sexta-feira, março 26, 2010

DE BEIJÓS > A MONTEMOR-O-VELHO - A Época da Lampreia


2009.NOV.09 - VIAGENS NO VALE DO MONDEGO - FIGUEIRA DA FOZ - PORTUGAL

Decidimos visitar Montemor-O-Velho, uma Vila Histórica Portuguesa que guarda muito do Património Cultural Português.
Possui vestígios de Antigos Povos que ocuparam a península. Depois foi governada por nobres do Reino de Leão e Castela. Mais tarde, por nobres da confiança de D. Teresa...
Foi muito bom percorrer as ruas daquela Vila nas imensas planícies dos arrozais da Figueira da Foz.
Além da fortaleza que se ergue sobranceiramente à Vila, em cada casa e em cada canto vimos os vestígios da História de Portugal e da cultura desenvolvida através dos tempos, principalmente no campo musical.
Muitos monumentos, muita arte de várias épocas.
Deixamos algumas imagens, para ilustrar os nossos comentários e documentar os passos que demos.

A LAMPREIA

Todavia, não podíamos passar indiferentes a outras riquezas.
Além da produção de cereais da criação do gado, aquela região tem a sua gastronomia própria facilitada pela abundância de peixe que o Rio Mondego alberga no seu leito.

Entre os fins de Janeiro e meados do mês de Abril, a área de Montemor-O-Velho desenvolve na sua actividade turística a confecção das refeições que incluem a lampreia do Mondego.
Prato, não muito barato, mas muito apreciado por uma grande parte da população portuguesa.
Por isso afigura-se-nos estar muito bem incluído nos roteiros turísticos de Portugal.

terça-feira, março 23, 2010

VERSANDO A VERDADE


« (Foto retirada da net)




NASCER

- Mamã! - Como é que eu nasci?
A avó disse-me que vim de França.
O avô que nasci duma flor.
Se calhar estão-me a enganar!...
Não foi de França nem da flor!...

- Mamã! - Eu vi nascer o cavalinho!
Saiu da barriga da mãe!
Não sei por onde, mas eu vi!
A mãe dele estava deitada!
- Mamã! - Como é que eu nasci?

Nasceste como o cavalinho.
Os avós estavam a brincar contigo!
- Respondeu-lhe a mãe com carinho.
Logo, mais logo, eu digo.

(Autor desconhecido)

segunda-feira, março 22, 2010

BEIJÓS > E O DIA MUNDIAL DA ÁGUA 2010


DIA MUNDIAL DA ÁGUA


« ( Foto da Ribeira do Poço Negro - 2009.ABR.14)



Hoje, 2010.MAR.22, assinala-se o Dia Mundial da Água.
Através de uma resolução (A/RES/47/193, de 22 de Fevereiro de 1993, a ONU adoptou o dia 22 de Março de cada ano como sendo O DIA MUNDIAL DA ÁGUA (DMA), de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.

Nesse período, vários Estados foram convidados a realizar no dia actividades concretas que promovam a consciencialização pública, através de publicações e difusão de documentários e a organização de conferências, mesas redondas, seminários e exposições relacionadas com a conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos.

A comemoração do Dia Mundial da Água traz um alerta, pois, segundo dados da ONU, prevê-se que, em 2050, dois biliões de pessoas sofrerão com a escassez de recursos hídricos.
Apenas três por cento de toda a água terrestre é própria para consumo. A água é o elemento que deu origem e sustenta a vida no planeta Terra.
Sem a água, nenhuma espécie vegetal ou animal, incluindo o homem, sobreviveria.
Cerca de setenta por cento da alimentação e do corpo humano são constituídos por água.
Mais de metade de todas as espécies de animais e plantas do mundo é aquática. Os oceanos, os mares, os glaciares, as neves, os lagos e os rios cobrem aproximadamente dois terços da superfície da Terra.

Os cientistas calculam o seu volume total em 1,42 biliões de quilómetros, sendo a maior parte (95,1 por cento) desse volume águas salgadas dos mares e oceanos.
Os 4,9 por cento restantes são constituídos por agua doce, distribuída entre glaciares polares, que ocupam 97 por cento desse precioso volume, e a água na forma líquida, disponível para o uso, cujo volume é estimado em pouco mais de dois milhões de quilómetros.
Assim, 99,9 por cento das águas do planeta são salgadas ou permanentemente congeladas.
Ainda no dia 22 de Março de 1992, a ONU divulgou também um importante documento: a "DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA"
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TEXTO

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA

Art.º 1.º - A água faz parte do património do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art.º 2.º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo o ser vegetal, animal e humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura e a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no Artº. 3.º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art.º 3.º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimónia.
Art.º 4.º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus cíclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art.º 5.º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. A sua protecção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem, para com as gerações presentes e futuras.
Art.º 6.º - A água não é uma doação gratuita da natureza. Ela tem um valor económico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art.º 7.º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, a sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas actualmente disponíveis.
Art.º 8.º - A utilização da água implica o respeito à lei. A sua protecção constitui uma obrigação jurídica para todo o homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art.º 9.º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua protecção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social.
Art.º 10.º - O planeamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão da sua distribuição desigual sobre a Terra.
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COMO CUIDAMOS DAS ÁGUAS EM BEIJÓS?

