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domingo, maio 15, 2011

DE BEIJÓS > À Vila de BELLAS - Sintra - Portugal

2011MAI12 - A NASCENTE  DAS ÁGUAS DE LISBOA

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» 1707 - 1730 - Reinado de D. João V > O "Magnânimo"«

D. João V e as grandes construções, entre as quais foram destacadas: "O Aqueduto das Águas Livres - Lisboa"  - inicialmente num percurso de 14.174 metros.
» Local: - Mãe D'água Velha, na freguesia de Belas, concelho de Sintra - Portugal.
Foi construído:-
»» - Ainda que, perante a riqueza que na época vinha em ouro do Brasil para Portugal,  o rei tenha contribuído com algum dinheiro para a sua construção, a maior parte da obra foi feita com taxas cobradas ao Povo de Lisboa.
» Em 1728, o Procurador (entidade idêntica ao actual Presidente da Câmara) da cidade de Lisboa  lançou uma taxa sobre a carne, vinho, azeite e outros produtos, para conseguir o financiamento para a construção do Aqueduto.
Em 1729, por isso um ano depois, foi nomeada uma equipa de três homens, para elaborar o respectivo projecto.
A Comissão foi enquadrada por:
> António Canevari - Arquitecto Italiano;
> Manuel da Maia - Coronel Engenheiro;
> João Frederico Ludovice - Arquitecto Alemão (o responsável pela construção do Convento de Mafra).
Em 1731, por alvará régio, o Rei D. João V, ditou o início do projecto.
O Coronel Engenheiro, Manuel da Maia orientou a construção do Aqueduto, desde a nascente até à cidade de Lisboa.
Dados importantes:
» Estrutura: - 18.065 metros de comprimento de percurso entre a nascente e Lisboa;
» Arcos de volta perfeita:- 12 - tudo em cantaria;
» Outros arcos:- 115;
» Chegada da água a Lisboa:  - A água entrava na cidade de Lisboa num reservatório, espécie de um cálice gigante, construído nas Amoreiras, onde era distribuída:
» Esta água, então, passou a correr nos chafarizes públicos da cidade;
» Na época - Pelo Aqueduto das Águas Livres, passavam 1.300 m3 por dia; 
» A água corria naturalmente pelo Aqueduto, desde a nascente até ao reservatório das Amoreiras;
» Ainda que a História narre que levou 66 anos a concluir, foi construído em 1748.
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ACTUALMENTE
» Do Aqueduto ainda possuímos as estruturas históricas, porquanto, perante o aumento demográfico e graças a novas tecnologias, as águas que ainda vêm do Rio Alviela, próximo de Torres Novas - Santarém, foram reforçadas pela Barragem de Castelo do Bode, no Rio Zêzere, no mesmo Distrito a mais de uma centena de quilómetros da Capital Portuguesa, cujas águas terão passado a abastecer quase todas as populações nesta extensão (...).
» Para a história ficaram as nascentes na Mãe D'água Velha, em Belas, cuja exploração e respectiva construção remonta ao tempo dos Romanos, como vem referido na história respectiva:
"(...) Outro legado patrimonial importante da época romana, uma verdadeira obra de engenharia hidráulica, é a Barragem Romana de Belas, datável dos finais do século III d.C.. Trata-se de uma construção das mais importantes de toda a Península Ibérica no campo da engenharia hidráulica romana. Reconhecia e estudada desde o século XVI. (...)"
A QUINTA DA FONTEIREIRA
» Actualmente nas mãos de privados, sempre possuiu extenso lençol freático de água potável, encaminhada das respectivas nascentes, para a Mãe D'Água Velha e daí para o  Aqueduto das Águas Livres.
» A água continua a correr naturalmente, diga-se que sem aproveitamentos muito rigorosos, por aquele canal que a leva da mesma forma a Lisboa.
» Naquele local, além das águas que correm até à superfície, um pouco por todo o lado, podemos gozar com prazer dos ares puros, em espaço aberto,  longe da poluição dos automóveis, podemos dizer que quase isolados do mundo.
» A vegetação purifica aquele ambiente. 
» As aves e os outros animais selvagens, que também beneficiam do oxigénio,  alegram-nos com as suas vozes.
» É o Paraíso na Terra!
» Nada há melhor do que ir lá, mas na impossibilidade > aprecie e regale-se »»[»]

