domingo, abril 05, 2009

DE BEIJÓS > À PARÓQUIA DO CACÉM - Domingo de Ramos



Domingo de Ramos >05 de Abril de 2009


Hoje, os Cristãos de todo o Mundo cantaram: 

HOSSANA, HOSSANA, AO FILHO DE DAVID!

Refrão
Hossana, Hossana ao filho de David... (bis), 
Bendito o que vem em nome do Senhor, 
É o Rei de Israel, hossana nas alturas... (bis)
**
Levantai os vossos umbrais,
Alteai-vos, pórticos antigos, 
E entrará o Grande Rei da Glória
E entrará o Grande Rei da Glória!
Quem é esse Grande Rei da Glória, 
Quem é esse Grande Rei da Glória!
O Senhor forte e poderoso, é Ele o Rei da Glória!
Refrão...


Foi neste Templo que assistimos às Cerimónias do Domingo de Ramos. 


Aqui vemos os preparativos para a Bênção dos Ramos, ao ar livre, como habitual. 





Todos os Fiéis levantaram os seus Ramos, no momento em que decorreu a sua bênção


Seguiu-se a Procissão, para a Igreja, onde continuaram as celebrações. 





A Procissão já entrava na Igreja.


Os fiéis levantaram os ramos, no momento em que o Celebrante se dirigia para o Altar, tal qual como os  Judeus  fizeram a Jesus, em Jerusalém. 

As folhas das palmeiras assinalam o clima de Festa...

O Coro entoou os respectivos Cânticos,  para dar maior brilho à Santa Missa. 
Antes de terminar a Missa, o Reverendo Padre Rocha chamou todas as crianças e jovens ao Altar, para, conjuntamente com os restantes fiéis, entoarem novamente "HOSSANA, HOSSANA, AO FILHO DE DAVID...






Aqui, um momento muito empolgante, com o acenar dos ramos. 


A Paróquia do Cacém está de Parabéns pela Festa que teve, enquadrada nas celebrações Pascais, que com muito brilho está a viver. 

sexta-feira, abril 03, 2009

BEIJÓS > Pariço vira a mansão

O Pariço, Quinta agrícola, a cerca de 30 minutos a pé, do Lugar de Beijós, sempre teve uma casa de habitação sazonal. 
Praçaria no caminho do Pariço,  que dista cerca de 300 metros daqui, para Nascente.  
É esta Estrada, que parte da Rua Afonso Costa, mesmo a Nascente da Igreja de Beijós, o itinerário certo. 
Ao nosso lado direito temos a muralha da Poça do Pisqueiro, cuja água, actualmente, poderá ser útil para combate aos incêndios, naquela área. 

A Quinta já tem vedação em todo o perímetro, como observamos nas imagens. 
Segue-se uma imagem da antiga casa Sazonal...

O Nosso Querido e Saudoso Amigo José Tavares, vulgo Zé do Pariço, sempre demonstrou muito orgulho em cultivar bem a sua quinta. 
Habitava aquela casa, sazonalmente,  na época do Verão.  
É um local aprazível, sem poluição. 
Ouvem-se os cantos das aves e, durante o Inverno, o cantar das águas a descerem pelos ribeiros para os vales. 
Bons ares.
Boas e puras águas. 
Enfim... tem todas as condições para uma colónia de Férias.

As alterações a que vai sendo sujeita, tudo indica que irá passar a ser um local para retemperar forças, para melhor suportar a luta da vida.
 


Nos primeiros dias de Março de 2009,  já se viam por ali uns movimentos de pessoal e camionetas, indiciando os trabalhos de construção civil.  

Inesperadamente,  entrou a escavadora para abrir os caboucos para novas casas. 


Levámos por ali a nossa Querida Amiga Céu. Gostaríamos de ouvir alguns relatos sobre esta Quinta. Falou-nos das puras e abundantes águas e dos puros agriões que colhia nas águas dos tanques.  
No seu rosto, ainda que o não tivesse referido verbalmente, era visível a saudade dos tempos que ali viveu. 

A seguir ao Pariço, surge-nos a Lampaça e, no final da Estrada, estamos no Brejo. 

Com mais uns poucos minutos de caminhada, saltando montes e vales por caminhos pedregosos... chegamos à Fonte dos Amores

Tudo muito bom, para aliviar o cansaço.
Passando por aqueles lugares, regressamos à Nossa Aldeia muito mais animados. 
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A Quinta, segundo nos consta, terá sido vendida a uns cidadãos que trabalham na cidade do Porto. 
Pelo que se vê... quanta gente mais levará o nome de Beijós por esse Mundo além?...
Alimentamos fortes esperanças! 

quinta-feira, abril 02, 2009

O "PISÃO" EM BEIJÓS - De fábrida de tecelagem a Bairro Habitacional

Em Março de 2009, propusemo-nos iniciar o estudo do Pisão, em Beijós. Situa-se ao redor da Estrada Nacional 337, já à saída da Povoação, para Norte, em Direcção a Sangemil - Viseu.

