sábado, maio 01, 2010

ANIVERSARIANTES EM MAIO DE 2010 - Beijós


ANIVERSARIANTES BEIJOSENSES

Que seja do nosso conhecimento, durante este mês, irão comemorar o seu aniversário natalício, os/as seguintes Beijosenses.

07.MAI. (1939) - Maria da Natividade Pais do Amaral
23.MAI. (1967) - Luísa Marques
28.MAI. (1945) - Fernando Marques Tavares
30.MAI. (1945) - Alexandre Abrantes Fernandes de Campos

BEIJÓS*CINCO ALDEIAS deseja-lhes um bom dia de aniversário, com muita saúde e, já agora, que nesse dia tenham muitos miminhos.

sexta-feira, abril 30, 2010

BEIJÓS > E O CONCURSO DE ADMISSÃO A AGENTES DA PSP


AGENTE DA PSP > UMA CARREIRA NOBRE E DIGNA



Está aberto pelo período de 15 dias o CONCURSO DE ADMISSÃO a 1.000 vagas para a Polícia de Segurança Pública. Podes inscrever-te em www.psp.pt na área de recrutamento da EPP. Poderás também descarregar o formulário na página da PSP e entregá-lo de acordo com as instruções. CONTAMOS CONTIGO!


quarta-feira, abril 28, 2010

BEIJÓS > E O MUSEU MUNICIPAL DE CARREGAL DO SAL

2010.ABR.08 - MUSEU MANUEL SOARES DE ALBERGARIA

Na célebre casa das correntes, como é conhecida, está instalado o Museu em epígrafe. O edifício foi construído em meados do Século XX.
Passámos para uma curta visita e relembrar um pouco do nosso passado, não muito distante.
Valeu a pena porque, além de nos darmos a conhecer, saímos mais valorizados e com vontade de passar mais vezes, sempre que haja oportunidade e as respectivas exposições nos motivem.

Ali pudemos admirar colecções de:
» Pintura;
» Escultura;
» Arqueologia;
» Etnografia;
» Armaria;

»» Além disso são inúmeros os artigos ligados à agricultura, que retratam bem a vida de outrora no amanho da terra e na preparação e transformação de alguns produtos provenientes desse trabalho.
No seu espaço exterior, junto das instalações da Biblioteca Municipal pudemos observar também estes carros de bois, que terão transportado muitos dos bens que a terra produziu, meio de transporte que muito favoreceu o homem em determinado momento. Hoje, foram substituídos nessas e noutras tarefas pelas máquinas.

Não podemos deixar de relembrar algumas partes constituintes do carro de bois, com o firme propósito de realçar as suas utilidades.

Surpreendeu-nos a representação da nossa Aldeia, Beijós. Na Secção de Arqueologia, observamos muitos artefactos recuperados principalmente no Outeiro dos Castelos e nas Chãs.

Foi muito bom. Prometemos voltar para completar a nossa visita às potencialidades que, na área do turismo, o concelho de Carregal do Sal já nos oferece.
Recomendamos vivamente uma aturada visita.

segunda-feira, abril 26, 2010

DE BEIJÓS > À MONTANHA AZUL


2010.ABR.09 - SUBIMOS À MONTANHA COM A NOSSA OBJECTIVA

Realmente é necessário, de vez em quando, parar subir à montanha e reflectir sobre tudo o que nos rodeia.
O Universo que habitamos nunca se deixou desactualizar.
A humanidade vai descobrindo e fazendo evoluir novas tecnologias, mas A SUPREMA FORÇA DA NATUREZA está acima de tudo. Em segundos destrói o esforço humano de milhares de anos.
O homem precisará de fazer mais pausas na sua vida, para reflectir sobre o meio ambiente e sobre a vida no Mundo.
Por isso, deve estar preparado para conseguir Subir à Montanha com frequência.
Esperamos que todas as montanhas a que nos propomos subir consigam renovar-nos e ensinar-nos a estar na vida de forma diferente.

sábado, abril 24, 2010

BEIJÓS > E O FURTO DO COBRE

2010.ABR.09/10 - DURANTE A NOITE, FALHARAM OS PAGAMENTOS E OS MOVIMENTOS POR MULTI BANCO

Aqueles que procuram viver sossegados no seu dia-a-dia, inesperadamente também ficam apoiados num só pé.
Aconteceu com um amigo nosso que, abastecendo de combustível o seu automóvel nas respectivas bombas no restaurante "O BEIJÓS", propôs-se efectuar o pagamento pelo Multi-Banco. Ele estava confiante e não reparou que as bombas tinham afixado um papel a prevenir que não havia pagamentos com cartão.
Depois de abastecer e no momento de pagamento é que foi informado verbalmente da existência do aviso.
Não teve grandes problemas, porque sendo natural de Beijós e conhecido do responsável pelas bombas, a gasolina com que abasteceu o carro foi creditada em seu nome, para um pagamento posterior.
Todavia, quantos cidadãos desconhecidos se deslocaram às bombas, com o propósito de atestarem os depósitos dos seus veículos, e tiveram que ir embora sem abastecer ou fizeram ginástica para reunir os cêntimos/€ que ainda possuíam para efectuar os pagamentos.
Quanta preocupação tal situação também trouxe ao responsável daquele posto, para evitar situações embaraçosas nas suas cobranças.
O nosso amigo procurou apurar o que se terá passado, para que a freguesia de Beijós tivesse ficado privada de comunicações telefónicas.
Obteve como resposta: "Consta-se que roubaram cerca de 200 m de cabo telefónico de cobre, nesta rede".
Na Aldeia, então, eram constantes as lamentações, por causa de não haver telefone.
Os comerciantes deixaram de fazer muitos negócios, porque os seus clientes contavam com o pagamento MB e não tinham com eles o dinheiro moeda.
Quem necessitou de levantar dinheiro nas caixas MB teve que se deslocar a outras localidades, porque em Beijós não funcionava
Pelo que apurámos, a situação só foi normalizada no dia 13 de Abril, cerca das 10;00, cuja operadora, a PT, como justificação para aquela anomalia, terá confirmado a furto do cabo.
Como o furto terá ocorrido na noite de 09 para 10 de Abril, ao início de um fim de semana, a PT, ainda que tenha recebido as reclamações dos seus clientes, não se apressou a ultrapassar a dificuldade, restabelecendo as ligações somente três dias depois.
Contudo, os utentes daquela rede, uma vez que é frequente este tipo de avarias e as mesmas justificações, têm o direito de pôr em causa tal argumento para justificar alguma inoperância da parte da empresa, principalmente aos fins de semana.
Também, se são frequentes este tipo de furtos, terá que haver encaminhamento das denúncias para os Tribunais para serem devidamente investigados e punidos os seus autores.
Se estes furtos, que tornam inoperacionais os meios de comunicação, caiem no domínio público, o cidadão comum pode denunciá-los e a respectiva empresa terá o dever de o fazer.
A ser verdade o furto dos cabos, estaremos perante uma rede criminosa, os que roubam o cobre e os que o receptam.
Porém, é desejável que a GNR daquela zona, sem contabilizar despesas que tenha que fazer, esteja mais atenta a este tipo de coisas, para evitar muitos constrangimentos dos contribuintes, que contam com a sua permanente protecção.