domingo, abril 17, 2011

DE BEIJÓS » À CIDADE DE ALGUALVA-CACÉM - Portugal










2011.ABR.17 - DOMINGO DE RAMOS

HOSSANA AO FILHO DE DAVID
Hossana hossana ao filho de David,
Hossana hossana ao filho de David
Bendito o que vem em nome do Senhor
É o Rei de Israel hossana nas alturas
Hossana hossana ao filho de David
Hossana hossana ao filho de David
Hossana hossana
Hossana hossana
Hossana hossana ao filho de David
Levantai os vossos ombrais
Alterai-vos pórticos antigos
Entrará o grande Rei da glória,
Entrará o grande Rei da glória;
Quem é esse grande Rei da glória
Quem é esse grande Rei da glória
O senhor forte e poderoso,
É Ele o Rei da glória.
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Hoje, na festa de Domingo de Ramos, celebrou-se a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, com forte aclamação.
(...)«Bendito seja o Rei que vem em nome do Senhor! Paz no Céu e glória nas Alturas!» "S. Lucas 19:38" (...)
A Igreja Paroquial do Cacém foi pequena para acolher tantos fiéis.
Como habitual, foi uma cerimónia muito bonita, conforme podemos verificar pelas imagens que deixamos.

No momento da despedida, verificou-se a maior aclamação com as crianças a envolcverem o Altar, erguendo o seu ramo. Pequenos gestos com muito e elevado significado, aos olhares dos mais pequenos perante a assembleia.


quinta-feira, junho 03, 2010

DIA DE CORPO DE DEUS

2010.JUN.03 - CORPUS CHRISTI - CORPO DE DEUS

O dia de Corpo de Deus é uma exultação popular à Eucaristia, instituída por Jesus Cristo com a Última Ceia, em Quinta Feira Santa.
"Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, depois de pronunciar a bênção, partiu-o e deu-o aos seus discípulos dizendo: «Tomai, comei: Isto é o meu corpo.»
Em seguida, tomou um cálice, deu graças e entregou-lho, dizendo: «Bebei dele todos. Porque este é o meu sangue, sangue da Aliança, que vai ser derramado por muitos, para perdão dos pecados.»" - (Mat. 26, 26-28).

Celebra-se no 60º dia depois da Páscoa e forçosamente uma quinta-feira, a seguir ao Domingo da Santíssima Trindade.

Começou a ser celebrado em 1246, na cidade de Liège - Bélgica. Esta celebração foi alargada a toda a Igreja Católica, em 1264, pelo Papa Urbano IV.
Chegou a Portugal provavelmente nos finais do Século XIII e tomou a denominação de Festa de Corpo de Deus, embora o mistério e a festa da Eucaristia seja o Corpo de Deus.

CELEBRAÇÕES EM PORTUGAL
Nas Celebrações Religiosas no nosso País organizam-se Missas e Procissões.
Como os Reis passavam por cima de tapetes, as pessoas preparam o caminho por onde a Hóstia vai passar, colocando no asfalto também um tapete de flores, tintas e serragem.

O cortejo processional da solenidade do Corpo e Sangue de Cristo prolonga a Eucaristia. Logo depois da missa, a Hóstia nela consagrada é levada para fora do espaço celebrativo, a fim de que os fiéis dêem testemunho público de fé e veneração ao Santíssimo Sacramento.
A Igreja acredita que o Santíssimo Sacramento, ao passar no meio das cidades, promove expressões de amor e agradecimento por parte dos fiéis, sendo também para fonte de bênçãos.

NA PROCURA E NO ENCONTRO COM UM "AMIGO"
Nós estivemos nas Celebrações da Paróquia do Cacém, na cidade de Agualva-Cacém - Portugal.
O Reverendo Padre Rocha enquadrou nestas festas a Profissão de Fé de um grupo de jovens.
Esta renovação das promessas do Baptismo foi muito bem acolhida pelos fiéis, que encheram por completo a respectiva Igreja.
Como as celebrações exigiam,  foi organizada a Procissão pelas ruas da paróquia, com a hóstia consagrada no respectivo ostensório, a Custódia, conforme observamos nas fotos.

Para encerrar as cerimónias, as mães dos jovens que fizeram a sua Profissão de Fé reuniram-se junto do celebrante para encomendarem os seus filhos à Virgem Maria.




Depois, aproveitando o anfiteatro formado pela escadaria do templo, o grupo de jovens encomendados prepararam-se para a foto de família.