Já aqui abordámos a questão em "BEIJÓS > E O MEIO AMBIENTE" e cujo tema também vimos tratado em BARÓMETRO BEIJOSENSE.

Abordámos os problemas da poluição da água na nossa freguesia ou região.

Não nos perturba o desdém de algumas pessoas, quando falamos deste assunto, porquanto estamos conscientes de que a água é mais preciosa do que qualquer capricho. Temos a firme convicção de que estamos no caminho certo e a zelar por um bem comum dos Beijosenses.

O BARÓMETRO BEIJOSENSE então, lançou um alerta sobre a poluição das águas que todos nós, na nossa Aldeia e as populações das aldeias vizinhas, normalmente consumimos e consomem colhendo-a nos Chafarizes de Beijós, junto à ponte do centro do Povo.

Vimos que a base para falar do tema foi um cartaz que a Junta de Freguesia colocara no chafariz, com a mensagem "ÁGUA IMPRÓPRIA PARA CONSUMO" cujo problema acontecera no mês de Dezembro, haverá mais de uma dúzia de anos, depois de um longo período de chuva.

Realmente, temos que ganhar consciência de que quaisquer detritos lançados no solo, com o decorrer do tempo e com as águas das chuvas se vão infiltrando, poluem os terrenos e chegaremos a determinado momento que as águas irão ficar, irremediável e permanentemente, impróprias para o consumo humano.

Não nos parece que alguém, autarquias ou responsáveis pela situação, tenha tomado medidas para resolver esses problemas.

Todavia, observando o aspecto das águas das ribeiras que atravessam ou circundam BEIJÓS, pudemos observar que os esgotos de Aguieira e Carvalhal Redondo, do Pisão de Moreira e de Santar, localidades do concelho de Nelas, estão todos a ser lançados para a Ribeira que passa a Norte da nossa Aldeia.

Mereceram-nos especial destaque os esgotos de Carvalhal Redondo e Aguieira, que se juntam no final da Rua dos Teixeiras, a Poente desta última localidade, onde foram construídos uns tanques que de nada servem e cujos esgotos são lançados a céu aberto, sem qualquer tipo de tratamento para um ribeiro, afluente da Ribeira do Pisão.

Estamos esperançados de que as autarquias que os Beijosenses elegeram, se imponham no cumprimento da DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA, por forma a zelarem pela saúde das populações e pela resolução atempada destes problemas.

VAMOS ESPERANDO!

sábado, março 20, 2010

DE BEIJÓS > A TOLEDO

NAS NOSSAS VIAGENS A ESPANHA VIMOS TOLEDO POR FORA - (2008.SET.04)
Subimos ao monte a Sul. Dali contemplámos a multi-milenária Urbe noutro planalto, abraçada pelo Rio Tejo a que o Espanhóis teimam em pronunciar "Tarro".
Foi muito bom subir às colinas, para observarmos o tesouro que aquele monte esconde.
HISTÓRIA
"Toledo, ibi parva urbs erat, sed loco munita" > Esta Frase foi escrita pelo historiador romano Tito Lívio, há quase dois mil anos, para relatar as façanhas do pretor Marco Fúlvio que, comandando legiões romanas, conquistou a cidade.
Esta cidade foi a capital da península Ibérica, durante a Monarquia Visigótica, que teve como Rei Leovigildo, no século V. Os Visigodos, no Século V, surgiram na Península, comandados por Teodorico e, em pouco mais de século e meio, implantaram a Monarquia. Este povo pertencia à seita ariana, mas cedo se converteu ao catolicismo, religião já abraçada pelos Hispano-romanos (antigos habitantes da Península). Esta religião teve como berço a Palestina (Terra Santa) e fora ensinada e pregada por Jesus Cristo.




« (Rio Tejo a contornar a cidade por entre as barreiras graníticas).



