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domingo, maio 08, 2011

AS NOSSAS FÉRIAS - ALGARVE - PORTUGAL

2011.MAI.04 - RECORDAR É VIVER

Estivemos novamente junto da Capela de Nossa Senhora da Rocha, em Armação de Pêra, no Algarve - Portugal!

Há um provérbio que diz  "... o criminoso volta sempre ao local do crime..."
Porque será?
- Seguramente que terá curiosidade em rever o local onde estivera, talvez para reter algumas imagens que lhe escaparam, mas que continuarão a perturbar o seu subconsciente (...)!
Nós, nunca andando por maus caminhos, também tivemos necessidade de admirar de novo o local onde permanecemos durante uma semana.
Ficámos com saudades!
Para nós, Armação de Pêra é um paraíso invulgar, animado pelo cantarolar dos pássaros. Numa pacatez que nos conduz a total relaxe, num silêncio quase infindo. É mesmo o lugar ideal para passar férias.
Dá-nos a sensação de que estamos noutra galáxia.
O Sol, que beija o espaço apenas nasce, ali incide até se esconder no Ocaso. 
Fomos recordar a chilreada/reboada ensurdecedora,  que os bandos faziam ao recolherem-se, ao anoitecer, na frondosa copa dos pinheiros no jardim. Lembramos um dia de trovoada forte, nem um pássaro se viu ou se escutou. Mesmo a Poente, então, das varandas dos blocos de apartamentos em que também nós nos abrigámos do calor, do frio e da chuva, na intempérie que também nos surpreendeu, apreciámos toda a lida da natureza. 
As alterações climatéricas a que a humanidade, em qualquer local,  está sujeita, mais nos exigem a que olhemos de maneira diferente para a utilidade dos bens que produzimos. 
Agora, foi bom recordar até a alimentação que fizemos e que nos foi servida.
Hoje, ali, também já servem pão quente durante todo o dia e, pelo que ouvimos comentar, recomenda-se!
Fizemos mais uma etapa.
Deu para descansar.
Regressámos com a esperança de voltar brevemente, para visitar os amigos e retemperar de novo as forças, para que possamos continuar a encarar a vida com a alegria necessária.

sexta-feira, abril 29, 2011

DE BEIJÓS > À CIDADE DE PORTIMÃO - ALGARVE - PORTUGAL - Férias

2011ABR29 - ALGARVE > PORTUGAL »PARA FÉRIAS TÉPIDAS
Nesta época tudo está morno.
O tempo farta-se de fazer caretas.
Em Lisboa o tempo apresentava-se fresco e humido, com trovoada forte.
Para cá, a viagem foi atribulada, em cerca de 20 km, com chuva e trovoado, logo depois de Grândola. A partir dessa distância tudo acalmou mais, mas quando chegámos, aqui a casa, as ameaças ainda voltaram, mas tudo acabou por melhorar.
Não se pode esperar muito melhor, porque o São Pedro é que tem o termómetro e o manípulo para manobrar estas coisas e lá vai manobrando e doseando as intempéries com o rodar do tempo.
Também assim não temos tantas preocupações com os escaldões provocados pelo Sol!
Estavamos a precisar de mudar de ares.
Anímanos a esperança de não ir embora sem conseguirmos ir molhar os pés.
Já colhemos imagens  do tempo que faz aqui , mas, por razões técnicas,  não nos é possível, por enquanto, divulgá-las.
Foi por causa do mau tempo que, ao chegar ao Algarve, nos deram conhecimento dos problemas que ocorrerem Lisboa, com a chuva, trovoada e granizo.
Convencêmo-nos que tinhamos sido vítimas de mau tempo, mas, perante o que nos foi divulgado e pelas imagens que vimos, logo nos consideramos previligiados.
Enfim!
É a mãe natureza que nos surpreende permanentemente.
Vamos, porque não há tempo a perder.
Viemos para gozar férias!