Assistimos a umas celebrações cheias de brilho.
A Paróquia do Cacém esteve muito bem com estas maravilhosas festas.
Os nossos sinceros parabéns!

domingo, maio 09, 2010

DE BEIJÓS > À CIDADE DE AGUALVA - CACÉM - "Alegrai-vos"


20100424 - ÀS 21,30 - CONCERTO COM O PADRE JOSÉ LUÍS BORGA E A SUA BANDA

Solidariedade > Palavra carregada de significado, que nos arrasta o pensamento para alguém que está mesmo ali ao nosso lado e que tem dificuldades em ultrapassar situações delicadas.
Isto não significa que as necessidades sejam somente das pessoas. Quantas instituições também pedem apoio para que possam edificar-se e disponibilizar-se para acolher quem mais necessita.
Um simples gesto de boa vontade será o suficiente para dar o impulso que faltava para com os que mais sofrem.
Esse gesto, para levar por diante Obras Sociais e para dinamizar as Missões, foi promovido pelo encontro do Padre José Luís Borga e a sua Banda com as gentes da Paróquia do Cacém-Portugal.
O seu concerto arrastou a multidão que esgotou a lotação do respectivo Salão Paroquial.
Foi muito bom!
A boa disposição e as músicas com que o Padre Borga brindou o seu público deram ânimo a todos os presentes que se propuseram a estar mais próximos daqueles que mais precisam.
Parabéns pelo evento!

sexta-feira, março 05, 2010

BEIJÓS > E OS TESOUROS PORTUGUESES



NOSSA SENHORA DE MACHEDE


Estávamos em meados de Setembro de 2009.
O Verão já se despedia de Portugal.
O AIR SHOW/09 da cidade de Évora tinha-nos motivado a uma deslocação por terras alentejanas.
O turismo ainda estava em alta naquela região, locando completamente todas as unidades hoteleiras dentro da cidade.

Na busca de um lugar recatado, onde pudéssemos desfrutar da paisagem e dos puros ares alentejanos, conseguimos estadia no "Monte do Perdiganito", a cerca de 15 Km da cidade, em direcção à Vila de Redondo, na bela Aldeia de Nossa Senhora de Machede.


A expectativa ocupava em tudo as nossas preocupações, porquanto decidimos dar um salto para o desconhecido. Sim! Desconhecido o espaço que teríamos que percorrer, desconhecido o local onde iríamos instalar-nos e até o Aeródromo nos escapava.

Com cuidado, imbuídos numa esperança de que tudo iria ao encontro dos nossos maiores desejos.
Não era difícil alcançar Évora, com boas e directas estradas a partir da capital portuguesa.
De resto, com mapas em riste, olhando às indicações que as estradas nos iam mostrando, conseguimos chegar a um beco sem saída. Agora um desvio, para um caminho de terra batida, trilho que o nosso automóvel sempre tinha evitado, em qualquer situação. Chegámos, muito desanimados, percorridos cerca de 15 km por veredas com mato, a um local onde o piso lamacento do caminho fez aumentar as nossas preocupações e um sinal provisório de trânsito, aliás como todos os outros que anunciavam o desvio, nos impedia de circular para Norte, uma vez que aquilo que procurávamos já se encontrava nessa direcção.
Para voltar para trás e reviver o sacrifício daquele percurso não nos agradava nada.
Animados, sem nos deixarmos apanhar pela frustração, aproveitámos a libertação do espaço ocupado por alguns carros que permaneciam junto de uma nova unidade hoteleira perdida na planície, que nos permitiu, ignorando o tal sinal de trânsito proibido, que pudéssemos passar seguindo todos os outros veraneantes.
Entre lamentações, por termos cumprido religiosamente as instruções que os sinais provisórios de trânsito nos ditavam, algumas censuras às autarquias locais pelo mau trabalho que prestavam às populações, chegámos finalmente àquele espaço que tanto ansiávamos, o MONTE DO PERDIGANITO, cercado por uma vedação de rede e com portões automáticos, longe do casario. Ficámos à porta até que a responsável, que já nos ficara para trás, em Évora, nos fosse franquear a entrada e, logicamente, instalar-nos.
Ficámos bem acomodados, longe dos olhares do mundo, olhando e desfrutando do azul do céu durante o dia naquela imensa planície, e à noite admirando as constelações das estrelas que denunciavam o firmamento, num total silêncio só interrompido de quando em vez pelo ladrar dos pachorrentos cães de guarda que nos garantiam segurança vinte e quatro horas por dia, ou pelo chilro de alguma ave que sobrevoava o espaço.
As instalações que nos acolheram mantinham o traçado original. Pequenas, com o mínimo de condições de habitabilidade de outrora, para tantos que, seguramente, teriam que se orientar pelo Astro-Rei, para a faina agrícola.
O mobiliário rústico, mas bem cuidado, e a instalação eléctrica despertaram as nossas curiosidades. O interruptor do candeeiro portátil da mesinha de cabeceira da cama esquerda, que provocou alguma animação, obrigou a um estudo de adaptação ao seu funcionamento, para que nos cedesse aquela claridade para que se prestava.
Tão perto da cidade de Évora, conseguimos um ninho muito acolhedor, com excepcional recepção, como se estivéssemos mesmo no nosso espaço, com total liberdade para dele usufruirmos.
Não tivemos nada de que nos queixar e demos por muito bem empregue o tempo e a despesa, perante o sossego e o bem estar, que tanto ansiávamos e ali conseguimos.

