terça-feira, maio 26, 2009

BEIJÓS E AS RUINAS DO LAGAR DO AZEITE DO LAPÃO

Voltamos ao tema "LAGAR DE AZEITE", na sequência dos trabalhos expostos no "Museu Virtual", para difundir as imagens que colhemos nas Ruínas do Lagar de Azeite do Lapão, que foi propriedade do Saudoso Amigo Marcelino Martins
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Como já dissemos ele terá emigrado para o Brasil, nos últimos anos do Século XIX  e regressou primeiras décadas do Século XX. 
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Quando regressou comprou a propriedade  do Lapão, da qual fazia parte o Lagar de Azeite, que terá sido construído no Século XIX.
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Consta que ainda terá funcionado no seu tempo. 
Todavia, perante a evolução mecânica e tecnológica, ficou obsoleto e, consequentemente, poucos mais anos voltou a transformar a azeitona e a extrair o azeite.
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O equipamento e o método utilizados para extrair o azeite, ainda que, para determinado momento,  tenham sido considerados evoluídos, poderão ser analisados mais ao pormenor, nas imagens que se seguem:
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As perfurações que vemos serviam para retirar a água que ia ficando depositada no fundo da tina,  por debaixo do azeite. 
Por isso vemos dois furos.
Um deles vai para o interior e para o fundo da tarefa, por forma a escoar a água o mais por baixo melhor possível, porquanto menor era o perigo de o azeite sair misturado com essa água e ser derramado para os esgotos, sem ser aproveitado.
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Na imagem que se segue vamos observar a boca da Tarefa. 
Por esta abertura o Lagareiro, homem que tinha a seu cargo vigiar e tratar do apuramento do azeite, conseguia ver o estado de purificação do precioso líquido. 
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Quando o azeite já estava bem defenido, liberto das impurezas e da água russa, esse funcionário deixava que a água subisse na tarefa, para assim, como o azeite estava por cima da água, era fácil decantá-lo pelos sucalcos que vemos na parte superior da pedra.
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Aqui vemos um orifício na parte inferior da tarefa. 
É o esgoto por onde eram escoadas as águas russas. 
Tomam a designação de águas russas por serem acinzentadas ou mesmo negras. 
Essas águas são provenientes dos líquidos que a azeitona possui misturados com o azeite. 
Depois, durante a transformação, era adicionada muita água quente, para facilitar a libertação das gorduras naturais da azeitona > o azeite.
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quinta-feira, maio 21, 2009

QUINTA FEIRA DA ASCENSÃO

Hoje, 21 de Maio de 2009, a Igreja Católica Celebrou a Festa da Ascensão de Jesus Cristo ao Céu.
É uma festa com forte significado.
Outrora era Feriado em Portugal. 
Em Beijós, neste dia, realizava-se uma Procissão ao Monte do Calvário. Do cimo do Monte, junto da Cruz, as cerimónias  incluiam a Benção dos Campos e das Searas.

Nos últimos tempos, uma vez que deixou de ser feriado, essas Cerimónias Religiosas realizam-se no Domingo a seguir.
É bom que se não percam as poucas tradições que ainda restam na nossa Aldeia.  
 
> Não temos as espigas, nem o ramo, mas colhemos nos nossos jardins estas flores virtuais, a partir das naturais. 
> Esperamos que as coisas que constituem a crença do raminho, estejam também nestas rosas e que elas nos dêm sorte e que não nos deixem faltar nada daquilo que o resto simboliza.  
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»»» Todos os anos, em Quinta Feira da Ascensão, também designada como Quinta Feira da Espiga, principalmente na área da Grande Lisboa,  aparecem, nos acessos aos transportes públicos ou nos locais mais movimentados, pessoas a vender os raminhos. 
Esses Raminhos são compostos, principalmente, por:

> 5 - Espigas de trigo;
> Raminho de oliveira;
> Flores de malmequer e de papoila. 

Cada coisa tem o seu significado. 

> As espigas significam o desejo de ter pão todo ano;
> A Oliveira sognifica o desejo de ter o azeite;
> As flores significam o desejo de ter alegria todo o ano. 

A Tradição, para ser devidamente cumprida, cada pessoa que comprar ou que formar este raminho terá que o colocar detrás da porta da casa. Ali se manterá, até ser substituido pelo do ano seguinte.
Isto será a crença de que, com esse raminho assim guardado, não faltará pão, azeite e alegria naquela casa. 

segunda-feira, maio 18, 2009

BEIJÓS E O DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS

Comemorou-se hoje, dia 18 de Maio de 2009, o dia Internacional dos Museus
Para que possa haver maior divulgação, têm vindo a ser tomadas várias iniciativas e oferecidas visitas guiadas gratuitas a vários museus Portugueses. 

