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terça-feira, maio 17, 2011

AMIZADES QUE PERDURAM - Favada II

2011.MAI.06 - NOVO  ALMOÇO COM FAVAS
Em 13 de Maio de 2010, a equipa da hidroginástica juntou-se aqui para degustar o almoço de favas confeccionado pelo Sr. João.

Este ano, neste dia, os amigos juntaram-se de novo.
Procuraram ter com eles o Zacarias, mas, nestas coisas de colher imagens, por vezes é complicado. Ele teve que se deslocar ao Algarve, viagem que programou em Janeiro/11, e por isso não pôde estar presente neste convivio.
Vamos aguardar que haja outro e tentar programar tudo de outra maneira.
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["O destino dá-nos a família
os amigos escolhemo-los nós" > By Jacques Delille]
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Nós consideramos correcto este pensamento.
Nos tempos que correm, temos que aproveitar todos os momentos para conviver e atrair outras pessoas em novas e sãs amizades.
Aqueles momentos em que permanecemos junto de pessoas que conhecemos e com quem conviemos, seguramente que fazem esquecer alguns dos problemas que a vida nos traz.
Daí que as amizades nos façam sentir mais felizes, naquela troca mútua e desinteressada  de boa-vontade e de bem-querer.
Neste caso, daqueles momentos que o Grupo passa junto, duas vezes por semana, dentro
de água  na hidroginástica, para a volta da mesa foi um saltinho.
Aqueles que, de início, eram desconhecidos, hoje, conseguem reunir-se quase como uma família. Isto é maravilhoso. A confiança que depositaram uns nos outros consegue uni-los para um refeição. Estamos em crer que, noutras situações da vida, eles também lá estarão para prestar o seu apoio.
Os nossos sinceros parabéns pelo forma como se organizaram e convivem! Bastou a dica do Senhor Joaquim, em 2010, a falar das favas que estava a cultivar lá para a Ericeira, para se começar a falar do almoço e do convívio.
Excelente!
Agora, nas imagens de 2011, vemos lá algumas caras que já lá estiveram em 2010.
Se calhar, a panela em que foram confeccionadas as favas também era a mesma.
O vinho "GRILO" também seria do mesmo produtor, ainda que de outra colheita.
O rotulagem era idêntica.
Isso é trabalho do Senhor Mário Grilo. Só poderia ser. Ele tem que promover o que é dele!
Pelos comentários que ouvimos, merece ser promovido.
Gabaram-no.
Disseram que era uma boa pomada, para regar as favas.
Que trate da saúde a quem o bebeu e a quem o beber!

As favas, tratadas pelo mesmo cozinheiro de 2010, também deviam estar maravilhosas e isso justificou terem sido bem aconchegadas.
Deixamos os nossos sinceros parabéns a este Grupo de Amigos.
Votos de que tenham muita saúde, para que continuem nestas pequenas coisas, que enobrecem todos quantos nelas participam.
O nosso reconhecimento pelas imagens que nos enviaram!

quarta-feira, setembro 15, 2010

A VERDADEIRA AMIZADE

 ... NA LÓGICA DE SANTO AGOSTINHO                                                                                    


« ( Imagem da Net)

«É isto o que se ama nos amigos.
De tal maneira se amam que a consciência humana se julga por culpada se não ama a quem lhe paga amor com amor, ou se não paga com amor a quem primeiro a amou, só procurando na pessoa do amigo os sinais exteriores da benevolência.
Daqui, esse luto quando alguém morre, as trevas de dores, o coração humedecido pela mudança da doçura em angústia e a morte dos vivos pela perda da ida dos mortos.
Feliz o que Vos ama, feliz o que ama o amigo em Vós e o inimigo por amor de Vós.
Só não perde nenhum amigo aquele a quem todos são queridos n'Aquele que nunca perdemos. E quem é esse, senão o nosso Deus, o Deus que criou o Céu e a Terra e os enche porque, enchendo-os, os criou?
Ninguém Vos perde, a não ser quem vos abandona; e, se Vos deixa, para onde vai, para onde foge, senão de Vós manso, para Vós irado?
Onde é que não encontra, no seu castigo, a vossa lei? "A vossa lei é a verdade" e "Vós a mesma verdade" (Slm 119, 142). »
[Livro IV - O Professor .... Confissões de Santo Agostinho]
By Willoughby