sábado, fevereiro 12, 2011

DE BEIJÓS » AO ALGARVE - Lagos - Portugal

2010OUT20 - QUANDO AS MARAVILHAS DA NATUREZA NOS TRAZEM TRISTES RECORDAÇÕES
Há acontecimentos que, em certos momentos da nossa vida, nos impõem outras obrigações e nos desviam dos nossos projectos.
Os nossos planos para passar férias no Algarve, como vimos a fazer há já a alguns anos, foram subitamente alterados. Os Amigos que partiram e aqueles que com isso ficaram em sofrimento fizeram-nos palpitar o coração, com as tristezas que também nos assombraram.
Ver uns pela derradeira vez, para, em nossa mente, retermos a sua última imagem. Juntámo-nos aos que sofrem, para comungar também um pouco do seu sofrimento e procurar dar um pouco do nosso ânimo.
Todavia, a expectativa que chega a qualquer vivente de querer estudar o porquê das coisas, levou-nos mais longe.
Ainda que não tenhamos dado passos firmes para apurar o ponto exacto onde tudo terá acontecido, deslocámo-nos aos montes e às barreiras que a mãe natureza se encarregou de criar naquele maravilhoso lugar da Terra.
Estamos convictos que as belezas que a Natureza nos oferece não se destinam a extremas decisões de vida.
É sempre bom contemplar a obra de Deus.
É magnífico ver e rever com os nossos próprios olhos, enquanto pisamos o Planeta que habitamos, aqueles lugares maravilhosos que o Altíssimo colocou ao nosso dispor para também com elas esquecermos ou aliviarmos algumas agruras do quotidiano.
Os ares e as paisagens dos Oceanos são bons remédios para nos livrarem de algum stress.
Contudo, as belezas das paisagens, inesperadamente, acolhem também tristes recordações que nos impõem o afastamento de certos locais.
O que nos motivou a colher as fotografias foi o triste e súbito desaparecimento da nossa Saudosa Amiga Adelaide.
O que a chamou àquelas maravilhas da Ponta da Piedade, em Lagos, foi segredo que ela guardou muito bem no seu coração e que, por aquela porta de sua saída deste Mundo, com ela partiu para a Eternidade. Que Deus acolha a sua Alma na Sua Infinita Luz.
Porém, ganhámos coragem para colher imagens do cenário que ela reteve nos seus derradeiros momentos, como aqui difundimos.
Deixamos o pedido à Câmara Municipal de Lagos, para que estude uma forma eficaz de preservar aqueles maravilhosos espaços, que atraem muitos turistas, mas que providencie também uma forma de evitar a perda de vidas humanas, como, principalmente, ocorreram nos últimos dois anos.

quarta-feira, janeiro 05, 2011

BEIJÓS > E A CULTURA PORTUGUESA - Silves

2010OUT22 - NA CIDADE DE SILVES - PORTUGAL

As riquezas que Portugal ostenta estão distribuídas um pouco por todo o território.
Por onde passamos, durante as nossas viagens, encontramos sempre pedaços da História da Nossa Pátria.









Silves, cidade do Distrito de Faro,
Algarve-Portugal. Estivemos junto do seu Castelo, onde encontrámos a bronzea estátua do Rei Dom Sancho I O "POVOADOR", que reinou entre 1185 e 1211.
Sobre Silves a História de Portugal descreve:
CONQUISTAS FEITAS AOS MOIROS
"Embora D. Sancho I se ocupasse mais com o povoamento e pacificação do país, ainda assim tomou aos infiéis os Castelos de Alvor e Albufeira, a cidade de Silves (1189) e outras terras. (...)"










Contemplámos exteriormente a Igreja da Misericórdia, porquanto as suas portas já estavam encerradas, aquando da nossa passagem.








Conseguimos visitar a Sé Catedral daquela cidade, de cujo interior e daquilo que observámos colhemos algumas fotografias que aqui reproduzimos. Muito há para ver nestes monumentos.