quinta-feira, abril 22, 2010

BEIJÓS > E A TROCA DAS CRUZES NO RIO MONDEGO

111600ABR2010 - MUITOS OUVIRAM O CHAMAMENTO DO SENHOR

"A fé é a capacidade de suportar dúvidas" » Como São Tomé > (São João 20:27,28,29).

E apresentaram-se alegres e confiadamente junto à fonte, para assistirem à Missa Campal Celebrada pelo Reverendo Padre José António das Paróquias de São João de Areias e de Currelos.
O Sol, que raiou logo pela manhã, aqueceu aquela tarde na margem direita do Rio Mondego, onde aquela ponte se apoia.
Apesar de ainda apresentarem poucas folhas, aqueles plátanos já abrigaram muitos dos fiéis, com a sua ténue sombra.
Outros, como aconteceu com o nosso enviado, para terem sombra, valeram-se do guarda-chuva, e evitaram usar boné durante as celebrações.
Naquele Vale do Mondego ecoavam as palavras de Jesus, entoadas pelo Celebrante.
Apesar da distância, Ele sempre foi falando também para todos aqueles que se encontravam na margem esquerda do Rio, mais próximos do Santuário Jubileu 2000.
Por isso, naquela Eucaristia estiveram todos aqueles que se deslocaram "À Ponte Nova do Mondego".
Mais um ano em que foi cumprida a tradição do encontro das Paróquias de Currelos, concelho de Carregal do Sal, Diocese de Viseu, e de Póvoa de Midões, concelho de Tábua, Diocese de Coimbra, para a Troca das Cruzes, a meio da ponte que liga as duas margens do Mondego.
Uma cerimónia cheia de significado para aquelas duas paróquias.
Gostámos.
Ambas as Paróquias estão de Parabéns.
Estamos convencidos de que os laços de amizade entre os povos de ambas as margens, a cada ano, saem mais fortalecidos.
Por isso vamos continuar a pedir a Deus para que continue a abençoar a ideia deste encontro.

Às 17;30, a meio da Ponte Nova, ambos os Padres se abraçaram, num gesto simbólico, representando o abraço amigo e fraterno de ambos os povos, e trocaram as cruzes, prosseguindo o Cortejo precedendo a Multidão, em direcção ao Santuário, onde foram encerradas as cerimónias e a Época Pascal.

O Nosso Querido Amigo Hermínio da Cunha Marques mais uma vez nos brindou com um dos seus belos Poemas, que fez questão de ler para que todos escutassem, poema esse que aqui reproduzimos, para que também possa ser lido pelos nossos estimados visitantes.

terça-feira, abril 20, 2010

BEIJÓS > E A FESTA DA NOSSA SENHORA DAS PRECES » NO PENEDO


2010.ABR.05 - PENEDO* VISITA PASCAL* E A FESTA DA NOSSA SENHORA DAS PRECES

Estivemos nesta Festa.
As populações da Aldeia de Penedo, Paróquia de Lageosa do Dão, concelho de Tondela, empenham-se profundamente para que a sua Aldeia, ainda que pequenina, com cerca de 50 famílias, brilhe.

A visita Pascal, como vem sendo hábito, foi efectuada pela Comissão das Festas, que percorreu todas as casas da Aldeia levando a mensagem de Jesus Ressuscitado, evocando a paz e a harmonia entre todos os Penedenses.
Todos os anos estão nesta festa centenas de pessoas, quando não milhares.
A Missa, presidida pelo Reverendo Padre Arnaldo, teve início às 16;00, abrilhantada pelas vozes do Coro Paroquial de Lageosa do Dão. Em seguida a Procissão percorreu as Ruas da Aldeia, ao compasso da Banda Filarmónica de Santar-Nelas.
Foi uma brilhante Festa, de que os Penedenses muito se orgulham, por terem conseguido contagiar com a sua alegria todos os cidadãos que nela tiveram o prazer de se enquadrar.
Aldeia pequenina, mas populações com enorme coração, porquanto, no final das cerimónias religiosas, fizeram questão de apresentar um lanche para todas as pessoas que estavam na povoação e se quiseram associar à merenda.

QUADRO DE HONRA




Este ano a Comissão de Festas teve trabalho acrescido. Desde a sua nomeação, em 2009, logo se empenhou profundamente.
Os seus membros pediram o apoio das mais diversas entidades públicas e privadas, em conjunto com a Fábrica da Igreja de Lageosa do Dão, conseguiram restaurar o Santuário da Nossa Senhora das Preces.

Pelo esforço desenvolvido e para perpectuar o reconhecimento público do seu trabalho, foi editado o Quadro de Honra onde constam os respectivos nomes.
Este maravilhoso quadro ficará exposto no interior do Santuário.
O nosso conterrâneo BERNARDINO BAPTISTA PEIXEIRA, que enquadrou a Comissão cessante, passou a constar no referido quadro.