Depois das nossas deslocações diárias para a cidade de Évora, uma vez que o nosso principal entretenimento era o AIR SHOW, esperava-nos uma abordagem àquela Aldeia perdida lá nos confins da planície, cuja paisagem nos motivou.
Um espaço maravilhoso numa elevação geográfica, que o Sol beijava desde o romper da aurora ao esconder-se no Ocaso.
Muitas interrogações ocuparam a nossa mente, relativamente aos costumes e tradições das suas gentes e à história daquela Terra.
Conseguimos aprofundar alguma da sua história nos contactos com os hospitaleiros habitantes, que vivem quase essencialmente do trabalho dos campos, de algum comércio e de pouco turismo atraído pela proximidade das Históricas cidades e Vilas da Região.
Pelo que apurámos, concluímos que tudo o que nos foi relatado está bem descrito nas coisas que fotografámos.
Assim, mostramos algumas imagens da Aldeia, que, melhor do que qualquer das nossas palavras, poderão revelar o espaço que ocupa e do muito do seu passado.
Convencemo-nos ter descoberto um pequeno tesouro naquela planície, do qual damos notícia.
Vejamos:

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

DE BEIJÓS > A BELAS - Especialidades Regionais > Fofos

A pacata Vila de Belas, no concelho de Sintra,  apresenta-nos a sua Sala de Visitas,  no Largo da República.  
Um belo Jardim que é também Parque de Diversões, onde se realizam os tradicionais Festejos Populares.



Passando este Parque, na Estrada Nacional 117, de Lisboa para Pêro Pinheiro, na Rua Dr. Malheiros, vamos encontrar um edifício já antigo, com um reclamo branco com letras azuis, que nos identifica a fábrica dos tão famosos «fofos de Belas».
 



Vindo da cidade de Agualva-Cacém, pela Idanha, encontramos o edifício logo de frente, depois de passar o Mercado Paroquial.

Desde há algum tempo que temos vindo a debruçar-nos sobre a divulgação desta especialidade regional de Belas.
Não tem sido fácil a nossa tarefa. 
Todavia, o Nosso Querido Amigo Bruno Leite, ao tomar conhecimento das nossas aspirações, amavelmente, cedeu-nos parte de um trabalho que realizou e que nos descreve no essencial estes bolos tão apreciados nesta região.


Vejamos o que ele nos diz:

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Fofos de Belas

 


História 

Há cerca de 200 anos, nasceram numa pequena localidade de Belas uns deliciosos bolos, os quais foram chamados Fartos de Belas. Apesar de ainda não terem uma grande projecção nacional e internacional como as queijadas, já são considerados um ex-libris e uma referência gastronómica de Belas e do concelho de Sintra. Fabricados inicialmente numa casa onde se confeccionava apenas pão saloio e marmelada, os então chamados Fartos de Belas nasceram por criação da mãe da actual proprietária D. Liberdade Fonseca, que se lembrou de acrescentar um creme ao pão-de-, cuja massa também passou a ser um pouco mais pesada, nascendo assim uns pequenos pães-de-, recheados de creme e polvilhados com açúcar. Este novo bolo era muito apreciado e procurado por abastadas famílias de Lisboa. Actualmente um Café, os Fofos de Belas continuam a ser fabricados sem qualquer segredo escondido, são confeccionados com ovos, farinha e leite para o creme. De seguida vão ao forno em pequenas formas, durante 30 minutos. Não foi só a receita que não sofreu qualquer modificação, como também o forno que ainda é o original. Um forno a lenha, com porta de ferro que faz lembrar os fornos dos palácios reais. Recentemente a casa voltou a  confeccionar a marmelada. O futuro dos Fofos actualmente está a cargo do filho da D. Liberdade. Os apreciadores deste bolo puderam então continuar a desfrutar do seu paladar.
Forno a Lenha 
Masseira