TOLEDO E A HISTÓRIA DE PORTUGAL
Corria o ano de 1127. Por esse tempo governava a monarquia de Leão D. Afonso VII, filho de D. Urraca, primo de D. Afonso Henriques. O rei de Leão para ultrapassar os propósitos de D. Teresa, sua tia, exigiu que esta lhe prestasse obediência, ao que ela se negou. Então, o rei D. Afonso VII invadiu o condado portucalense doado por seu avô a D. Teresa, e foi pôr cerco a Guimarães, onde se encontrava o infante D. Afonso Henriques. Em má hora teria sido prisioneiro este príncipe, se o honrado fidalgo EGAS MONIZ não houvesse ficado por fiador pela vassalagem que D. Afonso Henriques, sem tropas suficientes para resistir, fora obrigado a prometer a D. Afonso VII.
REMISSÃO DE PALAVRA NÃO CUMPRIDA
Livre de perigo, D. Afonso Henriques depressa esqueceu os compromissos que havia tomado. Não só deixou de prestar tal vassalagem, como até ainda invadiu a Galiza.
Em face disso, EGAS MONIZ partiu, com risco da própria vida, para TOLEDO, na companhia da mulher e filhos, a apresentar-se ao rei de Leão, para remissão da sua palavra não cumprida.
D. Afonso VII, maravilhado com este feito de honra, perdoou-lhe e mandou-o em paz.
EPISÓDIO APROVEITADO PARA LIÇÃO
Nos livros da 4.ª Classe dos anos 40/50 do século passado podemos observar o seguinte:

"Exemplo de Lealdade
Para obrigar D. Teresa e D. Afonso Henriques a reconhecerem a sua autoridade, o Rei de Leão invadiu o Condado de Portugal e veio cercar Guimarães, onde se encontrava o moço Príncipe.
Afonso Henriques e os seus barões reconheceram a inutilidade da resistência. Então, Egas Moniz dirigiu-se ao Rei de Leão e empenhou a sua palavra, prometendo que o Príncipe D. Afonso lhe prestaria vassalagem.
Confiado na lealdade do fidalgo português, Afonso VII levantou o cerco.
Quando D. Afonso Henriques principiou a governar o condado, recusou-se a cumprir a promessa feita pelo seu aio.
Não querendo ficar por perjuro, EGAS MONIZ, descalço e de cordão ao pescoço, acompanhado da mulher e dos filhos, foi a TOLEDO apresentar-se ao rei de Leão oferecendo a sua vida e a dos seus em resgate da palavra empenhada.
Afonso VII, que estava vivamente irritado, ficou vencido por esta singular prova de lealdade e despediu, livre e honrado, o nobre fidalgo português.
EGAS MONIZ foi exemplo de lealdade como carácter e foi um dos fundadores da Nacionalidade Portuguesa, cujo amor aprendeu na corte de D. Henrique (pai de D. Afonso Henriques)."

TOLEDO CAPITAL DO REINO DE LEÃO
Como acabámos de verificar, no ano de 1127, Toledo era a Capital do Reino de Leão, em cuja cidade o rei D. Afonso VII tinha o seu palácio real!
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Tendo visitado muitos dos seus monumentos, tomamos a firme decisão de, futuramente, prosseguirmos a falar do vasto património histórico, cultural e religioso que nos foi dado observar nesta bela e histórica cidade de TOLEDO.

sexta-feira, março 19, 2010

DIA DO PAI


2010.MAR.19 - DIA DO PAI

Hoje, a Igreja Católica celebra a Festa de São José.
Também se comemora o dia do Pai.
Servirá esta data para recordar um pouco do nosso passado junto daquela pessoa que nos gerou, revivendo cada passo cada gesto e quantas preocupações para que os filhos pudessem ou possam ter e viver num Mundo melhor.
Foram esses passos que nortearam e norteiam a sua e nossa descendência durante a caminhada na Terra.

Ousámos publicar aqui esta imagem para assinalar a data.
Todavia, também queremos comungar da sua história com os Nossos Estimados leitores.
Domingo da Pascoela de 2009.ABR.19.
Tínhamos
passado por Currelos para observar que eventos, então, ia desenvolver aquela freguesia do concelho de Carregal do Sal, Distrito de Viseu - Portugal.
Depois da festa a Tradicional Troca das Cruzes, sobre o Rio Mondego, na ponte que liga a Póvoa de Midões, concelho de Tábua, quisemos colher fotografias da Igreja Matriz de Currelos e aprofundar um pouco da sua história.
O respectivo Pároco, Reverendo Padre José António, e a D. Palmira, pessoas responsáveis por zelar por aquela Igreja franquearam-nos a entrada e permitiram que satisfizéssemos as nossas aspirações.
A determinado momento, fixámos os nossos olhares nesta imagem. Observámos e foi-nos esclarecida a nossa curiosidade:
"- Esta Imagem é de São José, pai adoptivo de Jesus. - Sabe que Nossa Senhora, mãe de Jesus, teve vários pretendentes na sua juventude. Na altura, era moda os rapazes usarem um bordão. Então, São José também se apresentou com o seu bordão perante Nossa Senhora. O sinal que Deus programou para que Nossa Senhora decidisse sobre o seu eleito foi que o Bordão de São José, sendo matéria já inerte, acabou por florir. Foi Ele o escolhido por Deus para esposo de Maria".
História maravilhosa que nos foi apresentada de uma forma tão sucinta pela pessoa que convive diariamente com todos os objectos Sagrados daquela Paróquia. O Nosso Obrigado!