Os nossos Sinceros Parabéns, à respectiva Comissão e a todos os habitantes do Penedo, pela excelente festa e pelo acolhimento que proporcionaram aos visitantes.

domingo, abril 18, 2010

BEIJÓS > E O SOM DO PENICO


2010.ABR.08 - AS NOVAS FUNÇÕES DO PENICO - NA PÁSCOA DE 2010

Foi longa a nossa caminhada, mas valeu a pena.
Visitámos a Aldeia onde São Simão é patrono.
Subimos ao Viso.
Descemos à Terra onde mora São Silvestre e, a caminho do Santo Antão, encontrámos esta preciosidade no ponto mais alto da cerejeira.
A árvore, vaidosamente, exibe os seus ramos floridos, qual Altar ao Bom Deus que sempre nos premia, no meio daquela vinha, que, seguindo as normais regras da natureza, está preparada para mais uma época de produção do bom vinho do Dão, naqueles terrenos soalheiros.
O proprietário, presumimos que seja pessoa precavida, antes de nascerem os frutos, colocou a artesanal caravela, para ir prevenindo as aves de que também ele quer degustar algumas cerejas.
Compreendemos bem as suas intenções.
Mas o toque daquele engenho muito nos surpreendeu.
Já há muitos anos que não viamos coisa igual por aquelas bandas.
Foi bom!
A outra surpresa foi o tambor escolhido para a caravela.

Aquele penico em esmalte azul, que terá tido outras utilidades em tempos idos, estamos seguros de que terá visto paisagens bem diferentes, quem sabe, até outros ocultos matagais, agora foi colocado à vista dos pinheiros, por forma a arejar abundantemente e disso dar sinal, sempre que passam por si as correntes ventaneiras.
Não há dúvida que a vida dá muitas voltas.
Não são só os humanos que mudam de cenário e escolhem outros ambientes.
Este penico também terá tido a sorte de, no final da sua estadia por terras de Moreira-Nelas, ter sido aproveitado para ajudar a espantar as aves, no Alvo jardim.
Não terá sido em vão a sua selecção para tão honrosa função.

O som que difunde é o ideal para o local e para tão útil tarefa que desempenha.

sábado, abril 17, 2010

BEIJÓS > DOMINGO DE PÁSCOA 2010

PÁSCOA

Passagem da morte à vida.
Tempo de passagem, tempo de mudança.
Páscoa - Primavera época em que na natureza animais e plantas reaparecem.
É uma boa altura para nos reinventarmos e de buscarmos novas oportunidades.
Se, para realizarmos determinadas obras nos faltou coragem, talvez seja uma boa época para inovar e reiniciar a caminhada rumo à vitória.
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2010.ABR.04 - DOMINGO DE PÁSCOA E A VISITA PASCAL

Ano após ano sempre aparece qualquer coisa de novo em Beijós.
Há cerca de uma dúzia de anos que as festas religiosas da Páscoa têm vindo a sofrer alterações.
Os Padres têm celebrado a Missa Dominical e depois entregam a visita Pascal aos leigos, incluindo na equipa um seminarista.
Atentando na falta do padres, os Beijosenses lá se vão resignando e têm aceitado estas alterações.
O Reverendo Padre José Júlio, então, estando entregue também da Paróquia de Cabanas de Viriato, não estava na Visita Pascal de qualquer das paróquias:
a) - Em Cabanas deixava que ela fosse realizada pelos Padres Franciscanos, que se deslocavam da cidade do Porto.
b) - Em Beijós orientava a visita com os leigos e com o seminarista, tendo ele depois o cuidado de supervisionar o trabalho por eles realizado.
Assim, não havia razão para que os Beijosenses se sentissem discriminados.
NO ANO DE 2009
Quando já se falava que não ia haver Padre para a Visita Pascal, inesperadamente, o Senhor Bispo de Viseu enviou o Rev. Padre Mário, Reitor do Seminário Maior da Diocese, que muito animou a visita aos paroquianos.
NO ANO DE 2010
As celebrações pascais trouxeram outras surpresas aos Beijosenses.
O Rev. Padre Valmor não celebrou Missa na nossa Aldeia e enviou a Beijós as irmãs Manola e Glória (Freiras residentes em Currelos), para as celebrações e para a visita Pascal.
Nós estivemos lá e constatámos que a irmã Manola seguiu todas as práticas religiosas de uma Missa Tradicional, com excepção da Consagração. Contudo, ela esclareceu que o Rev. Padre Valmor deixara tudo preparado para que fosse servida a comunhão, tornando tudo mais fácil.

No final dos actos litúrgicos, seguiu-se a visita Pascal normalmente.
Notámos que um ou outro Beijosense demonstrava alguma tristeza, mas, por entre algumas vozes dissonantes, havia sempre uma outra a contrapor e a aconselhar calma, paciência e ponderação, na viva esperança de que o Sol voltará a brilhar e a aquecer a nossa Paróquia.
Apraz-nos salientar e enaltecer a forma como os Beijosenses viveram este dia.
Enquanto a Visita Pascal decorria, as pessoas, como de costume, iam-se movimentando pelas ruas da nossa Aldeia, num são convívio com grupos de amigos que iam encontrando pelo caminho.
Afinal a Visita Pascal também serviu e servirá para reforçar os laços de amizade entre Beijosenses, os que estão e os que chegam e que, depois, têm que regressar aos seus afazeres noutras paragens!
Os Beijosenses não podiam ter outra postura. É mesmo assim a forma de estar desta gente trabalhadora, ordeira e honesta.
Os Nossos sinceros Parabéns!
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Difundimos algumas fotos para melhor ilustrar como se viveu o Domingo de Páscoa na nossa Aldeia.

sexta-feira, abril 16, 2010

NAS MÃOS DE DEUS - Beijós



QUANDO OS AMIGOS NOS DEIXAM







No dia 15.ABR.2010, em Viseu, faleceu JOSÉ FERNANDO (o Fernando do Zé Maria, como também era conhecido), nascido em Beijós a 09.JUL.1931.



« Foto de 23.JUN.2009





Estão a ser ultimados os preparativos para que o seu funeral se realize durante a tarde de 17 de Abril de 2010, no Cemitério Paroquial de Beijós.
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No dia 14.ABR.2010, em Viseu, faleceu JOSÉ BERNARDO DO NASCIMENTO, nascido em Beijós a 20.JUL.1930. Foi a sepultar no Cemitério Paroquial da nossa aldeia.




