quinta-feira, junho 30, 2011
BEIJÓS » E A PARTE CULTURAL DA NOITE DE SÃO JOÃO 2011
terça-feira, junho 14, 2011
BEIJÓS » E A FESTA EM LOUVOR DE SÃO JOÃO BAPTISTA 2011
sábado, junho 26, 2010
OLIVEIRINHA - CARREGAL DO SAL - PASSAGEM DESNIVELADA
2010.JUN.25 - HOJE ABRIU AO TRÂNSITO A PASSAGEM DESNIVELADA DE OLIVEIRINHA
Os comboios na linha da Beira Alta deixaram de obrigar à paragem do trânsito automóvel para atravessar a respectiva linha no lugar de Oliveirinha - Carregal do Sal.
A antiga passagem de nível, na Estrada Nacional 337, que liga Oliveirinha a Viseu com passagem por Cabanas de Viriato, Beijós e Caldas de Sangemil, foi encerrada, o que irá beneficiar todos os utentes e reduzir o risco de acidentes naquela zona.
Já há menores preocupações para os automobilistas.
domingo, junho 06, 2010
BEIJÓS > NA ROTA DO SAL - I
"Carrega" - Nome de uma planta poácea do Brasil.
"Carregal" - Lugar onde crescem as carregas.
Há quem defenda a teoria de que o nome de Carregal... advém da planta "Carrega", contudo, temos que aceitar a evolução popular dos nomes das coisas ou, neste caso, da Vila.
Se Carregal do Sal foi entreposto de carregamentos de sal, com os correspondentes armazéns, as salinas, cujo movimento era feito por "carregadores", teremos que aceitar esta origem.
O povo terá passado a designar por "Carregal" o lugar onde os carregadores tinham que carregar, porquanto nunca se ouviu falar que em Carregal do Sal tivessem existido "Carregas".
Somos levados a concluir que aqui ter-se-á operado a substituição das consoantes na palavra "Carregar"
A consoante "r" > contínua, vibrante, alveolar, sonora >>>> foi substituida pela consoante "l" > contínua, lateral, alveolar, sonora. O som que uma ou outra consoantes formam são muito semelhantes > "ar" - "al" e daí a alteração de carregar >>> para carregal.
Enquanto "carregar" designa uma acção > "carregal" passou a designar o local onde essa acção se desenvolveu.
O SAL
Depois de deixarmos o nosso ponto de vista, quanto à origem da palavra "Carregal", cujo facto nunca será exagero continuar a debater, vamos prosseguir a falar do Sal, que ele, disso não temos dúvida, emprestou o segundo nome à Vila sede de concelho, em que nos situamos.
O sal é um mineral extraído em Portugal, a sua maior parte, da água do mar, podendo também ser obtido dos rios salgados secos. Em Rio Maior-Portugal, apesar de ficar a muitos quilómetros de distância da costa atlântica, há fortes nascentes de água salgada, da qual também se extrai sal por vaporização.
Além disso, o sal de mesa, sal de potássio e sal-gema são também explorados em minas subterrâneas. Por isso os grandes depósitos de sal são também um bom exemplo de como os depósitos de minerais podem fornecer informação acerca da história da Terra.
O Sal foi o ouro branco de outrora, cuja indústria dava pão a milhões de pessoas pelo Mundo, o qual também serviu de moeda de troca e até para pagamento dos ordenados, aos respectivos trabalhadores, pelo empregador, entregando uma quantidade de quilos de Sal como contrapartida dos serviços prestados. Daí a indicação actual dos "salários", ordenados pagos com o sal.
A água do mar entra nelas naturalmente ou bombeada e ali fica retida durante o tempo necessário para se dar a evaporação com o calor e se formarem os respectivos cristais, os quais vão sendo recolhidos para armazéns e depois transportados para as mais diversas partes do país e até do Mundo.
NA ROTA DO SAL
O Sr. António fez-nos a descrição da rota do sal que era depositado nos armazéns de Carregal do Sal, ou que passava por esta Vila rumo a Espanha, transportado em carros de bois, cujas juntas se revezavam nos diversos entrepostos durante o percurso:
O sal vinha em barcos, como já referimos, de Aveiro e da Figueira da Foz.
Naquela época, no século XIX, o Rio Mondego era navegável até à localidade de Porto da Raiva,concelho de Penacova, Distrito de Coimbra - Portugal, porto fluvial muito importante.
A partir do Porto da Raiva, o transporte era feito em carros de bois, como já descrevemos.
Dá-nos imenso prazer a pesquisa da origem das coisas.
Visitámos as marinhas e o Museu do Sal, na Figueira da Foz, na firme esperança de alguém ou o próprio local nos ajudarem no esclarecimento da rota do sal pela Vila sede do nosso concelho.
À conversa com as pessoas não obtivemos grandes esclarecimentos, uma vez que tinham apenas na lembrança de que o sal era transportado em vagões pelos Caminhos de Ferro (CP) e nós queríamos pesquisar o seu transporte antes do ferroviário.
Somos persistentes. Não nos cansaremos nesta tarefa. Temos esperança de que vamos lá chegar.
Todavia, como todos os museus são fontes de cultura, muito nos sensibilizou o trabalho exposto e os ensinamentos que colhemos no Museu do Sal da Figueira da Foz, que está na rota do Sal que passava pelo nosso concelho, os quais iremos desenvolver noutras mensagens.
segunda-feira, maio 03, 2010
BEIJÓS > TAMBÉM ESTEVE PRESENTE NO FESTIVAL
quarta-feira, abril 28, 2010
BEIJÓS > E O MUSEU MUNICIPAL DE CARREGAL DO SAL
segunda-feira, abril 26, 2010
DE BEIJÓS > À MONTANHA AZUL

