quarta-feira, agosto 27, 2008

CAMINHOS DA BEIRA ALTA

Na margem direita do Rio Dão, mesmo próximo da sua nascente, motivados por esta Bela Aguarela publicada pelo Nosso Querido Amigo Villager, não resistimos em ir ao encontro do Monumento que ele bem refere.
Propusemo-nos a fotografá-lo nos mais variados ângulos, na esperança de podermos revelar as ruínas do belo
Mosteiro Medieval de Santa Maria de Maceira Dão, caminhos percorridos pelos Monges de Cister, situado mesmo ao fundo da encosta do monte, do Santuário da Nossa Senhora da Cabeça,em Vila Garcia, Maceira Dão, concelho de Mangualde.
"Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão

» Fundado no Século XII por D. Soeiro e seus companheiros, inicialmente obediente à Regra de S. Bento, cedo abraçaram seus monges a regra de Cister, tornando-se obedientes a Alcobaça. O favor das gentes e o patrocínio dos Reis que o tornaram, pela sua protecção, um Real Mosteiro, trouxeram o crescimento da casa e dos seus bens.
» Distinguem-se as seguintes partes na sua arquitectura: a torre medieval entre os séculos XII - XV com seus três pisos de adega e celeiro, hoje relativamente bem conservada; as edificações monásticas do século XVIII que tinham no piso térreo o claustro com fonte, a sala do capítulo, o refeitório, a cozinha, a adega, etc. e no piso superior os aposentos do Abade, a biblioteca, a enfermaria e as celas; a Igreja da Nossa Sra. da Assunção (Século XVIII) apresenta uma singular frontaria em tronco de cilindro com as armas reais sobre a entrada.
Ao lado ergue-se a torre sineira. O corpo da Igreja tem uma forma elíptica, com abóbada de tijolo.
Foi classificado Monumento Nacional, Decreto nº. 5/2002, Diário da República 42, de 19 de Fevereiro."

» Apesar de se apresentar muito degradado, merece uma visita, porquanto passamos a conhecer mais um pouco do rico património português:
»» Venham connosco:



























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segunda-feira, agosto 11, 2008

AS FESTAS DOS NOSSOS AMIGOS DE MAIORCA

MAIORCA em festa....
BEIJÓS*CINCO ALDEIAS esteve nestas festas dos nossos Amigos de Maiorca.
Os nossos Parabéns pelo evento.

sábado, agosto 09, 2008

VAMOS DE BEIJÓS AO FAIAL - O que os nossos olhos viram 28 anos depois...