« Foto de 24.JUN.2009


Resta-nos a resignação por os vermos partir, recordando, com estas fotos, alguns dos bons momentos que com eles convivemos.
BEIJÓS*CINCO ALDEIAS, nesta hora de luto e dor, envia os mais sentidos pêsames às famílias enlutadas.

quinta-feira, abril 15, 2010

BEIJÓS > EM SEXTA FEIRA SANTA 2010


2010.ABR.02 - SEXTA FEIRA SANTA

Depois das cerimónias na Igreja Paroquial de Beijós, como os mais anos, seguiu-se a Procissão da Paixão pelas Ruas da Nossa Aldeia.
O tempo, ainda que chuvoso, abriu umas tréguas.
A Procissão ainda chegou ao Lugar de Além, mas, aquando do regresso para seguir para o Areal, a chuva começou a cair e, para evitar que o Palio se molhasse, que iria estragar-se, o Reverendo Padre Valmor decidiu regressar à Igreja, dando por findos os actos religiosos, daquele dia.
Apesar do mau tempo, tudo correu bem e juntou muitos Beijosenses, conforme podemos observar pelas fotos.

quarta-feira, abril 14, 2010

BEIJÓS > DOMINGO DE RAMOS 2010

2010.MAR.103028 - DOMINGO DE RAMOS

Mais um ano em que a tradição se cumpriu a partir do Miradouro do Outeiro da Cadina.
Os Beijosenses, evocando a entrada Triunfal de Jesus em Jerusalém (Mateus 21.1-11), compareceram com o seu ramo de oliveira naquele maravilhoso local.


Ali o Reverendo Padre Valmor iniciou as cerimónias, com a bênção dos Ramos, seguindo-se a habitual procissão enquadrando todos os fiéis, rumo à Igreja Matriz, onde foi Celebrada a Missa Dominical.
Estas celebrações já é tradição serem as mais concorridas do ano. Jovens, ou mais idosos, todos os Beijosenses se apresentam com o seu ramo de oliveira, para participarem nas cerimónias.
Dado que o Miradouro tem acessos pelas duas encostas do outeiro, a Procissão dos Ramos é feita alternadamente, um ano por uma outro ano pela outra encosta. Por isso, como nos é dado observar, os anos pares (2010) desceu pelo Vale da Loba, os anos ímpares (2011) descerá pelo Areal.

terça-feira, abril 13, 2010

CONVÍVIO DE BEIJOSENSES QUE CELEBREM O MEIO SÉCULO EM 2010

2010.AGO.21 - IRÁ REALIZAR-SE EM BEIJÓS O CONVÍVIO DOS CIDADÃOS QUE NASCERAM NO ANO DE 1960

Boa iniciativa. Dificilmente se consegue percorrer outro meio século.
Pelos comentários que ouvimos em Beijós há muitos Beijosenses que aderiram ao evento. Também já conseguiram arrastar pessoas das aldeias vizinhas para estarem nesta festa.
Esperamos que tudo corra bem e que o programa seja devidamente cumprido.
Além disso todos estarão com pedalada para conseguir alcançar o outro meio século.
Que Deus os ajude nessa caminhada.
Daqui vai o nosso apelo a todos os Beijosenses, nascidos em 1960, espalhados pelo Mundo para passarem nesse dia por Beijós e marcarem a presença nesta festa que estamos convencidos de que vai prometer.
Também poderão aproveitar as festas do povo que, ao que apurámos, se realizarão nessa mesma altura. Podem cumprir assim aquele provérbio popular, "... matam dois coelhos com uma só cajadada".

sábado, abril 03, 2010

DE BEIJÓS > A TOLEDO II




TOLEDO »» EGAS MONIZ E O EXEMPLO DE LEALDADE


Verificámos que o tema ainda não está esgotado.
Por isso vamos procurar desenvolvê-lo numa perspectiva histórica, com base nalguns tópicos que encontrarmos nas nossas pesquisas.

»» Em "A MONARQUIA PORTUGUESA" R.D.
Observámos:
EGAS MONIZ OU O DRAMA DA FIDELIDADE
"Todas as nações têm os seus mitos. Sobretudo quando são muito antigas e mergulham raízes na Antiguidade ou na Idade Média. Antes da divulgação da imprensa, quando o saber se transmitia oralmente ou em manuscritos que reviviam pela arte da cópia, quando a memória colectiva se alimentava de coisas difíceis de explicar, coisas admiráveis e espantosas que podiam ser exemplos a seguir ou desgraças a evitar, criavam-se, sabe Deus como, estórias capazes de dar vida a um morto, de dar fé a um céptico, de dar esperança a um desesperado. E as velhas nações viviam destas estórias; e a má sina afugentava-se diante desses exemplos. Assim foi, durante séculos e séculos, com Egas Moniz e a sua alta fidelidade.
Toda a gente sabe de cor, mesmo sem recorrer aos Lusíadas, a linda estória: o aio a salvar o infante, prometendo sob sua palavra e nela empenhando a do senhor, vassalagem leal ao rei de Leão e Castela; a ousada atitude do infante: vassalagem só ao papa e a mais ninguém na Terra; e a mísera condição a que se sujeita com mulher e filhos, o nobre, mil vezes nobre, Egas Moniz. Lá vai ele «com seus filhos e mulher», «descalços e despidos», para «pagar com a vida o prometido».
Veio a história-ciência e apagou a história-vida. Outro saber se sobrepõe àquele saber mais antigo e venerando: não há fundamento; a própria escultura estoriada que, no túmulo de Paço de Sousa, metia pelos olhos dentro o acontecido resulta de artifício técnico; e outro episódio a este semelhante, mas bem posterior e bem alheio a nós, vem substituir a crença ingénua e fecunda. E este é o segundo drama da fidelidade: não existiu. Melhor! Temos de o reinventar..."(Pg. 280)
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CAMÕES CANTOU ASSIM:

