2011.JUL.11 - AS VOLTAS DA VIDA
Informamos os nossos estimados leitores de que, por motivos pessoais, vamos ser obrigados a suspender temporariamente as nossas emissões.
Prometemos continuar com todo o empenho, logo que seja possível.
As nossas desculpas!
Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Notícias. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, julho 11, 2011
segunda-feira, junho 06, 2011
DE BEIJÓS » À VENDA SECA - BELAS » Sintra - Portugal III
2011.MAI.29 - CONCERTO COM A BANDA FILARMÓNICA DA CIDADE DE AGUALVA-CACÉM
Terminadas as Cerimónias Religiosas em Louvor de Nossa Senhora de Fátima, em Venda Seca, Paróquia de Belas, concelho de Sintra - Portugal, seguiu-se a parte cultural, com o referido concerto. Havia alguma expectativa perante a actuação da referida Banda, porquanto é a mais jovem do concelho de Sintra. Nestas coisas, para que se consigam bons resultados, a maior parte das vezes tem que haver muita força de vontade de todas as pessoas empenhadas. Dos dirigentes ao Maestro e Músicos, tem que haver disponibilidade de tempo e algum sacrifício da sua vida privada e da família, para prestarem a melhor colaboração. Uma Banda muito jovem, mas onde se nota forte empenho e vontade de progredir.
O Ilustre Maestro, Sr. Domingos, muito rodado nos caminhos musicais, demonstra invulgar força de vontade para conseguir o êxito do seu sonho em colocar no pedestal que lhe é devido esta maravilhosa Banda. Que Deus o ajude! Deixamos-lhe aqui os nossos sinceros parabéns, pelo trabalho que vem desenvolvendo em prol da Cultura, principalmente no concelho de Sintra, onde já deixou o seu cunho pessoal noutras filarmónicas.
A surpresa do dia.
Este pequeno músico que, orgulhosamente, ajudou a exibir o estandarte foi apresentado em público pela primeira vez. O seu orgulho, a sua alegria foi notória durante toda a actuação. Já está no caminho! Parabéns!segunda-feira, outubro 04, 2010
BEIJÓS NO MÊS DE AGOSTO DE 2010
Relembrar outros tempos, no Poço da Relva em Beijós.
Espaço que, durante muitos anos, serviu de piscina para os mais jovens.
Como teria sido antes de nós?
Seguramente que também terá servido de piscina a muitas e muitas gerações.
Espaço que, durante muitos anos, serviu de piscina para os mais jovens.
Como teria sido antes de nós?
Seguramente que também terá servido de piscina a muitas e muitas gerações.
Naqueles décadas de 1940 a 1970, muitos dos nadadores apresentavam-se naquele espaço público em uniforme n.º 1, que era o original fato de banho da altura.
Era nos momentos de maior calor no Verão que os mais arrojados se dispunham a dar um mergulho neste lugar designado por Poço da Relva, talvez devido às características da vegetação que, espontaneamente, ali cresce.
Desta vez fomos surpreender dois Cortezes nadadores, que atenderam ao nosso pedido.Gostávamos de obter para nós um inédito instantâneo, quando os nadadores estivessem no vazio, entre a pedra da levada/açude, no leito da ribeira, e a água.
Conseguimos convencê-los a atirarem-se e aqui os reproduzimos, para regalo de todos os nossos estimados leitores.
Todas as coisas de Beijós nos animam profundamente. Vivemos intensamente tudo aquilo que a nossa Aldeia nos oferece.
Entendemos que todos os Beijosenses espalhados pelo mundo se alegram ao ver qualquer dos cantinhos de Beijós. Por isso tudo fazemos para lhes recordar aqueles espaços em que muitos deles passaram.
Todas as coisas de Beijós nos animam profundamente. Vivemos intensamente tudo aquilo que a nossa Aldeia nos oferece.
Entendemos que todos os Beijosenses espalhados pelo mundo se alegram ao ver qualquer dos cantinhos de Beijós. Por isso tudo fazemos para lhes recordar aqueles espaços em que muitos deles passaram.
sábado, junho 26, 2010
OLIVEIRINHA - CARREGAL DO SAL - PASSAGEM DESNIVELADA
2010.JUN.25 - HOJE ABRIU AO TRÂNSITO A PASSAGEM DESNIVELADA DE OLIVEIRINHA
Os comboios na linha da Beira Alta deixaram de obrigar à paragem do trânsito automóvel para atravessar a respectiva linha no lugar de Oliveirinha - Carregal do Sal.
A antiga passagem de nível, na Estrada Nacional 337, que liga Oliveirinha a Viseu com passagem por Cabanas de Viriato, Beijós e Caldas de Sangemil, foi encerrada, o que irá beneficiar todos os utentes e reduzir o risco de acidentes naquela zona.