Vejamos mais imagens:

sábado, novembro 20, 2010

DE BEIJÓS > AO ALLGARVE - Portugal

2010.OUT.18 - AS CONSTRUÇÕES NA AREIA EM PÊRA - ALGARVE
O tema das construções na areia, em Pêra - Algarve, para este ano foi o Mundo Vivo.
Fomos encontrar ali representadas figuras de animais que, outrora, terão ocupado o nosso planeta e imagens de animais que nós muito bem conhecemos, porque ainda vivem entre nós.
Como sempre, são verdadeiros arquitectos, vindos de diversos países do Mundo, todos aqueles que se dispõem a revelar ali os seus dotes de construtores de figuras na areia.
Este ano colocaram naquele parque figuras de grande parte da fauna viva e de algumas transformações que, actualmente, se realizam principalmente para a indústria alimentar, daí o nome "MUNDO VIVO".
Passámos ali uma tarde bem passada a admirar as belas construções na areia.
A Chuva ainda não as tinha danificado e, assim, conseguimos colher as melhores fotografias.
Deixamos algumas imagens que a todos enchem as medidas e avivam as memórias.

sábado, janeiro 16, 2010

BEIJÓS E A EVOLUÇÃO DA HUMANIDADE-"AS DESCOBERTAS" »»

2009.OUT.19 - CONSTRUÇÕES NA AREIA - ALGARVE - PORTUGAL




Fomos à descoberta de novos eventos, para colher imagens das construções na areia, em Pêra, concelho de Silves, Algarve - Portugal.





Chegámos a tempo.
A chuva ainda não tinha chegado e, assim, deu-nos oportunidade de colher as imagens que mais desejávamos, para registar a evolução da humanidade ao longo dos séculos.







Conseguimos uma reportagem maravilhosa, que vai, seguramente, relembrar-nos as descobertas que o homem foi realizando ao longo dos tempos. Era a luta pela sobrevivência e a vontade de minimizar os seus sacrifícios.
Deixamos que as 308 fotografias cheias de significado, que, cremos, relatem tudo aquilo que, seguramente, seria muito difícil por palavras.

Uma lição enédita que nos foi apresentada por reais artistas de construção na areia.
Foi mais um ano em que o Algarve brilhou.

terça-feira, outubro 27, 2009

DE BEIJÓS > A PORTIMÃO - ALGARVE > PORTUGAL

2009.OUT.23 > CENTRO COMUNITÁRIO DE "ALVOR"

Fomos ao encontro da cultura.
Encontrámos um Grupo de Teatro Amdor "Barraca Armada" que, então, estava a actuar no referido Centro.
Que Grupo é este?
Esta pergunta exigiu que efectuássemos algumas diligências, para obtermos uma resposta concreta.
Grupo amador!
Os seus actores são funcionários da Câmara Municipal de Portimão.
Desempenham as suas actividades profissionais nos diversos departamentos daquela Câmara Municipal.






"T.E.M.P.O." Teatro Municipal de Portimão, é a sua Sede.







São 7 as personagens que desfilam em palco.

Todavia, a sua ficha técnica é constituida por 20 pessoas.

Em Cena a peça « O BARÃO DE PAUMOLE »
"A acção decorre numa das saletas da mansão da família de Vila-Vinhos. Nela habitam:
O Conde de Piçarilho;
A condessa Hunrráca;
Aurora de Vila-Vinhos, filha do casal;
Bernarda, a governanta;
Floripes é a criada."
*********************************************
A nossa expectativa era grande!
O talento de todos os actores, a forma como desenvolveram a peça em palco proporcionou-nos um agradável e animado serão Outonal.
Os cenários foram muito bem concebidos. Em nada se desviam do meio ambiente algarvio.

O enredo:
Florípes, a criada, queixa-se de que o trabalho que tem que desenvolver naquela casa é demasiado, só para ela. Ter-se-á queixado disso aos patrões, mas eles protelam a contratação de outros empregados.
Ela, fazendo-se passar pela filha dos patrões, efectua um telefonema para uma Agência de emprego, solicitando um empregado e dá a indicação de que deverá ser enviado o respectivo curriculo, em carta dirigida a "Aurora de Vila-Vinhos".
(...) 
A carta chegou e foi recebida pela Governanta "Bernarda" e nela vem descrito o Curriculo de um Barão (só de nome).
Quando o Conde Piçarilho de Vila-Vinhos se apercebeu da existência da Carta (...) logo se dispõe a endereçar um convite ao Barão para um jantar de família.
Compareceu, então, o cidadão Venceslau Albuquerque Barão de Paumole, convencido de que ia ser contratado para trabalhar.
(...)
Desencadeiam-se muitas confusões, porque o Barão de Paumole é chamado para situações surpreendentes, para as quais não estava preparado.
(...)
O Conde de Piçarilho, um estudioso de história, procura aprofundar a origem do nome do Barão e consegue saber das suas ascendências.
(...)
O Barão de Paumole, uma vez que era Barão só de nome,  sente-se deveras embaraçado e faz tudo por tudo para que a sua situação e a sua ida àquela casa se esclareça.
(...)
****************************************************
Podemos afirmar que é uma peça muito bem concebida, digna de bons profissionais do Teatro, a qual recomendamos.
Contudo, aconselhamos outras consultas aqui.