[Os Lusíadas - Canto III]
(...)
35
Não passa muito tempo, quando o forte
Príncipe em Guimarães está cercado
De infinito poder, que dessa sorte
Foi refazer-se o imigo magoado;
Mas, com se oferecer à dura morte
O fiel Egas amo (1), foi livrado;
Que, de outra arte, pudera ser perdido,
Segundo estava mal apercebido.
36
Mas o leal vassalo (2), conhecendo
Que seu senhor não tinha resistência,
Se vai ao Castelhano, prometendo
Que ele faria dar-lhe obediência.
Levanta o inimigo o cerco horrendo,
Fiado na promessa e consciência
De Egas Moniz; mas não consente o peito
De moço ilustre a outrem ser sujeito.
37
Chegado tinha o prazo prometido,
Em que o Rei Castelhano já aguardava
Que o Príncipe, a seu mando submetido,
Lhe desse a obediência que esperava.
Vendo Egas que ficava fementido (3),
O que dele Castela não cuidava,
Determina de dar a doce vida
A troco da palavra mal cumprida.
38
E com seu filhos e mulher se parte
A alevantar co eles a fiança,
Descalços e despidos, de tal arte
Que mais move a piedade que a vingança.
Se pretendes, Rei alto, de vingar-te
De minha temerária confiança,
Dizia, eis aqui venho oferecido
A te pagar coa vida o prometido.
39
Vês aqui trago as vidas inocentes
Dos filhos sem pecado e da consorte (4);
Se a peitos generosos e excelentes
Dos fracos satisfaz a fera morte,
Vês aqui as mãos e a língua delinquentes:
Nelas sós experimenta toda a sorte
De tormentos, de mortes, pelo estilo
De Sínis (5) e do touro de Perilo (6).
40
Qual diante de algoz o condenado,
Que já na vida a morte tem bebido,
Põe no cepo a garganta e, já entregado,
Espera pelo golpe tão temido:
Tal diante do Príncipe indignado
Egas estava, a tudo oferecido.
Mas o Rei vendo a estranha lealdade,
Mais pode, enfim, que a ira a piedade.
41
Ó grão fidelidade Portuguesa
De vassalo que a tanto se obrigava!
Que mais o Persa fez naquela empresa -> (7)
Onde rosto e narizes se cortava?
Do que ao grande Dário tanto pesa,
Que mil vezes dizendo suspirava
Que mais o seu Zopiro são prezara
Que vinte Babilónias que tomara. -> (7)
(...)
****************************************************
(1) - Egas Moniz, aio de D. Afonso Henriques;
(2) - Egas Moniz;
(3) - Sem cumprimento, perjuro;
(4) - Esposa;
(5) - Salteador dos arredores do Corinto que atava os viandantes que lhe caíam nas mãos aos ramos de duas grossas árvores encurvadas à força até ao chão e, soltando-as de repente, assim fazia despedaçar os corpos das vítimas;
(6) - Mecânico, inventor de um touro de bronze, oco, em cujo interior eram lançadas as vítimas do tirano Fálaris, de Agrigento, e queimadas pelo fogo ateado por debaixo do touro;
(7) - O Persa [...] tomara - Zópiro, para conseguir que Babilónia fosse tomada por Dario, que havia muito tempo a estava cercando, mutilou-se, cortando o próprio nariz e as orelhas, e apresentou-se assim aos sitiados, fingindo-se vítima de Dario. Os Babilónio, acreditando em Zópiro, deram-lhe a chefia das tropas, as quais ele logo entregou, juntamente com a cidade, aos Persas.
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Oh ETERNA FIDELIDADE
Quem pudera guardá - la em tudo e para tudo na vida.
Palavra que mais cimenta a confiança entre as pessoas e entre os povos.

quinta-feira, abril 01, 2010

ANIVERSARIANTES EM ABRIL DE 2010 - Beijós

ANIVERSARIANTES BEIJOSENSES

Durante este mês, que tenhamos conhecimento, vão comemorar o seu aniversário natalício, os/as seguintes Beijosenses.



«« (Imagem retirada da net)




02.ABR.(1929) - Maria Amélia Baptista
04.ABR.(1964) - Armindo Soares Augusto
05.ABR.(1924) - Maria Idalina Coelho
21.ABR. (1943) - Maria da Anunciação Pais do Amaral
22.ABR. ( 1972) - Fernando Amaral Pais
27.ABR. (1923) - Maria Francelina Coelho Baptista


BEIJÓS*CINCO ALDEIAS deseja - lhes que passem um dia de aniversário muito feliz, com muita saúde, na companhia de todos os seus familiares e amigos.

segunda-feira, março 29, 2010

DE BEIJÓS > A IDANHA-A-VELHA - PORTUGAL - Na Rota das Aldeias Históricas


2009.OUT.05 - IDANHA-A-VELHA

Para quem a visitou uma única vez e, como se diz em Beijós, "de repelão"(de fugida), não é fácil falar desta Aldeia Histórica, que nos fascinou.
Situada no coração da Beira Baixa, concelho de Idanha-A-Nova, Distrito de Castelo Branco - Portugal, tem muito bem guardado um tesouro arqueológico, ruínas que restam de uma cidade romana, do Século I, a.C..
Inserida no território da CIVITAS IGAEDITANORUM, foi, mais tarde, município romano.
Encontramos ali diversos vestígios que evidenciam a permanência dos romanos, designadamente:
- Porta Norte e a respectiva muralha
- Sé Catedral - (Séculos VI e VII)
- Habitação Romana - (Séculos I-II e IV )
- Torre dos Templários - (Construção militar do século XIII - cujo espaço foi o forum romano do século I- erigida sobre o podium - onde terá sido um templo romano dedicado a Venus).
- Pelourinho - ( de estilo manuelino)
- Igreja Matriz - antiga Misericórdia
- Forno Comunitário
- Capela de São Dâmaso
- Palheiros de São Dâmaso
- Ponte de origem romana - sobre o Rio Ponsul - eixo de ligação entre Mérida (Emérita Augusta) e Braga (Bracara Augusta) na Idade Média.
- Capela do Espírito Santo - Século XVI - XVII
- Necrópole Romana
- Capela de São Sebastião - Século XIX
- Lagar de Varas - (onde era esmagada a azeitona e extraído o seu azeite) *
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Ali encontramos um conjunto excepcional de lápides funerárias e variado espólio disperso, que ainda está a ser tratado.
Foi no período VISIGÓTICO, sob o nome da EGITÂNEA, que esta povoação atingiu momentos áureos de desenvolvimento. Foi sede de diocese desde 599 e centro de cunhagem de moeda em ouro (Trientes).
Depois foi ocupada pelos Árabes, até que, durante a reconquista, foi tomada pelo Rei de Leão, D. Afonso III.
Aquando da fundação de Portugal, já fazia parte do Condado Portucalense, tendo, então, sido entregue aos Templários, por D. Afonso Henriques.
Em 1229, D. Sancho II deu-lhe foral.
Em 1319, D. Dinis, nas tentativas de repovoamento, incluiu-a na Ordem de Cristo.
Em 1510, D. Manuel I, instituiu-lhe novo foral, destacando-se desse facto o Pelourinho.
Em 1762, figurava como vila na comarca de Castelo Branco.
Em 1811, ficou anexa a Idanha-A-Nova.
Em 1821, tornou-se sede de um pequeno concelho, extinto em 1836.
A desertificação da região impôs que fossem tomadas outras medidas e IDANHA-A-VELHA, no quadro histórico, foi considerada Monumento Nacional.
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A visita que ali fizemos enriqueceu os nossos conhecimentos. Todavia, estamos apostados em regressar, mas com maior permanência, para melhor desfrutar das suas riquezas naturais e degustar a rica gastronomia daquela região.