segunda-feira, junho 14, 2010

O ÚLTIMO CARNAVAL EM CABANAS DE VIRIATO - O Adeus Aos Amigos


O DERRADEIRO ADEUS AOS AMIGOS

Depois de termos lido a mensagem em "Póvoa da Pegada" e em "FAROL DA NOSSA TERRA", e principalmente pelo retrato aqui descrito do Morgado, chegámos à conclusão que tivemos o prazer de registar uma das suas últimas façanhas.
Foi no desfile da Contra-Dança de Cabanas de Viriato, no último Carnaval. 
Mesmo no final, quando o tempo ameaçava com chuva,  junto da Casa do Passal, aquela que foi a morada de Aristides de Sousa Mendes, apareceu um Opel descapotável, coberto com um plástico que se esvoaçava com o vento e com a deslocação da viatura.
Este carro, já com alguns anos, supostamente, terá ido para aquela brincadeira talvez com pouca vontade, isto a avaliar pela apreciação humana, como se conseguíssemos dar vida e inteligência às coisas inertes.
Seria tão pouca a vontade de continuar a participar da brincadeira, que mesmo ali, em frente ao Passal, talvez com receio do Guarda da GNR que, no local, dirigia o trânsito, a embraiagem deixou de funcionar. Claro que, sem querer, o bom do motorista, que agora concluímos tratar-se do Nosso Querido Amigo Morgado, acabou por dar algum espectáculo e, com o seu Calhambeque despertou a nossa e a atenção de uns quanto populares que estavam por perto. Claro... causou o riso porque aqueles ocupantes tiveram que sair e empurrar o veículo que já perturbava a circulação dos restantes.  
Nós não tivemos o grato prazer de privar com o Morgado. 
Não tivemos a sorte de nos cruzarmos com ele na sua luta quotidiana, nem sequer no seu estabelecimento. Muito embora, há cerca de oito/nove anos, depois de algumas conversas com o Sr. Dr. Mário Silva, nosso ilustre Amigo e assíduo cliente da casa sempre que passava por Carregal do Sal,  tivéssemos entrado no respectivo edifício, sito mesmo  em frente ao Santuário da Nossa Senhora dos Milagres, na Aldeia de Laceiras, freguesia de Cabanas de Viriato, concelho de Carregal do Sal, com o propósito de almoçar, em dia que, por sinal, estava encerrado. Mesmo assim, então, alguém tomou a iniciativa de fazer as honras da casa e ofereceu-nos uma visita guiada às instalações, de que gostámos muito.

Enfim!
O que havemos de dizer acerca de uma pessoa que não conhecemos directamente?
Seguramente que, pelo que vemos nas mensagens de condolências que vão desfilando, também nós teremos perdido muito do seu convívio que nunca conseguimos.
Todavia, vendo a tristeza que vai na alma de cada um dos amigos, também com isso ficamos constrangidos. Também a tristeza nos toca à porta.
Agora só nos resta a solidariedade com aqueles que tiveram a honra de com ele privar de perto, deixando esta singular lembrança de uma das suas façanhas, o seu derradeiro Carnaval em Cabanas de Viriato.
Que Deus o recompense na eternidade pelas alegrias que conseguiu distribuir na passagem por este Mundo.
A Nossa Sentida Homenagem!
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"O “MORGADO

morgado.jpg“Olá baixinha!”… eram as invariáveis palavras com que o
 Morgado saudava a minha filha, ao mesmo tempo que passava
a mão pela cabeça do meu filho, olhando-os com ternura do alto
 do seu metro e oitenta e tal!… Fazia isto com os filhos e netos
 de todos quantos os que hoje aqui estamos a dizer-lhe um
último adeus. (...)
Palmas para o Morgado!"
Luís Fidalgo"

quarta-feira, maio 19, 2010

DE BEIJÓS > A MONTE ABRAÃO-SINTRA-PORTUGAL - Favada

2010.MAI.13 - "AMIGO" » AQUELE QUE TEM LUGAR CATIVO NA NOSSA MESA E AQUELE QUE SE ORGULHA DA NOSSA COMPANHIA NA SUA REFEIÇÃO.




As amizades nascem do nada.
Por vezes são difíceis de conseguir, mas o tempo encarrega-se de as solidificar.

Uns quantos estranhos que se reúnem duas vezes por semana com os mesmos propósitos, para cuidar da saúde e do bem estar.
Em devido tempo, o Sr. Joaquim lá deu a dica de que já tinha semeado as favas, num terreno, ali para os lados das Azenhas do Mar - Ericeira.
Foi o bastante, para que ele, de tempos a tempos, tivesse que explicar como se estavam as favas a desenvolver.
Nasceram e cresceram normalmente, mas continuavam a estar na memória do grupo, até chegar a altura da sua colheita, para um almoço entre voluntários.
O cozinheiro, Sr. João, franqueou-se para tratar deste acepipe.

Depois foi só uma questão de organização e conjugação de vontades e aí estão eles, numa sala de jantar muito especial, desalojando-se o automóvel, ali abancaram para consumir aquela bela "favada".

Engraçado é que, desta vez, ninguém pagou as favas! Nem ninguém os mandou à... a elas!
Mas, depois que se começou a falar neste almoço... "foram favas contadas"!
Valeu a pena.
Foi um almoço à lavrador.
Não faltou nada naquela mesa.
Acima de tudo reinou a alegria com que todos se reuniram.
Foi muito bom este convívio.
O Grupo está de parabéns pela forma como, espontaneamente, se organizou.
Já se ouvem vozes a falar num outro.
Estará para breve? Fala-se na batata à racha com sardinha assada à moda de Beijós.

quinta-feira, julho 16, 2009

ACEITA A MINHA AMIZADE

Esta "fábula" que achámos muito engraçada pela imagem que veicula, não resistimos e, o autor que nos perdoe, ousámos direccioná - la para esta margem.
Uma lição de humildade que o cão nos dá!

Pressentimento daquilo que os animais diriam se falassem connosco numa linguagem humana.

"... a vida de cão não é fácil!"