Também não podíamos passar indiferentes a esta efeméride, por isso facultamos também O NOSSO MUSEU VIRTUAL  para que possa ser visitado. 

»»» O Nosso Museu »»  Lagar do Azeite abriu as suas portas em 27 de Janeiro de 2008. 

Estamos esperançados de que poderemos dar continuidade ao tema, publicando novas imagens recolhidas nas ruínas do Lagar do Lapão.
 
Este Lagar, também ele do Século XIX vai oferecer-nos imagens de outros equipamentos, também em pedra.

Seguramente que, muito embora tenha sido adquirido há mais de 80 anos, pelo Nosso Saudoso Amigo Marcelino Martins,  logo que regressou do Brasil, ele ainda o terá feito funcionar.
Agora, O LAGAR DE AZEITE DO LAPÃO não passa de ruínas, coberto de mato e silvas.
Enfim!
São os sinais dos tempos.
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Temos muita pena que nada disto seja aproveitado, para integrar um verdadeiro museu, num espaço físico. 

sábado, maio 16, 2009

BEIJÓS E O 50.º ANIVERSÁRIO DO CRISTO REI

O Monumento a Cristo-Rei foi inaugurado em 1959.
Para comemorar esta efeméride a Igreja Católica estabeleceu o seguinte:

Programa de Lisboa

Sábado, 16 de Maio

11H00 - Visita de Nossa Senhora de Fátima aos Doentes Hospital de D. Estefânia;
11H30 - Memória de Jacinta passagem pela Igreja Paroquial dos Anjos;
12H00 - Chegada da Imagem de Nossa Senhora - Tempo de Oração Igreja de São Nicolau;
(>> Acompanhámos a Cerimónias a partir da Igreja de São Nicolau - no Programa de Lisboa)

(>> Nossa Senhora de Fátima à saída da Igreja de S. Nicolau, iniciando a procissão com destino à Praça do Comércio)

( >>> A Imagem de Nossa Senhora à chegada à Praça do Comércio)
14H00 - Concentração da multidão na Praça do Comércio;
(A Imagem de Nossa Senhora a percorrer a Praça do Comércio)
>>> 15H30 - Recepção a Nossa Senhora e recitação do Terço Praça do Comércio;
17H00 - Missa presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo - Praça do Comércio;
>>> 19H00- Cortejo de embarcações no Tejo, acompanhando a Imagem da Nossa Senhora para Almada - Rio Tejo.
(A Imagem da Nossa Senhora já segue na proa do Barco)
(O Navio Escola Sagres parece estar enquadrado no Cortejo, mas está somente a cumprir a Guarda de Honra, com os marinheiros perfilados no altos dos seus mastros e efectuou a Salva de tiros, no momento em que a Imagem de Nossa Senhora passava ao seu lado.)

(O Cortejo já está quase a chegar a Cacilhas)

Programa de Almada

Sábado, 16 de Maio

20H00 - Procissão das Velas - Cacilhas;
22H00 - Vigília nocturna Igreja Paroquial de Almada.

Domingo, 17 de Maio

10H00 - Missa presidida pelo Bispo de Setúbal, D. Gilberto Reis - Igreja Paroquial de Almada;
11H00 - Visita da Imagem de Nossa Senhora à Associação Vale de Acór - Almada;
12H00 - Tempo de Oração no Seminário de Almada;
13H30 - Com Nossa Senhora e Relíquias de Santa Margarida a caminho de Cristo Rei - Procissão nas ruas de Almada;
16H00 - Celebração Aniversaria do Cinquentenário (1959 - 2009) presidida pelo Enviado de S.S. o Papa Bento XVI - Cardeal D. José Saraiva Martins, Santuário de Cristo Rei.

quarta-feira, maio 13, 2009

BEIJÓS E OS COROS BANCÁRIOS - Páscoa 2009 > na Igreja de S. Domingos - Lisboa

CONCERTO DE PÁSCOA

Coros Bancários

Dia 22 de Abril de 2009, na Igreja de São Domingos, em Lisboa. 


Chegados ao Largo de S. Domingos - Lisboa, não pudemos passar indiferentes ao monumento que, em 2006, ali foi colocado em Memória dos Milhares de Judeus Vítimas da intolerância e do fanatismo... 

Depois, encaminhando-nos para...
 