* (Prometemos falar deste Lagar numa próxima oportunidade).

sábado, março 27, 2010

DE BEIJÓS > ENTRÁMOS NA ROTA DAS ALDEIAS HISTÓRICAS

NA CIDADE DA COVILHÃ


2009.OUT.02 - A MEIO DA TARDE, INSTALÁMO-NOS NA QUINTA DE SANTA IRIA







Numas instalações maravilhosas, dali pudemos desfrutar das singulares paisagens e dos puros ares da Serra da Estrela.








As nossas intenções eram de estarmos no Festival Aéreo da Covilhã, para nos deliciarmos com as brincadeiras das aeronaves lá no alto, cruzando os céus. Foi o que fizemos durante a manhã de 2009.OUT.03.











2009.OUT.03 - À TARDE, PASSÁMOS POR SORTELHA E POR BELMONTE





A seguir ao almoço decidimos visitar SORTELHA, aldeia histórica que nos oferece sempre qualquer coisa de novo.




Passámos depois por Belmonte, para rever os lugares que já conhecíamos.












De novo, encontrámos o Museu dos Descobrimentos... que, impossibilitados perante o adiantado da hora, oportunamente, prometemos visitar.








2009.OUT.04 - VOLTÁMOS PARA O FESTIVAL AÉREO NA COVILHÃ


Ocupámos todo o tempo no air show e na cidade da Covilhã. Tínhamos que fazer os preparativos para o regresso a casa.











2009.OUT.05 - IDANHA-A-VELHA - CONTINUANDO NA ROTA DAS ALDEIAS HISTÓRICAS













O Sol raiou logo pela manhã, prometendo um dia com temperatura amena, naqueles primeiros dias de Outono.
Partindo da Covilhã, pelas 09;00h, com passagem pelo Fundão, lá rumámos a Idanha-A-Velha, ansiosos por gravar um pouco da sua história.
O espaço que nos separava não foi fácil de percorrer, perante as dificuldades de acesso que encontrámos, por estreitas e tortuosas estradas.

Ultrapassadas as dificuldades, um pouco à pressa, percorremos a Aldeia e dela conseguimos gravar muitas das suas belezas, num total de 226 imagens que passaram a fazer parte do nosso espólio.

Mas não podíamos perder muito tempo, porque tínhamos ainda muito caminho a percorrer, por Leiria, Coimbra e regressar ainda a Lisboa.
Almoçar naquela Aldeia seria impossível, porque, num feriado de comemoração da implantação da República Portuguesa, o restaurante estava encerrado.
Aconselharam-nos a associar-nos aos caçadores que, ali, então, preparavam a sua festa dos primeiros dias de caça de 2009.
Ainda fomos observar a festa, mas o acepipe, grão cozido com o bacalhau, ainda se rebolava naquele panelão de alumínio ultra-forte que suportava a incandescência do lume do fogão, na cozinha quase improvisada.
Não nos garantiram que pudessem atender-nos, porque em primeiro lugar seriam servidos os membros da equipa, que ainda estavam a chegar.
Não tínhamos tempo a perder porque, entretanto, as nuvens começaram a tapar o azul do céu, prometendo alguma chuva, e ainda tínhamos muitos quilómetros para percorrer.
Decidimos rumar a Idanha-A-Nova, contudo alguém nos tinha falado de um restaurante na Aldeia de Ladoeiro o que, apesar de estar ainda a alguns quilómetros de distância, nos incentivou a prosseguir à sua procura.
Apesar da distância valeu a pena. Na Estrada Nacional que liga a Idanha-A-Nova, n.º 45-A, encontrámos o restaurante "LAMBRETAS" - Telefones 961 209 186 / 934 676 955, que, servindo a refeição a € 7,50, por pessoa, colocou uma mesa farta à nossa disposição, com comida regional, que nos deu o ânimo suficiente para o resto da viagem.
Prometemos voltar a percorrer aqueles locais, mas com mais tempo.
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(-->] Domingo de Ramos)

sexta-feira, março 26, 2010

DE BEIJÓS > A MONTEMOR-O-VELHO - A Época da Lampreia


2009.NOV.09 - VIAGENS NO VALE DO MONDEGO - FIGUEIRA DA FOZ - PORTUGAL

Decidimos visitar Montemor-O-Velho, uma Vila Histórica Portuguesa que guarda muito do Património Cultural Português.
Possui vestígios de Antigos Povos que ocuparam a península. Depois foi governada por nobres do Reino de Leão e Castela. Mais tarde, por nobres da confiança de D. Teresa...
Foi muito bom percorrer as ruas daquela Vila nas imensas planícies dos arrozais da Figueira da Foz.
Além da fortaleza que se ergue sobranceiramente à Vila, em cada casa e em cada canto vimos os vestígios da História de Portugal e da cultura desenvolvida através dos tempos, principalmente no campo musical.
Muitos monumentos, muita arte de várias épocas.
Deixamos algumas imagens, para ilustrar os nossos comentários e documentar os passos que demos.

A LAMPREIA

Todavia, não podíamos passar indiferentes a outras riquezas.
Além da produção de cereais da criação do gado, aquela região tem a sua gastronomia própria facilitada pela abundância de peixe que o Rio Mondego alberga no seu leito.

Entre os fins de Janeiro e meados do mês de Abril, a área de Montemor-O-Velho desenvolve na sua actividade turística a confecção das refeições que incluem a lampreia do Mondego.
Prato, não muito barato, mas muito apreciado por uma grande parte da população portuguesa.
Por isso afigura-se-nos estar muito bem incluído nos roteiros turísticos de Portugal.

terça-feira, março 23, 2010

VERSANDO A VERDADE


« (Foto retirada da net)




NASCER

- Mamã! - Como é que eu nasci?
A avó disse-me que vim de França.
O avô que nasci duma flor.
Se calhar estão-me a enganar!...
Não foi de França nem da flor!...

- Mamã! - Eu vi nascer o cavalinho!
Saiu da barriga da mãe!
Não sei por onde, mas eu vi!
A mãe dele estava deitada!
- Mamã! - Como é que eu nasci?