Para este dia, um toque de ternura >>>> escolhas de Willoughby.

sábado, março 13, 2010

DE BEIJÓS > A ÓBIDOS - PORTUGAL - Um fim de semana doce


VIII - FESTIVAL INTERNACIONAL DO CHOCOLATE

Na Vila de Óbidos está a decorrer o festival em epígrafe.
Hoje, logo pela manhã, o sol beijou toda aquela região. Não estava muito frio e nós, apenas o sol despontou, nos dispusemos a fazer o habitual passeio, para desfrutarmos de tudo o que o festival oferece aos seus visitantes.
Saímos com alguma expectativa, com reticencias perante o que poderíamos encontrar.
Visitámos tudo o que a entrada geral nos permitiu e ficámos maravilhados com a forma como este ano e este evento está organizado.
Muitos países estão ali representados. São Tomé e Príncipe, um dos países produtores do melhor cacau do Mundo, estava representado com os seus produtos. Permitiram que obtivesses imagens e esclareceram algumas das nossas dúvidas quanto ao fruto natural que apresentaram.
Além disso vimos muitas esculturas, obras em chocolate de muito bons artistas.
Podemos afirmar que valeu a pena o passeio.
Óbidos está de parabéns pelo maravilhoso festival que organizou, pena é que já encerre amanhã, 14 de Março de 2010, contudo já nos aguça os apetites para os doces da Páscoa, que está aí não tarda...
As imagens melhor ilustram aquilo que nós observámos.

segunda-feira, março 08, 2010

19 - CABEÇALHOS OFICIAIS



«« (Imagem da Net)



VAMOS RELEMBRAR >>>> CABEÇALHOS OFICIAIS

Nunca será exagero relembrar algumas formas de conduta para comunicar com alguém com quem nos cruzamos no desempenho de certas missões, principalmente profissionais.

Poderá acontecer, durante a vida, ter de comunicar com personalidades públicas ou com dignitários eclesiásticos.
Eis, para informação, uma lista dos principais cabeçalhos e saudações:

1 - Personalidades públicas
a) - Governador Civil:

«Sua Excelência»
Cabeçalho > «Excelência»
No texto > «Vossa Excelência»
Fórmula Final > «Queira Vossa Excelência receber a expressão da minha alta consideração» -- ou -- « Digne-se Vossa Excelência receber a expressão do nosso profundo respeito».

b) - Embaixadores:

« Sua Excelência»
Cabeçalho > « Senhor Embaixador»
Texto > « Vossa Excelência»
Fórmula Final > «Queira receber, Senhor Embaixador, a expressão da minha maior consideração».

c) Primeiro Ministro:

«Digníssimo»
Cabeçalho > «Senhor Primeiro-Ministro»
Fórmula Final > «Queira receber, Senhor Primeiro-Ministro, a expressão...»

d) - Presidente da Câmara:

« Ex.mo Senhor Presidente da Câmara»
Cabeçalho > « Senhor Presidente da Câmara».

2 - Dignitários eclesiásticos

a) - Papa:

«Sua Santidade»
Cabeçalho > «Santíssimo Padre»
No Texto > «Vossa Santidade»
Fórmula Final > « Queira receber Santíssimo Padre, a homenagem da nossa profunda veneração» - ( A palavra profunda é substituída por filial se se trata de um membro do clero).

b) Cardeal:

«Sua Eminência»
No Texto > «Vossa Eminência»
Fórmula Final > «Queira receber, Eminência, a homenagem do nosso profundo respeito.»

c) - Núncios apostólicos, Arcebispos, Bispos:

«Sua Excelência Reverendíssima».
Cabeçalho > « Excelentíssimo e Reverendíssimo Senhor» - para o Núncio, o Arcebispo e o Bispo.
No Texto > «Excelência Reverendíssima» - para o Núncio, o Arcebispo e o Bispo.

d) - Superiores:

«Reverendo Padre», «Superior Geral».
Cabeçalho > «Reverendo Padre»
Fórmula Final > « Queira receber, Reverendo Padre, a expressão...»

d 1) - Pároco:

« Reverendo Padre»
Cabeçalho > «Reverendo Padre»
Fórmula Final > «Receba, Reverendo Padre, a expressão...»

e) - Superiores:

«Reverenda Madre Superiora»
Cabeçalho> « Reverendíssima Madre» para uma superiora-geral e >«Reverenda Madre» para a Superiora de uma instituição.

e 1) - Bispos Anglicanos e Luteranos:

«Monsenhor»
Cabeçalho > «Monsenhor»
Fórmula Final > «Queira receber, Monsenhor, a expressão...»