Vejamos as fotos que colhemos:
Ver tudo



segunda-feira, junho 01, 2009

BEIJÓS E O HOMEM DO LEME






O MOSTRENGO


O Mostrengo que está no fundo do mar
Na noite de breu ergueu-se a voar;
À roda da nau voou três vezes, 
Voou três vezes a chiar, 
E disse: « Quem é que ousou entrar
Nas minhas cavernas que não desvendo, 
Meus tectos negros do fim do mundo?»
E o Homem do leme disse,  tremendo: 
«El-rei D. João Segundo!»


« De quem são as velas onde me roço?
De quem as quilhas que vejo e ouço?»
Disse o Mostrengo e rodou três vezes, 
Três vezes rodou imundo e grosso. 
«Quem vem poder o que só eu posso, 
Que moro onde nunca me visse
E escorro os medos do mar sem fundo?»
E o homem do leme tremeu, e disse:
«El-rei D. João Segundo!»


Três vezes do leme as mãos ergueu, 
Três vezes ao leme as reprendeu, 
E disse no fim de tremer três vezes: 
« Aqui ao leme sou mais do que eu:
Sou um povo que quer o mar que é teu;
E mais que o mostrengo, que me a alma teme
E roda nas trevas do fim do mundo, 
Manda a vontade, que me ata ao leme, 
«De El-rei D. João Segundo!»
______________
By > Fernando Pessoa «in Mensagem»


******
Aqui podemos recordar aquilo que aprendemos ou melhorar os nossos conhecimentos. 

segunda-feira, maio 11, 2009

DE BEIJÓS > A VILAMOURA - A Presença dos Romanos

VILAMOURA  » "NOS CAMINHOS DO ALGARVE ROMANO"


»»»» Beijós também foi uma das Aldeias Portuguesas ocupadas pelos Romanos. Todavia, ainda que eles nos tenham legado algum património arqueológico, nada de relevante, comparativamente com o que temos observado em muitas outras localidades de Portugal.



Desta vez fomos encontrar uma ESTAÇÃO ARQUEOLÓGICA em Vilamoura - Algarve, que nos deixou maravilhados com o que pudemos observar.
Porém, antes de prosseguir na descrição desse património,  para melhor compreendermos a passagem dos Romanos pelo território Português, afigura-se-nos salutar recordar um pouco dessa parte da história.
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HISTÓRIA


ROMANOS:
"Foram os fundadores da cidade de Roma, capital da Itália.
Muito civilizados, eram ao mesmo tempo muito ambiciosos.
Invadiram a Península Hispânica.
Empenharam-se logo numa guerra de morte contra os cartagineses, guerra que só terminou com a derrota destes a e destruição de Cartago (antiga cidade africana que ficava numa península, perto da qual se encontra hoje a cidade da Túnis).
Esta guerra durou muitos anos, porque outros povos resistiram, com heroísmo, aos invasores romanos.
Entre os naturais que mais se salientaram nessa resistência contam-se  os Lusitanos, 
comandados por Viriato(1),  pastor dos montes Hermínios (Serra da Estrela). 
Diz a tradição que não podendo os romanos, pela força das armas, vencer Viriato, o mandaram matar à traição. 
Apesar de um tanto desorganizados com a falta de Viriato, os lusitanos continuaram ainda a resistência, comandados por Sertório, outro chefe destemido, que tinha sido expulso de Roma e veio juntar-se aos lusitanos na guerra contra os intrusos; porém, passado algum tempo, era Sertório igualmente morto à traição, quando assistia a um banquete.
Só então é que os invasores romanos puderam instalar-se na Península Ibérica e dominá-la em absoluto durante longos anos.