Nasceste como o cavalinho.
Os avós estavam a brincar contigo!
- Respondeu-lhe a mãe com carinho.
Logo, mais logo, eu digo.

(Autor desconhecido)

segunda-feira, março 22, 2010

BEIJÓS > E O DIA MUNDIAL DA ÁGUA 2010


DIA MUNDIAL DA ÁGUA


« ( Foto da Ribeira do Poço Negro - 2009.ABR.14)



Hoje, 2010.MAR.22, assinala-se o Dia Mundial da Água.
Através de uma resolução (A/RES/47/193, de 22 de Fevereiro de 1993, a ONU adoptou o dia 22 de Março de cada ano como sendo O DIA MUNDIAL DA ÁGUA (DMA), de acordo com as recomendações da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.

Nesse período, vários Estados foram convidados a realizar no dia actividades concretas que promovam a consciencialização pública, através de publicações e difusão de documentários e a organização de conferências, mesas redondas, seminários e exposições relacionadas com a conservação e desenvolvimento dos recursos hídricos.

A comemoração do Dia Mundial da Água traz um alerta, pois, segundo dados da ONU, prevê-se que, em 2050, dois biliões de pessoas sofrerão com a escassez de recursos hídricos.
Apenas três por cento de toda a água terrestre é própria para consumo. A água é o elemento que deu origem e sustenta a vida no planeta Terra.
Sem a água, nenhuma espécie vegetal ou animal, incluindo o homem, sobreviveria.
Cerca de setenta por cento da alimentação e do corpo humano são constituídos por água.
Mais de metade de todas as espécies de animais e plantas do mundo é aquática. Os oceanos, os mares, os glaciares, as neves, os lagos e os rios cobrem aproximadamente dois terços da superfície da Terra.

Os cientistas calculam o seu volume total em 1,42 biliões de quilómetros, sendo a maior parte (95,1 por cento) desse volume águas salgadas dos mares e oceanos.
Os 4,9 por cento restantes são constituídos por agua doce, distribuída entre glaciares polares, que ocupam 97 por cento desse precioso volume, e a água na forma líquida, disponível para o uso, cujo volume é estimado em pouco mais de dois milhões de quilómetros.
Assim, 99,9 por cento das águas do planeta são salgadas ou permanentemente congeladas.
Ainda no dia 22 de Março de 1992, a ONU divulgou também um importante documento: a "DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA"
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TEXTO

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA

Art.º 1.º - A água faz parte do património do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.
Art.º 2.º - A água é a seiva do nosso planeta. Ela é a condição essencial de vida de todo o ser vegetal, animal e humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura e a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado no Artº. 3.º da Declaração dos Direitos do Homem.
Art.º 3.º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimónia.
Art.º 4.º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus cíclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.
Art.º 5.º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. A sua protecção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem, para com as gerações presentes e futuras.
Art.º 6.º - A água não é uma doação gratuita da natureza. Ela tem um valor económico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.
Art.º 7.º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, a sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas actualmente disponíveis.
Art.º 8.º - A utilização da água implica o respeito à lei. A sua protecção constitui uma obrigação jurídica para todo o homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art.º 9.º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua protecção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social.
Art.º 10.º - O planeamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão da sua distribuição desigual sobre a Terra.
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COMO CUIDAMOS DAS ÁGUAS EM BEIJÓS?

Já aqui abordámos a questão em "BEIJÓS > E O MEIO AMBIENTE" e cujo tema também vimos tratado em BARÓMETRO BEIJOSENSE.

Abordámos os problemas da poluição da água na nossa freguesia ou região.

Não nos perturba o desdém de algumas pessoas, quando falamos deste assunto, porquanto estamos conscientes de que a água é mais preciosa do que qualquer capricho. Temos a firme convicção de que estamos no caminho certo e a zelar por um bem comum dos Beijosenses.

O BARÓMETRO BEIJOSENSE então, lançou um alerta sobre a poluição das águas que todos nós, na nossa Aldeia e as populações das aldeias vizinhas, normalmente consumimos e consomem colhendo-a nos Chafarizes de Beijós, junto à ponte do centro do Povo.

Vimos que a base para falar do tema foi um cartaz que a Junta de Freguesia colocara no chafariz, com a mensagem "ÁGUA IMPRÓPRIA PARA CONSUMO" cujo problema acontecera no mês de Dezembro, haverá mais de uma dúzia de anos, depois de um longo período de chuva.

Realmente, temos que ganhar consciência de que quaisquer detritos lançados no solo, com o decorrer do tempo e com as águas das chuvas se vão infiltrando, poluem os terrenos e chegaremos a determinado momento que as águas irão ficar, irremediável e permanentemente, impróprias para o consumo humano.

Não nos parece que alguém, autarquias ou responsáveis pela situação, tenha tomado medidas para resolver esses problemas.

Todavia, observando o aspecto das águas das ribeiras que atravessam ou circundam BEIJÓS, pudemos observar que os esgotos de Aguieira e Carvalhal Redondo, do Pisão de Moreira e de Santar, localidades do concelho de Nelas, estão todos a ser lançados para a Ribeira que passa a Norte da nossa Aldeia.

Mereceram-nos especial destaque os esgotos de Carvalhal Redondo e Aguieira, que se juntam no final da Rua dos Teixeiras, a Poente desta última localidade, onde foram construídos uns tanques que de nada servem e cujos esgotos são lançados a céu aberto, sem qualquer tipo de tratamento para um ribeiro, afluente da Ribeira do Pisão.

Estamos esperançados de que as autarquias que os Beijosenses elegeram, se imponham no cumprimento da DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DA ÁGUA, por forma a zelarem pela saúde das populações e pela resolução atempada destes problemas.