3 - Monarca. Realeza. Nobreza

a) Imperadores, Reis (reinantes ou não):
«Sua Majestade o Rei»
Cabeçalho > «Majestade»
No Texto > «Vossa Majestade»
Fórmula Final > «Recebei, Majestade, a homenagem do nosso profundo respeito.»

b) - Membros não reinantes da família real:
«Sua Alteza Real o Príncipe de...» - « Senhora Princesa Irene de ...»
Cabeçalho > «Monsenhor» ou «Senhora».
No Texto > «Vossa Alteza Real».
Fórmula Final > «Pedimos a Vossa Alteza que receba...»

c) - Duques, Príncipes:

«Sua Alteza Sereníssima o Príncipe de...»
Cabeçalho > «Príncipe»
No Texto > «Vós»
Fórmula Final > «Peço a Vossa Alteza Sereníssima que receba...» - > (Não reinantes)
«Peço-vos, Príncipe, que recebais..»

d) - Carta dirigida a um casal:

«Marquês e Marquesa de...»
Cabeçalho > «Marquês e Marquesa. - («Senhor e Senhora» não se emprega no caso de um casal)
Separadamente escreve-se > «Senhor Marquês de...» ou «Senhora Marquesa de...».

4 - Títulos universitários

a) - Reitor ou Director:

«Senhor X, reitor da Universidade de ...».
«Senhor Y, director da faculdade de...».
Cabeçalho > «Senhor Reitor» ou «Senhor Director»
No Texto > «Vós».
Fórmula Final > «Queira receber, Senhor Reitor ou Senhor Director, a expressão...»

b) - Professor:

«Senhor X, professor da História»
Cabeçalho > «Caro Senhor»
Fórmula Final > «Apresento-lhe, caro Senhor...»
____________________________
(By MFT)

BEIJÓS > E O DIA INTERNACIONAL DA MULHER







(Imagem da Net)



DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Nesta data, 08.MAR.2010, comemoramos o centésimo aniversário do Dia Internacional da Mulher.
Apesar de, inevitavelmente, os factos daquele sinistro dia de 1857, poderem também ocupar a nossa memória, servirão as lembranças do passado para nos consciencializarmos do seu
SUPREMO papel na vida da humanidade.


Mantenhamos viva a chama da sua emancipação!

sexta-feira, março 05, 2010

BEIJÓS > E OS TESOUROS PORTUGUESES



NOSSA SENHORA DE MACHEDE


Estávamos em meados de Setembro de 2009.
O Verão já se despedia de Portugal.
O AIR SHOW/09 da cidade de Évora tinha-nos motivado a uma deslocação por terras alentejanas.
O turismo ainda estava em alta naquela região, locando completamente todas as unidades hoteleiras dentro da cidade.

Na busca de um lugar recatado, onde pudéssemos desfrutar da paisagem e dos puros ares alentejanos, conseguimos estadia no "Monte do Perdiganito", a cerca de 15 Km da cidade, em direcção à Vila de Redondo, na bela Aldeia de Nossa Senhora de Machede.


A expectativa ocupava em tudo as nossas preocupações, porquanto decidimos dar um salto para o desconhecido. Sim! Desconhecido o espaço que teríamos que percorrer, desconhecido o local onde iríamos instalar-nos e até o Aeródromo nos escapava.

Com cuidado, imbuídos numa esperança de que tudo iria ao encontro dos nossos maiores desejos.
Não era difícil alcançar Évora, com boas e directas estradas a partir da capital portuguesa.
De resto, com mapas em riste, olhando às indicações que as estradas nos iam mostrando, conseguimos chegar a um beco sem saída. Agora um desvio, para um caminho de terra batida, trilho que o nosso automóvel sempre tinha evitado, em qualquer situação. Chegámos, muito desanimados, percorridos cerca de 15 km por veredas com mato, a um local onde o piso lamacento do caminho fez aumentar as nossas preocupações e um sinal provisório de trânsito, aliás como todos os outros que anunciavam o desvio, nos impedia de circular para Norte, uma vez que aquilo que procurávamos já se encontrava nessa direcção.
Para voltar para trás e reviver o sacrifício daquele percurso não nos agradava nada.
Animados, sem nos deixarmos apanhar pela frustração, aproveitámos a libertação do espaço ocupado por alguns carros que permaneciam junto de uma nova unidade hoteleira perdida na planície, que nos permitiu, ignorando o tal sinal de trânsito proibido, que pudéssemos passar seguindo todos os outros veraneantes.
Entre lamentações, por termos cumprido religiosamente as instruções que os sinais provisórios de trânsito nos ditavam, algumas censuras às autarquias locais pelo mau trabalho que prestavam às populações, chegámos finalmente àquele espaço que tanto ansiávamos, o MONTE DO PERDIGANITO, cercado por uma vedação de rede e com portões automáticos, longe do casario. Ficámos à porta até que a responsável, que já nos ficara para trás, em Évora, nos fosse franquear a entrada e, logicamente, instalar-nos.
Ficámos bem acomodados, longe dos olhares do mundo, olhando e desfrutando do azul do céu durante o dia naquela imensa planície, e à noite admirando as constelações das estrelas que denunciavam o firmamento, num total silêncio só interrompido de quando em vez pelo ladrar dos pachorrentos cães de guarda que nos garantiam segurança vinte e quatro horas por dia, ou pelo chilro de alguma ave que sobrevoava o espaço.
As instalações que nos acolheram mantinham o traçado original. Pequenas, com o mínimo de condições de habitabilidade de outrora, para tantos que, seguramente, teriam que se orientar pelo Astro-Rei, para a faina agrícola.
O mobiliário rústico, mas bem cuidado, e a instalação eléctrica despertaram as nossas curiosidades. O interruptor do candeeiro portátil da mesinha de cabeceira da cama esquerda, que provocou alguma animação, obrigou a um estudo de adaptação ao seu funcionamento, para que nos cedesse aquela claridade para que se prestava.
Tão perto da cidade de Évora, conseguimos um ninho muito acolhedor, com excepcional recepção, como se estivéssemos mesmo no nosso espaço, com total liberdade para dele usufruirmos.
Não tivemos nada de que nos queixar e demos por muito bem empregue o tempo e a despesa, perante o sossego e o bem estar, que tanto ansiávamos e ali conseguimos.