quinta-feira, janeiro 14, 2010
CANTARES DAS JANEIRAS - MANTENHA-SE A TRADIÇÃO

2010.JAN.06 - CARREGAL DO SAL MANTEM A TRADIÇÃO
É com grande alegria que recebemos as notícias de Carregal do Sal, sobre o desfile dos Reizinhos, dos jardins de infância, que se apresentaram na Câmara Muncipal, para cantar as janeiras.
Há muitas tradições que, com o passar dos tempos, se vão perdendo. Estas iniciativas, motivando os mais pequeninos a um tipo de convívio bastante saudável, são de louvar, para dar
Será insignificante certamente aquilo que as crianças possam receber, mas temos a convicção de que, para elas, será enorme qualquer gesto vindo da parte da Câmara Municipal e que lhes ficará para sempre na memória.
Parabéns pelo evento e força para continuar.
"EM DIA DE REIS…
Crianças do Jardim de Infância de Carregal do Sal mantiveram a tradição!
(...)"
segunda-feira, agosto 31, 2009
CONVITE DA ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES FLORESTAIS DO PLANALTO BEIRÃO
Audiência Final da ZIF do Planalto Beirão - Carregal do SalA APFPB enviou o convite a todos os seus associados para estarem presentes na Reunião de Audiência Final da ZIF Planalto Beirão - Carregal do Sal, que irá realizar-se no dia 17 de Setembro de 2009, Quinta -Feira, pelas 18H00, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Carregal do Sal.
A APFPB também anuncia que irá estar presente o Senhor Engenheiro Fernando Pereira, representante da Autoridade Florestal Nacional.
Como esta iniciativa é de grande interesse para a formação das ZIFs, aconselhamos os Beijosenses a marcarem a sua presença nesta Reunião.
Ver aqui os assuntos que vão ser debatidos.
sábado, agosto 29, 2009
JULGADO DE PAZ EM CARREGAL DO SAL

segunda-feira, julho 06, 2009
CARREGAL DO SAL E AS SUAS FESTAS EM 2009
No dia 12 de Julho de 2009 é o primeiro dia das festas do concelho de Carregal do SalCartaz
Dia 12 de Julho
- AF Grupo
- Vira Milho
Dia 17 de Julho
- MEGA
- Tributo Xutos&Pontapés
Dia 18 de Julho
- Phil Case
- Dina
-Orquestra Royal
Dia 19 de Julho
- Canário & Amigos
Dia 20 de Julho
- Toques do Caramulo
>>> ENTRADAS LIVRES <<<
»»»» Tasquinhas - Artesanato - Exposições
»»»» Tunas - Folcore - Dança - Música
13 a 17 de Julho - Semana Cultural
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Outrora, Beijós esteve nestes festejos com um grupo de Teatro. O que irá apresentar este ano?
Esperamos que a Nossa Aldeia esteja bem representada!
sexta-feira, fevereiro 27, 2009
BEIJÓS E A REGIÃO DEMARCADA DO VINHO DO DÃO
QUINTA MENDES PEREIRA, a arte do vinho. A produtora...
Raquel Mendes Pereira é paulista de nascimento e portuguesa de coração. Seu pai, português, nasceu em Oliveira do Conde, e seu marido e companheiro de aventuras é português também. A história da produção do vinho começa na Quinta … A Quinta Mendes Pereira, também conhecida como Quinta da Sobreira, situa-se junto a Oliveira do Conde, em plena região do Dão, a dois quilómetros do Rio Mondego e a seis quilómetros do Rio Dão... exactamente no coração da Lusitânia.
Trata-se de um lote 100% Touriga Nacional. As uvas foram colhidas em caixas de 22 kg da parcela de Touriga Nacional mais bem localizada na Quinta, depois tiveram desengace total, esmagamento e fermentação em depósitos de inox com temperatura controlada e maceração prolongada e cuidada para melhor expressão da tipicidade da casta, nomeadamente ao nível aromático e estrutural.
A fermentação maloláctica ocorreu nas barricas de carvalho francês semi-novas e uma pequena percentagem de carvalho americano onde o vinho esteve depois um ano em estágio, a que se seguiu novo estágio em depósitos de inox por mais um inverno e posterior engarrafamento com envelhecimento em cave durante um período mínimo de 6 meses. Até ao engarrafamento teve apenas estabilização natural e uma ligeira filtração de modo a manter todo o seu potencial, pelo que pode ganhar depósito durante o envelhecimento em garrafa.Cor rubi muito intensa com laivos acastanhados. Espuma fugaz rosada que persiste no copo durante muito tempo. É belíssimo ver o copo a chorar com as lágrimas bem viscosas deste vinho.
Típico da Touriga Nacional, os aromas atacam intensamente o nariz. Notas “super” intensas a barrica, deixando pouco depois lugar ao lado frutado do vinho. Algum fruto seco (noz, passa, amêndoa). Muito interessante, aparece algum cacau com mistura surpreendente com um aroma fino a brisas do bosque (medronho, casca de pinheiro, caruma) e marmelo no final da cozedura.
Na boca, tem taninos ainda com muita garra mas bem amigáveis. Muita complexidade na boca, quente e vinoso. Possui uma linha longuíssima que percorre a língua e as papilas gustativas com muita astúcia. Termina fresco e com uma retronasal bem vincada.
Produtor: Raquel Camargo Mendes Pereira
Enólogo: António Narciso
Nota: 17,5
(...)"
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Parabéns pela classificação obtida, seguramente, fruto do empenho dos responsáveis pelo tratamento das vinhas.