Benefícios trazidos pelos Romanos para a Península Ibérica:

> Abriram muitas estradas;
> Construíram pontes;
> Construíram monumentos artísticos e sumptuosos templos;
> Fundaram algumas povoações;
> Desenvolveram várias indústrias;
> Criaram os antigos municípios que, com o decorrer dos tempos, se transformaram nas modernas Câmaras Municipais, 
> Etc."


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CONQUISTA DA PENÍNSULA IBÉRICA:


A conquista romana começou entre 218 A.C.,  com a captura das possessões cartaginesas no Sul e com o fim do último foco de resistência a Nordeste, e 19 A.C.
Em 209 A.C. com o declínio do exército de Aníbal, em Itália, inicia-se a grande conquista Romana da Península Ibérica. Então, Roma anexou a Península e dividiu-a em duas províncias:
> Hispânia Citerior;
> Hispânia Ulterior.
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AS LUTAS COM VIRIATO:


De 143 a 139 A.C., Viriato (1)  e os Lusitanos lutaram contra as Legiões Romanas.
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Em 27 A.C. os romanos conseguiram pacificar definitivamente a Península.
Então, dividiram-na em três províncias:

* Lusitânia (a Oeste);
* Baética (a Sul);
* Tarracones (a Leste e a Norte).

A presença romana na Hispânia durou SETE séculos com as fronteiras básicas da Península em relação aos outros países europeus estavam moldadas.
Contudo, os romanos além da administração territorial, deixaram-nos:
> A legalidade social e cultural como a família;
> A língua;
> A Religião;
> A lei e o governo municipal.

O Sul da Península começou a ser romanizado com uma rede de estradas ligando as cidades e atravessando os maiores rios.
As cidades Ibéricas começaram a ser urbanizadas ao estilo romano.

FIM DO IMPÉRIO ROMANO NA PENÍNSULA IBÉRICA

Entre 568 e 586 D.C., surgiram os Visigodos, comandados por Teodorico. Conseguiram dominar toda a Península Ibérica e, em pouco mais de século e meio,  implantaram a Monarquia Visigótica, com capital em Toledo.
O rei Visigodo Leovigildoentão, expulsa os funcionários imperiais e tenta unificar a Península. Foi o fim do Império Romano na Península
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OS VESTÍGIOS ROMANOS ENCONTRADOS EM PORTUGAL

A presença dos Romanos em Portugal é bem notória.
Um pouco por todo o País,  eles deixaram vestígios da sua passagem.
Pela  apreciação que podemos fazer desses vestígios, concluímos que era um povo deveras evoluído, para a época.

VESTÍGIOS EM VILAMOURA 


Não há dúvida que surpreendem-nos os vestígios deixados pelos romanos.
Na nossa passagem por Vilamoura - Algarve - Portugal, fomos visitar as ruinas de uma Vila Romana, cujos vestígios ainda não estão completamente descobertos, porquanto ainda prosseguem as respectivas escavações.
Impressionou-nos tudo o que conseguimos ver no "CERRO DA VILA",  e que difundimos por fotografia:




Pudemos observar os minúsculos azulejos com que ladrilhavam o chão.

Lagareta onde faziam o vinho.


As cisternas e os poços, de onde retiravam a água para o seu consumo diário.

Tanques onde aqueciam as águas para aquecimento das casas.

Estruturas por onde passavam as águas quentes e os vapores para aqueciomento das casas e para as saunas.
 

Canais por onde passavam as águas quentes.

Canais para a passagem das águas.

Tanques para tinturaria ou para outras indústrias .

Tanque de águas frias ou tépidas.

Depósitos para salga de peixe.

 Locais onde depositavam as cinzas dos seus mortos.


O local onde guardavam as cinzas dos seus mortos, sepultados no mesmo espaço da Vila.
Vasos idênticos aos usados para depositar as cinzas dos mortos.


Imagens dos peixes  e moluscos de onde eram extraídas tintas para tingir tecidos.
 
Colecção de moedas metálicas, usadas nas transacções comerciais.