... a Igreja de São Domingos, para o
 
... ali assistimos à actuação dos seguintes Coros:

» Grupo Desportivo Cultural do BPI;
» Grupo Coral dos Serviços Sociais da CGD;
» Coro do Clube Millennium BCP; 
» Grupo Coral Santander Totta.  

... que interpretaram o seguinte


Vemos o interior da Maravilhosa Igreja, cuja História nos vem relatada aqui

»»» Se nos acompanharem por aqui, poderão ver um álbum completo de imagens religiosas que o Santuário ostenta e as das actuações dos Coros. 

Tudo muito bonito. 

Valeu a pena. 

Os nossos sinceros Parabéns aos referidos Coros, por mais esta Brilhante actuação. 

terça-feira, maio 12, 2009

PLACA QUE INDICAVA O TRAJECTO PARA CANAS DE SENHORIM

De Beijós para Canas de Senhorim o melhor trajecto, via Póvoa de Santo António,  será pela Rua Afonso Costa, aliás, como as placas que se encontram na E.N. 337 indicam. 
Até há alguns anos não tinha nada que enganar. 
Todavia, com o alargamento e pavimentação da Estrada da Lampaça/Brejo, as coisas complicaram-se. 
Muitos automobilistas menos experimentados naquele percurso,  sobem a Rua Afonso Costa e seguem sempre em frente, pela Estrada da Lampaça e só dão conta que estão enganados quando termina o alcatrão, já no Brejo. 
Apresentámos pessoalmente o problema ao Senhor Presidente da Junta de Freguesia. Posteriormente apareceu uma placa metálica, onde foi manuscrito CANAS DE SENHORIM  ->
Essa placa foi colocada junto deste Poste da iluminação pública, como a seta indica.

 
Contudo, como a sinalização de trânsito deverá estar sempre à direita da faixa de rodagem, tomámos a liberdade de a colocar junto do muro do Sr. Carvalho, conforme vem indicado na 2ª. fotografia.  



Neste local era bem visível por qualquer automobilista.
Porém, agora pela Páscoa de 2009, constatámos que a placa tinha desaparecido. 
Não sabemos o que terá acontecido e desejamos que ela tenha sido retirada para ser pintada e gravada convenientemente, apesar de soarem por lá uns rumores sobre um ferro velho... 
capaz de a ter arrumado.
Entretanto, enquanto não houver placa naquele local continuamos a assistir a que muitos automobilistas vão ao Brejo sem querer.
Por isso é urgente que a sinalização seja corrigida. 

segunda-feira, maio 11, 2009

DE BEIJÓS > A VILAMOURA - A Presença dos Romanos

VILAMOURA  » "NOS CAMINHOS DO ALGARVE ROMANO"


»»»» Beijós também foi uma das Aldeias Portuguesas ocupadas pelos Romanos. Todavia, ainda que eles nos tenham legado algum património arqueológico, nada de relevante, comparativamente com o que temos observado em muitas outras localidades de Portugal.



Desta vez fomos encontrar uma ESTAÇÃO ARQUEOLÓGICA em Vilamoura - Algarve, que nos deixou maravilhados com o que pudemos observar.
Porém, antes de prosseguir na descrição desse património,  para melhor compreendermos a passagem dos Romanos pelo território Português, afigura-se-nos salutar recordar um pouco dessa parte da história.
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HISTÓRIA


ROMANOS:
"Foram os fundadores da cidade de Roma, capital da Itália.
Muito civilizados, eram ao mesmo tempo muito ambiciosos.
Invadiram a Península Hispânica.
Empenharam-se logo numa guerra de morte contra os cartagineses, guerra que só terminou com a derrota destes a e destruição de Cartago (antiga cidade africana que ficava numa península, perto da qual se encontra hoje a cidade da Túnis).
Esta guerra durou muitos anos, porque outros povos resistiram, com heroísmo, aos invasores romanos.
Entre os naturais que mais se salientaram nessa resistência contam-se  os Lusitanos, 
comandados por Viriato(1),  pastor dos montes Hermínios (Serra da Estrela). 
Diz a tradição que não podendo os romanos, pela força das armas, vencer Viriato, o mandaram matar à traição. 
Apesar de um tanto desorganizados com a falta de Viriato, os lusitanos continuaram ainda a resistência, comandados por Sertório, outro chefe destemido, que tinha sido expulso de Roma e veio juntar-se aos lusitanos na guerra contra os intrusos; porém, passado algum tempo, era Sertório igualmente morto à traição, quando assistia a um banquete.
Só então é que os invasores romanos puderam instalar-se na Península Ibérica e dominá-la em absoluto durante longos anos.