(By Bruno Leite) 
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Cumpre-nos salientar que os vasos para preparar os bolos, como outrora, são de cobre.
Vemos aqui uma singular máquina de preparar a massa para os bolos. 
Pelas dimensões do respectivo cabo, leva-nos a supor que, outrora, terá sido manobrada pelo pulso humano. 

segunda-feira, janeiro 05, 2009

BEIJÓS > Com a Polícia de Segurança Pública

"NÃO VÁ SOZINHO/A, TOME MUITO  CUIDADO!
 
Está com os seus amigos num restaurante... bar, ou noutro sítio qualquer, a divertir-se... 


De repente, chega um indivíduo e pergunta ... de quem é o carro de marca ... , cor... e de matrícula ....., estacionado ali na rua.


Pedem para que o/a dono/a dê um pulinho lá fora para manobrar o carro, que está a dificultar
a saída de um outro. 


Bastante solícito/a ... o/a condutor/a vai e, ao chegar ao seu carro, anunciam-lhe o assalto. 


Levam o veículo, os pertences e ainda tem sorte... se não levar um tiro. 


Numa mesma noite, a Polícia atendeu três pessoas feridas, todas envolvendo a mesma história.  
  

Divulgue esta notícia para alertar os seus amigos.
           

Não custa prevenir."
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Qualquer cidadão, nos tempos que correm, terá que estar mais atento a tudo, a qualquer hora e em qualquer lugar.  

domingo, março 16, 2008

EM BEIJÓS E NA CIDADE DE ALGUALVA-CACÉM - Domingo de Ramos


Hoje, celebra-se a Entrada Messiânica em Jerusalém.
"(...) No dia seguinte, as multidões que tinham chegado para a Festa, ao ouvirem que Jesus vinha a Jerusalém, pegaram em ramos de palmeiras e saíram-lhe ao encontro, clamando: «Hossana! Bendito o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel!» E Jesus encontrou um jumentinho e montou nele, conforme está escrito: «Não temas filha de Sião, olha o teu Rei que chega sentado na cria de uma jumenta». Ao princípio, os seus discípulos não compreenderam isto; quando se manifestou a glória de Jesus, é que se lembraram que estas coisas estavam escritas acerca dele; e foi isso precisamente o que lhe fizeram.
Entretanto, as pessoas que tinham estado com Ele quando chamou Lázaro do túmulo e o ressuscitou dos mortos testemunhavam o que viram. E a gente ao ouvir dizer que tinha realizado aquele sinal milagroso, veio ao seu encontro. (...)"


A Paróquia do Cacém também celebrou as cerimónias da bênção dos ramos, na Missa das 11H30.

Este acto teve lugar no recinto a Poente da respectiva Igreja, seguido de procissão.



Depois, foi celebrada Missa na Igreja do Imaculado Coração de Maria.


Tudo com muito rigor, como é timbre do Reverendo Padre Rocha.







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Em BEIJÓS as cerimónias da bênção dos Ramos, como já é tradição, é feita no Outeiro da Cadina, no respectivo miradouro.
Hoje, às 10H30, mais uma vez se cumpriu essa tradição. Os Beijosenses compareceram em grande número e, depois das cerimónias, cada um com seu ramo de oliveira, seguiram em procissão para a Igreja de S. João Baptista, para celebração Eucarística, que teve lugar às 11H00.
Tudo decorreu muito bem. Estas cerimónias são sempre muito bonitas.

terça-feira, dezembro 18, 2007

DE BEIJÓS A BELAS - Natal de 2007










Belas também engalanou as suas artérias principais, para receber o Natal 2007.



















Na sua mais recente rotunda, fez realçar todos os seus Bairros, representados em pequenas pirâmides definitivas.