No dia 03 de Abril de 1979, dia de viajar rumo à cidade da Horta. Depois de uma permanência de seis dias em Angra do Heroísmo, devido ao mau tempo, lá concluímos a viagem para a cidade que já nos aguardava. Ali permanecemos até 28 de Maio de 1980, trabalhando e convivendo com as boas Gentes da Ilha do Faial. Muito boas recordações ficaram daqueles tempos. Agora, no dia 08 de Julho de 2008, conseguimos percorrer o mesmo espaço, revivendo os tempos de outrora, encontrando-nos com alguns amigos de então, que, connosco, trabalharam. Então vejamos como decorreu esta nossa visita, venham connosco:
Às 10H45, iniciámos a viagem da Madalena para a Horta, no Barco "CRUZEIRO DO CANAL"
> Na viagem foi bom rever os Morros do meio do Canal.
>Desembarcar na Cidade da Horta, mesmo junto do Hotel do Canal, construído depois de 1980, num espaço que, então, era ocupado por um conjunto de armazéns. >Apenas desembarcámos, ficámos logo aos pés da estátua do Primeiro
>Presidente da República Portuguesa, Sr. Dr. Manuel de Arriaga, Ilustre Faialense.
>Primeiro Presidente da República eleito a 24 de Agosto de 1911, a cujo mandato, que terminava em Outubro de 1915, devido a desinteligências partidárias e às constantes lutas políticas, renunciou em 26 de Maio desse mesmo ano (1915).
>Logo ali ao lado, deu para admirar a Maravilhosa Marina da Horta, construida também depois de 1980, que deixa qualquer visitante deslumbrado. >A Pousada de Santa Cruz, sobranceira à Doca, mantém os mesmos traços de outrora, talvez um pouco mais envelhecida, passados 28 anos. Todavia, ganhou a Marina a Nascente, que lhe enriqueceu a paisagem.
>Mais ao lado da Pousada, para Norte, encontramos a Sala de Visitas da cidade da Horta, a Praça do Infante,
... em cujo espaço foi construído este monumento. >A Norte da Praça do Infante D. Henrique, ainda se mantém este edifício, Unidade Hoteleira, cuja construção muito embeleza o jardim da Praça que lhe fica em frente. >A Poente da Praça do Infante D. Henrique, ainda se mantém a entrada para as antigas instalações do Liceu Nacional da Horta. >Da Praça do Infante D. Henrique, vamos seguir pela Marginal, para Norte...
...avistando o Monte "A Espalamaca" a Norte da freguesia da Conceição na cidade da Horta.
>Mais adiante, vamos ver o antigo edifício, onde funcionou o Comando da Polícia de Segurança Pública da Horta, onde, actualmente, funciona a Repartição de Finanças da cidade, no Largo Duque D'Ávila e Bolama.
>A Norte desse Largo, ainda encontrámos a Estação dos Correios.
>Parte Frontal da Igreja da Matriz >A Igreja da Matriz fica a Poente do Largo Duque D'Ávila e Bolama, em cujo edifício também funciona a Câmara Municipal da Horta. >(Foi nesta Igreja que a Anabela fez a sua Primeira Comunhão).
>Apesar de se encontrar com todas as luzes apagadas, valeu a pena entrar na Igreja da Matriz, para admirar todo o esplendor das suas imagens religiosas e dos arranjos florais que as ornamentavam.
>Depois de visitarmos esta Secular Igreja, seguimos rumo ao edifício da Sociedade Amores da Pátria...
... Local onde funciona a Assembleia Regional dos Açores.
>Mesmo em frente da Assembleia Regional, encontramos um singular Império...
... cujas imagens não podemos deixar de divulgar. >Depois seguimos em direcção ao Largo da República ... Um dos melhores jardins da cidade... ... com o seu singular e histórico coreto ao centro.
>A Poente da Praça da República, encontramos um edifício que nos obrigou a efectuar um telefonema para o Continente...
"-... Escola Primária Coronel Silva Leal ... diz-te alguma coisa?" ... A Anabela não hesitou nada e "- ... ah a minha escolinha". Foi nesta Escola que ela aprendeu as primeiras letras, no ano de 1979/1980. > A Torre do Relógio vimo-la de longe, como que nos observa por cima dos prédios...
>O tempo é pouco, por isso temos que andar ligeiros para ver a nossa primeira casa, na Rua da S. Paulo...
>Aqui encontramos a casa do Nosso Querido Amigo Rocha, que, em 1980, procedia ao seu restauro...
>Em frente à casa do Rocha, vejamos o que resta daquele edifício que nos abrigou durante algum tempo. Esta era a porta por onde entrámos e saímos imensas vezes. ...mas o tremor de Terra de 1998, não se compadeceu do enorme prédio, que foi do Nosso Querido e Saudoso Amigo "... Flores", e derrubou parte dele... ... o que obrigou ao emparedamento das janelas das lojas e à demolição das respectivas paredes ao nível do primeiro andar, por ameaçarem ruir e oferecerem perigo para os utentes da via pública.
>Vamos subir a Rua de S. Paulo, para chegarmos ao local onde esteve a nossa Segunda Casa...
... vamos seguindo e olhando para trás, para que possamos retirar todas as dúvidas que se nos depararam, relativamente à Casa que foi do Sr. Flores.
>Chagámos finalmente ao local onde foi uma Quinta dos S.S. da PSP, na Calçada de Santo António.
>Este portal passou a ser o acesso directo para as construções que foram efectuadas na Quinta do Vizinho...
... aquele que nos autorizava a apanhar as bananas no seu terreno.
>Os arbustos verdes que vimos aqui... ainda se salvaram e são os vestígios da sebe que ladeava a nossa Quinta da parte Nascente. Os arbustos espontâneos, são cameleiras.
... As cameleiras vistas de Poente para Nascente...
>Os prédios que ocuparam a quinta onde morámos.
>Não podíamos virar costas, sem que procurássemos falar ao Nosso Querido Amigo "António Fernando"
... Junto a esta sua casa, encontrámos um cidadão que ficou muito surpreendido por presenciar que nós, desconhecidos, fotografávamos tudo à volta da casa do seu e nosso Amigo.
>Para lhe tirarmos a dúvidas e debelar qualquer receio, perguntámos pelo António Fernando. Ele entrou nesta porta, depois de se inteirar de quem se tratava, gritou para o interior do quintal e disse "... vem aqui que está aqui uma pessoa que quer falar contigo".
... O Nosso Querido Amigo António Fernando lá chegou à porta e revelou alguma surpresa. Logo de seguida, convidou-nos a entrar e a comermos a sardinha com eles. Claro, não podia deixar de se revelar o tradicional acolhimento que nós, Portugueses, damos aos amigos.
> Mas o nosso destino era outro.
> Tínhamos que andar ligeiros, porque no Largo do Infante, já outros amigos nos esperavam.