Depois das nossas deslocações diárias para a cidade de Évora, uma vez que o nosso principal entretenimento era o AIR SHOW, esperava-nos uma abordagem àquela Aldeia perdida lá nos confins da planície, cuja paisagem nos motivou.
Um espaço maravilhoso numa elevação geográfica, que o Sol beijava desde o romper da aurora ao esconder-se no Ocaso.
Muitas interrogações ocuparam a nossa mente, relativamente aos costumes e tradições das suas gentes e à história daquela Terra.
Conseguimos aprofundar alguma da sua história nos contactos com os hospitaleiros habitantes, que vivem quase essencialmente do trabalho dos campos, de algum comércio e de pouco turismo atraído pela proximidade das Históricas cidades e Vilas da Região.
Pelo que apurámos, concluímos que tudo o que nos foi relatado está bem descrito nas coisas que fotografámos.
Assim, mostramos algumas imagens da Aldeia, que, melhor do que qualquer das nossas palavras, poderão revelar o espaço que ocupa e do muito do seu passado.
Convencemo-nos ter descoberto um pequeno tesouro naquela planície, do qual damos notícia.
Vejamos:

terça-feira, março 02, 2010

BODAS DE PRATA MATRIMONIAIS






(foto retirada da net)









BODAS DE PRATA MATRIMONIAIS


02.MAR. (1985) - Hoje, os nossos queridos Amigos, JOSÉ LUÍS AMARAL ABRANTES e ISAURA AMARAL LOUREIRO estão de parabéns, pelo seu 25º. aniversário de casados.
Os nossos sinceros parabéns, com os votos de que fortes, continuem bem unidos, com saúde e gozando as maiores felicidades.

BEIJÓS*CINCO ALDEIAS envia-lhes um grande abraço.
Parabéns!

segunda-feira, março 01, 2010

ANIVERSARIANTES EM MARÇO 2010 - Beijós

(foto retirada da net)

PARABÉNS PELO SEU ANIVERSÁRIO

Que seja do nosso conhecimento, durante este mês, irão festejar os seus aniversário natalícios os seguintes Beijosenses:

11.MAR. (1988) - Sandra Cristina Simões Loureiro
22.MAR. (1936) - Alda Melo do Amaral

BEIJÓS*CINCO ALDEIAS deseja que os comemorem com muita saúde e gozando também as maiores felicidades.

quinta-feira, fevereiro 25, 2010

BEIJÓS > E O CARNAVAL 2010 - NA BEIRA ALTA - PORTUGAL (III)

CARNAVAL EM CABANAS DE VIRIATO NOS DIAS 15 E 16 DE FEVEREIRO





Para encerrarmos a divulgação dos folguedos carnavalescos, propomo-nos a difundir também algumas imagens que colhemos nestes dois dias na Vila de Cabanas de Viriato, concelho de Carregal do Sal, Distrito de Viseu - Portugal.
Os Cabanenses estiveram em grande, mais uma vez, na realização destas suas festas.






Não há dúvida que conseguiram novamente atrair muitos foliões vindos dos quatro cantos do Mundo.

O São Pedro não ajudou tanto quanto o necessário, mas, mesmo assim, debaixo de chuva, saíram à rua com uma multidão a segui-los saltando e brincando enquadrando-se na reinação que foi proporcionada.