Trajes...

Achados arqueológicos.


Réplica de ânfora usada na exportação de peixe salgado.
Podemos ver aqui o album completo de fotos.
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Aculturação:
> Ossonoba = Faro
> Bias do Sul = Fuzeta
> Pax Julia = Beja
> Olisipo = Lisboa
> Balsa = Luz de Tavira
> Lacobriga = Lagos

quinta-feira, maio 07, 2009

DE BEIJÓS > A VILAMOURA - Ao encontro do Sol Algarvio

Num fim de semana alargado, de 01 a 03 de Maio de 2009, deu para irmos ao encontro do Sol.
Fomos esperá-lo a Vilamoura - Algarve - Portugal.
Supomos que será a melhor porta de entrada do Sol para Portugal Continental, vindo do Norte de África.
Ainda que não tenhamos sido muito bem sucedidos, mas, para a época, valeu a pena.
Mudámos de ares e recuperámos energias para uma nova etapa.

Também valeu pelo convívio com alguns amigos, que, como nós, se deslocaram para desfrutar de tudo o que o Algarve tem de bom.

Sempre que nos deslocamos, connosco vai a objectiva da nossa máquina fotográfica, para registarmos os melhores momentos e as mais bonitas paisagens.
Aqui pudemos registar muitas coisas, muitas surpresas que iremos divulgar por fases.
Em Vilamoura fomos descobrir as Ruínas Romanas, cujas imagens, dentro de alguns dias, iremos divulgar, pelo interesse que nos despertaram numa abordagem sobre a evolução dos Povos.

Aqui apresentamos um aspecto da respectiva Marina, com uma unidade hoteleira em pano de fundo.


Mas despertou-nos a curiosidade o nome de ARTHUR CUPERTINO DE MIRANDA.

Vimos a sua estátua erigida numa Rotunda, à entrada de Vilamoura, na Estrada Nacional 125.
Porquê? Quisemos aprofundar.

Consta a inscrição de que este Cidadão foi o fundador de Vilamoura, no concelho de Quarteira.
Nas nossas pesquisas apurámos que "Cupertino de Miranda" foi um Banqueiro.

Foi ele o fundador do "Banco Português do Atlântico"(instituição absorvida pelo Milénio BCP), logo concluímos que terá feito forte investimento financeiro nesta zona de Portugal.

Fomentou a promoção do Turismo em Vilamoura, com a criação de infraestruturas como a respectiva Marina, Casino... etc.

Por tal motivo, sendo um cidadão que nasceu no Norte de Portugal Continental, dada a sua ligação ao sector financeiro e a actividade que aqui desenvolveu, tornaram-no merecedor do destaque que Vilamoura lhe promoveu...


...Numa Praça com o seu nome.

As Cinco Torres vistas ao longe, à medida que nos aproximamos da Vila.


Uns habitantes muito especiais, que aproveitaram as alturas para se instalarem, podendo desfrutar de uma singular paisagem, estamos em crer.





Fomos ali encontrar o "7 - Sete Café"...

... que nos arrasta, inevitavelmente, para o Mundo do Futebol.
A zona da Marina, seja de dia ou de noite, nunca está deserta. Sempre com muita gente a passear.


Aqui ouve-se uma mistura de linguagem, conforme os grupos que frequentam este espaço a cada momento.

É normal que se ouça o Português.
Mas também se ouve muito ... o Espanhol, o Inglês, o Alemão, o Paquistanês... etc.
Há momentos em que nos confundimos.
Em certos espaços já começamos a pensar que estamos no Brasil.
A luta pela vida e pela sobrevivência, sempre obrigou a que os Povos se deslocassem à procura de melhores oportunidades e de um modo de vida mais fácil e rentável.

Mas, de dia ou de noite, o espaço onde se situa a nossa casa, na...
..."Marina - Arcadas", mantém a mesma pacatez.
Durante o serão, ainda são ouvidas algumas músicas das zonas de lazer, coisa que nunca perturba o nosso descanso.


Por perto, outrora, existiu uma garrafeira, para facilitar a vida dos turistas e de alguns residentes.
Obrigado por nos ter visitado, em Vilamoura, mas continuamos a contar consigo.