosso descanso.


Por perto, outrora, existiu uma garrafeira, para facilitar a vida dos turistas e de alguns residentes.
Obrigado por nos ter visitado, em Vilamoura, mas continuamos a contar consigo.