Os nossos parabéns à Organização das Festas e a todos quantos se deslocaram para nelas participar e da forma como o fizeram sempre e em tudo ordeiramente.











Gostámos desta postura do Nosso Amigo "Eça de Queiroz".
Apresentou-se vestido a rigor com fato de gala.

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

BEIJÓS > E O CARNAVAL 2010 - NA BEIRA ALTA - PORTUGAL (II)

CARNAVAL EM CANAS DE SENHORIM

A época carnavalesca proporciona as maiores imaginações um pouco por todo o nosso País.
A Vila de Canas de Senhorim, que tem vindo a procurar também brilhar nesta época, para dizer ao Mundo que existe e que também necessita de atrair mais Turismo àquela zona, organizou um carnaval diferente.


Podemos ver aqui e avaliar o empenho das Gentes hospitaleiras daquela Vila, na preparação dos carros alegóricos, que fizeram desfilar pelas ruas da localidade.



Tudo preparado ao pormenor.












A todos quantos se sacrificaram para fazer brilhar o Carnaval em Canas de Senhorim enviamos os nossos Sinceros Parabéns, com os melhores votos de que o futuro lhes sorria nas suas intenções.

Também não podemos deixar de agradecer o maravilhoso gesto que a Maria Regina teve para connosco, em nos enviar as belas fotos. Não fora a sua iniciativa não nos seria possível falar de Canas de Senhorim, por nos ser impossível o dom da ubiquidade.
O Nosso Obrigado.
(Ver mais aqui...)

terça-feira, fevereiro 23, 2010

BEIJÓS > E O CARNAVAL 2010 - NA BEIRA ALTA - PORTUGAL (I)


CARNAVAL EM CABANAS DE VIRIATO

Em 2010.FEV.14, Domingo Gordo, nesta Vila do concelho de Carregal do Sal, Distrito de Viseu - Portugal, cumpriu-se a tradição.

Todos os anos, vestidas em rigor para o acto, as crianças das Escolas e Jardins de Infância do concelho se deslocam ali.

Foram enquadradas num desfile carnavalesco, ao som da valsa que, habitualmente, anima a dança dos cus ou contradança.

Apesar do tempo estar chuvoso, em grupos por escolas e por freguesias, esta juventude lá mostrou as suas capacidades para saltar e bater com o... no... do seu par, para irem treinando, sempre sob o olhar atento dos seus zeladores e familiares.
Tudo esteve muito animado!
Parabéns!

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

BEIJÓS > E O CARNAVAL 2010 NA BEIRA ALTA - PORTUGAL




CARNAVAL EM BEIJÓS NO DIA DE ENTRUDO (terça feira)



Em Beijós, desde tempos muito remotos, sempre se brincou ao Carnaval.
Mesmo antes de na nossa Aldeia terem existido aparelhagens sonoras e grupos musicais, as populações, gente nova ou mais velha, reuniam-se nos largos dos seus bairros para reinar e divertirem-se com danças de roda e cantares próprios da quadra.
Dos locais principais onde se realizavam esses divertimentos carnavalescos destacamos:
No Areal - em frente à casa do nosso Amigo ÁLVARO PEIXEIRA MENDES;
No Vale da Loba - no Largo do Calhau, em frente à casa do Saudoso Amigo EMÍDIO FERNANDES DE CAMPOS.

Estes lugares enchiam-se de gente, uns a dançar outros a ver.
Houve sempre a tradição de aparecerem pessoas, homens ou senhoras, disfarçadas com máscaras.
Recordamos duas máscaras negras que afugentavam muitas pessoas, pelo seu singular aspecto horrendo.
Eram elas a do João Tavares, toda muito polida, bem torneada e a do Tó-Tó, em madeira manufacturada e pintada também de preto.
Normalmente, quem as usava apresentava-se em público com atitudes altivas e por vezes até agressivas ou ameaçadoras. Por isso eram as máscaras mais temidas.
Outrora, as pessoas mascaravam-se para poderem censurar ou ridicularizar, parodiar livremente a conduta (actos ou palavras) de alguém, fosse figura pública ou não, que tivesse sido reprovada na aldeia ou até no País.
Os tempos têm vindo a mudar, as máscaras e as intenções também. Algumas tradições mantêm-se como os mascarados e travestidos.
Os Beijosenses foram desenvolvendo outros hábitos mais amistosos e promovem, mesmo nesta época, um são convívio.

No Vale da Loba, a cujo Bairro mais nos ligam as nossas raízes, as tradições mantêm-se firmes.
De ano para ano, procura-se atrair cada vez mais forasteiros, para reinar ao Carnaval.
Com as novas tecnologias tornou-se mais fácil difundir um pequeno programa, convidando os mascarados a comparecer no respectivo largo, mas também com farnel, para o convívio.
Têm-se servido da garagem da nossa Amiga ALBERTINA DE JESUS MARIA, onde é instalada a respectiva mesa e expostos e franqueados a quem aparecer todos os lanches que vão chegando.