>Ao passar nesta rua, lembrou-nos o grande susto que a Anabela apanhou... quando, inesperadamente, se viu na frente de um automóvel... >Vimos o Convento de S. Francisco... >O prédio de um nosso Amigo Luso-Americano... com quem convivíamos habitualmente...
>O edifício onde funcionou o Banco de Portugal.
>
Lá fomos ao encontro dos nossos amigos, Luís e Evelina, que nos aguardavam no Largo do Infante.
>Vimos de longe o Monte Queimado. >Através das ruelas avistámos o Monte da Guia.>Vimos as instalações do enchimento das bilhas de gás "SAGA".
e... ... o miradouro da armada (...) e observatório do Príncipe Alberto do Mónaco.

>Não podíamos deixar de difundir as imagens dos departamentos das Obras públicas.
>Depois também admirámos as novas instalações do Comando da Polícia de Segurança Pública.
... Construído num lugar, a caminho do Pasteleiro, onde a PSP tivera uns edifícios pré-fabricados.
Depois procurámos, mas em vão, visitar a Igreja da Nossa Senhora das Angústias...
... conseguimos fotografar somente a parte exterior do templo... ... mas descobrimos que nas instalações daquela Igreja, funcionou a sede da filarmónica..."União Faialense"
...conforme refere a lápide que fotografámos. >Neste edifício, onde, actualmente, funciona uma Secretaria Regional...
... outrora, funcionou a Delegação de Viação. Foi aqui que muitos dos nossos estimados amigos fizeram exame de condução de automóveis.
>Não podíamos deixar de falar do Clube do Coração de muitos dos nossos Amigos Faialenses. Para quantos foi e será a melhor sala de convívio? Enfim...Demos a volta à cidade...
>Chegou a hora do almoço, lá fomos à procura de algo que nos saciasse...
>Então optámos pela deslocação à Feteira, ao SALGUEIRINHA.
... Porquê "Salgueirinha"? Pois.... aquela árvore verde que aqui avistamos é conhecida mesmo por Salgueiro, que nada têm de semelhante com o vulgar e tradicional salgueiro que conhecemos junto dos rios do Continente.
...Chegou a hora de regressar à Ilha do Pico... prevista para as 17H00, novamente no "CRUZEIRO DO CANAL". ... Embarcámos na Cidade da Horta rumo à Madalena...
...Contudo, antes de dizer Adeus aos nossos Queridos Amigos, José Alberto e Hermenegildo, que se apresentaram a dar-nos um afectuoso abraço, enquanto se faziam os preparativos de acostagem do "CRUZEIRO DO CANAL", ainda deu tempo para recordar um trecho da obra "O MAU TEMPO NO CANAL" do Escritor Açoriano, Vitorino Nemésio, devidamente exposto num enorme painel mural.
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