Pisão, actualmente, é um Bairro da Aldeia de Beijós.  
A origem do nome (Pisão) provém de uma fábrica hidráulica de tecelagem, que outrora existiu próximo da Ponte sobre a ribeira, na E.N.  n.º 337. 
A água para mover os equipamentos passava por um pequeno aqueduto por debaixo da ponte, na margem esquerda da ribeira. 
 

De cima da ponte, olhando para Poente, para a foz da ribeira, encontramos uma levada ou açude, de onde eram desviadas as águas, para alguns moinhos que antecedem o edifício onde funcionou o pisão. Todavia, no mesmo edifício, de um lado também funcionou um moinho, do outro funcionou a tecelagem. 



Ainda encontrámos as ruínas dos moinhos, com as respectivas Mós, mas tudo desactivado, porquanto, nos últimos tempos, as pessoas, perante a facilidade em comprar pão nas padarias, deixaram de o fabricar em casa, e, por isso, a profissão de moleiro foi perdendo o interesse por não ser rentável.  



Estes moinhos além do aproveitamento que tiveram para moagem dos cereais, cuja farinha se destinava ao consumo humano e à engorda de gado, foram a habitação, durante muitos anos,  dos respectivos moleiros.
»  (Na altura em que colhemos as imagens a ribeira ainda apresentava um razoável caudal). 
Aliás, as pessoas que trabalhavam na moagem dos cereais tinham necessidade de permanecer junto das Mós, para lhes darem assistência. 
 

De moinho em moinho, chegámos finalmente ao edifício onde funcionou o Pisão. Neste Pisão, segundo apurámos, eram tecidos (fabricados) cobertores de lã de ovelha, natural. 
»(Edifício do Pisão)
» A porta que se apresenta nesta parte do edifício, serviria para dar assistência às turbinas que a água movia. Sim, porque, então, tudo era feito de madeira, incluindo essas turbinas

É notório o estado de degradação dos telhados do edifício. 

Perante a industrialização do sector dos lanifícios, estas pequenas fábricas deixaram de ser rentáveis e este Pisão terá deixado de funcionar na segunda/terceira década do Século XX. 

Neste piso, no interior do edifício, agora quase a céu aberto, por lhe ter caído ou, sido removido o telhado, funcionou o dito pisão.
Foi neste salão que, com algum equipamento rudimentar que terá sido destruído pelos proprietários, foram fabricados muitos cobertores.

A vegetação espontânea foi tomando conta das paredes e, assim, tem-se tornado " habitante" natural do edifício.


Essa vegetação cobriu as paredes e tapou as cavidades onde assentava o Pisão propriamente dito. Bem procurámos os vestígios, mas o tempo, com as chuvas, tudo tem apagado.
Descemos à parte inferior do imóvel, para analisar o local por onde a água passava e fotografarmos os rodízios ou outros engenhos, mas não fomos felizes nesse aspecto.

Contudo, conseguimos ver a cale por onde a água passava, em direcção ao rodízio, mas este equipamento também terá desaparecido.
 





Hoje, apesar de não conseguirmos ter noção das dificuldades que, quer os proprietários, quer os respectivos moradores ou inquilinos, teriam tido, temos que aceitar que a falta de lenha com que se debatiam, uma vez que não havia gás ou outro combustível para aquecimento ou para cozinharem os alimentos, originou a queima das madeiras dos equipamentos de que dispunha o Pisão
 
Aqui vemos a boca do inferno, por onde saía a água que movia o moinho que funcionou no edifício do pisão

Apesar de poucas esperanças nos restarem, vamos continuar atentos e, se algumas dicas mais nos chegarem, voltaremos a este tema, aprofundando a história do Pisão de Beijós. Temos pena que os pisoeiros da nossa Aldeia talvez já tenham falecido. 
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Ignoramos como os Beijosenses designavam este local, antes de ali ter sido criado o Pisão. Todavia, depois de a tecelagem Pisão passar a funcionar, as pessoas habituaram-se a falar do Pisão. Assim, naturalmente, passaram a chamar esse nome ao local e ao espaço (propriedades - terrenos) que envolvia o edifício onde funcionava a fabrica, que agora, com a expansão da Nossa Aldeia,  já é um Bairro de Beijós, de que falaremos noutro Post

DE BEIJÓS > À PARÓQUIA DO CACÉM - 1.º Festival da Canção

A Paróquia do Cacém vai estar em festa no próximo Sábado, dia 04.ABR.2009. 
Vão desfilar muitos artistas, que se pretendem iniciar nestas andanças de Festivais. 
A idade mínima são os 14 anos.
Pelo forma como tem sido difundido... este evento promete.
Apesar de no prospecto falar em valores... é certo que a entrada é totalmente livre... para quem desejar assistir. 

Vamos ver como se vão posicionar os Novos Cantores.