Há sempre quem se disponha a acender a fogueira para amenizar os frios da época e, ao lado, é oferecido um grelhador a carvão para o churrasco de febras, frango, entremeada, enchidos, etc.

Muitos alimentos já vieram feitos de casa e foram expostos e franqueados directamente também sobre aquela mesa. Quem apareceu só para comer e beber também foi bem recebido. Valeu pelo convívio.
Não há dúvida que é uma outra forma de reinar ao Carnaval e de conviver com os amigos.
No dia 16 de Fevereiro de 2010, nós, apesar do frio e da chuva, estivemos lá e também nos associámos, apresentado o nosso lanche. Entrámos no convívio de novos e velhos, ao som de músicas gravadas difundidas por aparelhagem sonora e, assim, entre amigos, passámos um serão muito animado, bem comidos e melhor bebidos com o famoso Dão, servido daquele garrafão que o Zé Carlos apresentou.
Prometemos voltar para 2011.
Vejamos algumas imagens que colhemos este ano, também com intenção de despertar a curiosidade de muitos Beijosenses, para identificar muitos dos mascarados que não quiseram associar-se no lanche, para evitar serem reconhecidos, uma das principais facetas do convívio, o anonimato.
Contudo, toda a gente se portou bem, sem incidentes.
Todos aqueles que se dispuseram a comparecer disfarçados e se esforçaram por manter o anonimato, tiveram uma postura digna.
Entraram bem na reinação, sem exageros.
Por isso, a todos os que participaram, deixamos os nossos sinceros parabéns, com votos de que esta tradição se mantenha por muitos anos.
Alimentamos a esperança de que em 2011 haja mais forasteiros.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

BEIJÓS > E OS VESTIDOS DE AMÁLIA RODRIGUES

AMÁLIA E OS VESTIDOS QUE USOU NAS DIVERSAS ACTUAÇÕES AO LONGO DA SUA CARREIRA, NOS MAIS VARIADOS PALCOS DO MUNDO


Foi muito bom termos encontrado, no Museu da Electricidade, em Lisboa, os vestidos que Amália usara nas suas actuações nos mais variados palcos do Mundo.

São peças importantíssimas do seu rico espólio, que agora são apresentadas ao público, em conjunto.

Se Amália gostava da sua profissão, não menos gostaria de se ataviar luxuosamente, para se apresentar em público.

Aqui podemos observar uma breve descrição pessoal da maior Fadista Portuguesa de todos os tempos:















Vejamos aqui imagens de alguns dos seus vestidos:

domingo, fevereiro 07, 2010

BEIJÓS E O MEIO AMBIENTE



ESGOTOS A CORREREM PARA A RIBEIRA DO PISÃO

O aspecto das águas do Rio do Pisão, em Beijós, negra e com muita espuma nas respectivas quedas nos açudes ou levadas, e a falta de vegetação espontânea junto dos respectiva corrente intrigou-nos.


No dia 17 de Agosto de 2009, efectuámos algumas diligências junto das instalações da ETAR (?) que deveria tratar os esgotos de Aguieira e Carvalhal Redondo, no concelho de Nelas, a cerca de 150 metros a Weste da Casa Teixeira, em Aguieira e constatámos que as águas residuais são lançadas num ribeiro, a Norte, sem serem praticamente tratadas.




Esse ribeiro, pelo que apurámos, é um afluente do Rio do Pisão, para onde esses esgotos correm.



Vejamos as imagens:







A Câmara Municipal de Nelas, que é responsável pelos esgotos das Aldeias de Aguieira e Pisão (destes também iremos apresentar imagens, oportunamente, por nos parecer que também não estarão a ser devidamente tratados), em cujas localidades os esgotos estão a ser vazados para a mesma ribeira, terá muito trabalho a desenvolver, para criar infraestruturas capazes de alterar e resolver estes problemas ambientais.
Esperamos que esses trabalhos não tardem muito, porquanto, as populações de Beijos têm direito a um são ambiente e a nossa Aldeia não poderá ser o vazadouro dos detritos das populações das localidades vizinhas.







Afigura-se-nos que a Câmara Municipal de Carregal do Sal, responsável pelo meio ambiente a jusante, e a Junta de Freguesia de Beijós, a cujas autarquias deixamos o alerta, têm o dever de exigir que este tipo de coisas sejam alteradas, para bem das populações e das explorações agrícolas que ladeiam as ribeiras de onde é bombeada água para as respectivas regas.



















ETAR, que mais parece um depósito de decantação dos esgotos, está deveras degradada.























Aspecto das águas já no ribeiro, a correrem a céu aberto em direcção a Beijós, deixando um rasto de poluição e mau cheiro em todo o seu percurso.