VAMOS ESPERANDO!

sábado, março 20, 2010

DE BEIJÓS > A TOLEDO

NAS NOSSAS VIAGENS A ESPANHA VIMOS TOLEDO POR FORA - (2008.SET.04)
Subimos ao monte a Sul. Dali contemplámos a multi-milenária Urbe noutro planalto, abraçada pelo Rio Tejo a que o Espanhóis teimam em pronunciar "Tarro".
Foi muito bom subir às colinas, para observarmos o tesouro que aquele monte esconde.
HISTÓRIA
"Toledo, ibi parva urbs erat, sed loco munita" > Esta Frase foi escrita pelo historiador romano Tito Lívio, há quase dois mil anos, para relatar as façanhas do pretor Marco Fúlvio que, comandando legiões romanas, conquistou a cidade.
Esta cidade foi a capital da península Ibérica, durante a Monarquia Visigótica, que teve como Rei Leovigildo, no século V. Os Visigodos, no Século V, surgiram na Península, comandados por Teodorico e, em pouco mais de século e meio, implantaram a Monarquia. Este povo pertencia à seita ariana, mas cedo se converteu ao catolicismo, religião já abraçada pelos Hispano-romanos (antigos habitantes da Península). Esta religião teve como berço a Palestina (Terra Santa) e fora ensinada e pregada por Jesus Cristo.




« (Rio Tejo a contornar a cidade por entre as barreiras graníticas).



TOLEDO E A HISTÓRIA DE PORTUGAL
Corria o ano de 1127. Por esse tempo governava a monarquia de Leão D. Afonso VII, filho de D. Urraca, primo de D. Afonso Henriques. O rei de Leão para ultrapassar os propósitos de D. Teresa, sua tia, exigiu que esta lhe prestasse obediência, ao que ela se negou. Então, o rei D. Afonso VII invadiu o condado portucalense doado por seu avô a D. Teresa, e foi pôr cerco a Guimarães, onde se encontrava o infante D. Afonso Henriques. Em má hora teria sido prisioneiro este príncipe, se o honrado fidalgo EGAS MONIZ não houvesse ficado por fiador pela vassalagem que D. Afonso Henriques, sem tropas suficientes para resistir, fora obrigado a prometer a D. Afonso VII.
REMISSÃO DE PALAVRA NÃO CUMPRIDA
Livre de perigo, D. Afonso Henriques depressa esqueceu os compromissos que havia tomado. Não só deixou de prestar tal vassalagem, como até ainda invadiu a Galiza.
Em face disso, EGAS MONIZ partiu, com risco da própria vida, para TOLEDO, na companhia da mulher e filhos, a apresentar-se ao rei de Leão, para remissão da sua palavra não cumprida.
D. Afonso VII, maravilhado com este feito de honra, perdoou-lhe e mandou-o em paz.
EPISÓDIO APROVEITADO PARA LIÇÃO
Nos livros da 4.ª Classe dos anos 40/50 do século passado podemos observar o seguinte:

"Exemplo de Lealdade
Para obrigar D. Teresa e D. Afonso Henriques a reconhecerem a sua autoridade, o Rei de Leão invadiu o Condado de Portugal e veio cercar Guimarães, onde se encontrava o moço Príncipe.
Afonso Henriques e os seus barões reconheceram a inutilidade da resistência. Então, Egas Moniz dirigiu-se ao Rei de Leão e empenhou a sua palavra, prometendo que o Príncipe D. Afonso lhe prestaria vassalagem.
Confiado na lealdade do fidalgo português, Afonso VII levantou o cerco.
Quando D. Afonso Henriques principiou a governar o condado, recusou-se a cumprir a promessa feita pelo seu aio.
Não querendo ficar por perjuro, EGAS MONIZ, descalço e de cordão ao pescoço, acompanhado da mulher e dos filhos, foi a TOLEDO apresentar-se ao rei de Leão oferecendo a sua vida e a dos seus em resgate da palavra empenhada.
Afonso VII, que estava vivamente irritado, ficou vencido por esta singular prova de lealdade e despediu, livre e honrado, o nobre fidalgo português.
EGAS MONIZ foi exemplo de lealdade como carácter e foi um dos fundadores da Nacionalidade Portuguesa, cujo amor aprendeu na corte de D. Henrique (pai de D. Afonso Henriques)."

TOLEDO CAPITAL DO REINO DE LEÃO
Como acabámos de verificar, no ano de 1127, Toledo era a Capital do Reino de Leão, em cuja cidade o rei D. Afonso VII tinha o seu palácio real!
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Tendo visitado muitos dos seus monumentos, tomamos a firme decisão de, futuramente, prosseguirmos a falar do vasto património histórico, cultural e religioso que nos foi dado observar nesta bela e histórica cidade de TOLEDO.

sexta-feira, março 19, 2010

DIA DO PAI


2010.MAR.19 - DIA DO PAI

Hoje, a Igreja Católica celebra a Festa de São José.
Também se comemora o dia do Pai.
Servirá esta data para recordar um pouco do nosso passado junto daquela pessoa que nos gerou, revivendo cada passo cada gesto e quantas preocupações para que os filhos pudessem ou possam ter e viver num Mundo melhor.
Foram esses passos que nortearam e norteiam a sua e nossa descendência durante a caminhada na Terra.

Ousámos publicar aqui esta imagem para assinalar a data.
Todavia, também queremos comungar da sua história com os Nossos Estimados leitores.
Domingo da Pascoela de 2009.ABR.19.
Tínhamos
passado por Currelos para observar que eventos, então, ia desenvolver aquela freguesia do concelho de Carregal do Sal, Distrito de Viseu - Portugal.
Depois da festa a Tradicional Troca das Cruzes, sobre o Rio Mondego, na ponte que liga a Póvoa de Midões, concelho de Tábua, quisemos colher fotografias da Igreja Matriz de Currelos e aprofundar um pouco da sua história.
O respectivo Pároco, Reverendo Padre José António, e a D. Palmira, pessoas responsáveis por zelar por aquela Igreja franquearam-nos a entrada e permitiram que satisfizéssemos as nossas aspirações.
A determinado momento, fixámos os nossos olhares nesta imagem. Observámos e foi-nos esclarecida a nossa curiosidade:
"- Esta Imagem é de São José, pai adoptivo de Jesus. - Sabe que Nossa Senhora, mãe de Jesus, teve vários pretendentes na sua juventude. Na altura, era moda os rapazes usarem um bordão. Então, São José também se apresentou com o seu bordão perante Nossa Senhora. O sinal que Deus programou para que Nossa Senhora decidisse sobre o seu eleito foi que o Bordão de São José, sendo matéria já inerte, acabou por florir. Foi Ele o escolhido por Deus para esposo de Maria".
História maravilhosa que nos foi apresentada de uma forma tão sucinta pela pessoa que convive diariamente com todos os objectos Sagrados daquela Paróquia. O Nosso Obrigado!

Para este dia, um toque de ternura >>>> escolhas de Willoughby.