Benefícios trazidos pelos Romanos para a Península Ibérica:

> Abriram muitas estradas;
> Construíram pontes;
> Construíram monumentos artísticos e sumptuosos templos;
> Fundaram algumas povoações;
> Desenvolveram várias indústrias;
> Criaram os antigos municípios que, com o decorrer dos tempos, se transformaram nas modernas Câmaras Municipais, 
> Etc."


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CONQUISTA DA PENÍNSULA IBÉRICA:


A conquista romana começou entre 218 A.C.,  com a captura das possessões cartaginesas no Sul e com o fim do último foco de resistência a Nordeste, e 19 A.C.
Em 209 A.C. com o declínio do exército de Aníbal, em Itália, inicia-se a grande conquista Romana da Península Ibérica. Então, Roma anexou a Península e dividiu-a em duas províncias:
> Hispânia Citerior;
> Hispânia Ulterior.
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AS LUTAS COM VIRIATO:


De 143 a 139 A.C., Viriato (1)  e os Lusitanos lutaram contra as Legiões Romanas.
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Em 27 A.C. os romanos conseguiram pacificar definitivamente a Península.
Então, dividiram-na em três províncias:

* Lusitânia (a Oeste);
* Baética (a Sul);
* Tarracones (a Leste e a Norte).

A presença romana na Hispânia durou SETE séculos com as fronteiras básicas da Península em relação aos outros países europeus estavam moldadas.
Contudo, os romanos além da administração territorial, deixaram-nos:
> A legalidade social e cultural como a família;
> A língua;
> A Religião;
> A lei e o governo municipal.

O Sul da Península começou a ser romanizado com uma rede de estradas ligando as cidades e atravessando os maiores rios.
As cidades Ibéricas começaram a ser urbanizadas ao estilo romano.

FIM DO IMPÉRIO ROMANO NA PENÍNSULA IBÉRICA

Entre 568 e 586 D.C., surgiram os Visigodos, comandados por Teodorico. Conseguiram dominar toda a Península Ibérica e, em pouco mais de século e meio,  implantaram a Monarquia Visigótica, com capital em Toledo.
O rei Visigodo Leovigildoentão, expulsa os funcionários imperiais e tenta unificar a Península. Foi o fim do Império Romano na Península
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OS VESTÍGIOS ROMANOS ENCONTRADOS EM PORTUGAL

A presença dos Romanos em Portugal é bem notória.
Um pouco por todo o País,  eles deixaram vestígios da sua passagem.
Pela  apreciação que podemos fazer desses vestígios, concluímos que era um povo deveras evoluído, para a época.

VESTÍGIOS EM VILAMOURA 


Não há dúvida que surpreendem-nos os vestígios deixados pelos romanos.
Na nossa passagem por Vilamoura - Algarve - Portugal, fomos visitar as ruinas de uma Vila Romana, cujos vestígios ainda não estão completamente descobertos, porquanto ainda prosseguem as respectivas escavações.
Impressionou-nos tudo o que conseguimos ver no "CERRO DA VILA",  e que difundimos por fotografia:




Pudemos observar os minúsculos azulejos com que ladrilhavam o chão.

Lagareta onde faziam o vinho.


As cisternas e os poços, de onde retiravam a água para o seu consumo diário.

Tanques onde aqueciam as águas para aquecimento das casas.

Estruturas por onde passavam as águas quentes e os vapores para aqueciomento das casas e para as saunas.
 

Canais por onde passavam as águas quentes.

Canais para a passagem das águas.

Tanques para tinturaria ou para outras indústrias .

Tanque de águas frias ou tépidas.

Depósitos para salga de peixe.

 Locais onde depositavam as cinzas dos seus mortos.


O local onde guardavam as cinzas dos seus mortos, sepultados no mesmo espaço da Vila.
Vasos idênticos aos usados para depositar as cinzas dos mortos.


Imagens dos peixes  e moluscos de onde eram extraídas tintas para tingir tecidos.
 
Colecção de moedas metálicas, usadas nas transacções comerciais.

Trajes...

Achados arqueológicos.


Réplica de ânfora usada na exportação de peixe salgado.
Podemos ver aqui o album completo de fotos.
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Aculturação:
> Ossonoba = Faro
> Bias do Sul = Fuzeta
> Pax Julia = Beja
> Olisipo = Lisboa
> Balsa = Luz de Tavira
> Lacobriga = Lagos