Já há menores preocupações para os automobilistas.
domingo, junho 06, 2010
BEIJÓS > NA ROTA DO SAL - I
CARREGAL DO SAL
"Carrega" - Nome de uma planta poácea do Brasil.
"Carregal" - Lugar onde crescem as carregas.
Há quem defenda a teoria de que o nome de Carregal... advém da planta "Carrega", contudo, temos que aceitar a evolução popular dos nomes das coisas ou, neste caso, da Vila.
Se Carregal do Sal foi entreposto de carregamentos de sal, com os correspondentes armazéns, as salinas, cujo movimento era feito por "carregadores", teremos que aceitar esta origem.
O povo terá passado a designar por "Carregal" o lugar onde os carregadores tinham que carregar, porquanto nunca se ouviu falar que em Carregal do Sal tivessem existido "Carregas".
Somos levados a concluir que aqui ter-se-á operado a substituição das consoantes na palavra "Carregar"
A consoante "r" > contínua, vibrante, alveolar, sonora >>>> foi substituida pela consoante "l" > contínua, lateral, alveolar, sonora. O som que uma ou outra consoantes formam são muito semelhantes > "ar" - "al" e daí a alteração de carregar >>> para carregal.
Enquanto "carregar" designa uma acção > "carregal" passou a designar o local onde essa acção se desenvolveu.
O SAL
Depois de deixarmos o nosso ponto de vista, quanto à origem da palavra "Carregal", cujo facto nunca será exagero continuar a debater, vamos prosseguir a falar do Sal, que ele, disso não temos dúvida, emprestou o segundo nome à Vila sede de concelho, em que nos situamos.
O sal é um mineral extraído em Portugal, a sua maior parte, da água do mar, podendo também ser obtido dos rios salgados secos. Em Rio Maior-Portugal, apesar de ficar a muitos quilómetros de distância da costa atlântica, há fortes nascentes de água salgada, da qual também se extrai sal por vaporização.
Além disso, o sal de mesa, sal de potássio e sal-gema são também explorados em minas subterrâneas. Por isso os grandes depósitos de sal são também um bom exemplo de como os depósitos de minerais podem fornecer informação acerca da história da Terra.
O Sal foi o ouro branco de outrora, cuja indústria dava pão a milhões de pessoas pelo Mundo, o qual também serviu de moeda de troca e até para pagamento dos ordenados, aos respectivos trabalhadores, pelo empregador, entregando uma quantidade de quilos de Sal como contrapartida dos serviços prestados. Daí a indicação actual dos "salários", ordenados pagos com o sal.
"Carrega" - Nome de uma planta poácea do Brasil.
"Carregal" - Lugar onde crescem as carregas.
Há quem defenda a teoria de que o nome de Carregal... advém da planta "Carrega", contudo, temos que aceitar a evolução popular dos nomes das coisas ou, neste caso, da Vila.
Se Carregal do Sal foi entreposto de carregamentos de sal, com os correspondentes armazéns, as salinas, cujo movimento era feito por "carregadores", teremos que aceitar esta origem.
O povo terá passado a designar por "Carregal" o lugar onde os carregadores tinham que carregar, porquanto nunca se ouviu falar que em Carregal do Sal tivessem existido "Carregas".
Somos levados a concluir que aqui ter-se-á operado a substituição das consoantes na palavra "Carregar"
A consoante "r" > contínua, vibrante, alveolar, sonora >>>> foi substituida pela consoante "l" > contínua, lateral, alveolar, sonora. O som que uma ou outra consoantes formam são muito semelhantes > "ar" - "al" e daí a alteração de carregar >>> para carregal.
Enquanto "carregar" designa uma acção > "carregal" passou a designar o local onde essa acção se desenvolveu.
O SAL
Depois de deixarmos o nosso ponto de vista, quanto à origem da palavra "Carregal", cujo facto nunca será exagero continuar a debater, vamos prosseguir a falar do Sal, que ele, disso não temos dúvida, emprestou o segundo nome à Vila sede de concelho, em que nos situamos.
O sal é um mineral extraído em Portugal, a sua maior parte, da água do mar, podendo também ser obtido dos rios salgados secos. Em Rio Maior-Portugal, apesar de ficar a muitos quilómetros de distância da costa atlântica, há fortes nascentes de água salgada, da qual também se extrai sal por vaporização.
Além disso, o sal de mesa, sal de potássio e sal-gema são também explorados em minas subterrâneas. Por isso os grandes depósitos de sal são também um bom exemplo de como os depósitos de minerais podem fornecer informação acerca da história da Terra.
O Sal foi o ouro branco de outrora, cuja indústria dava pão a milhões de pessoas pelo Mundo, o qual também serviu de moeda de troca e até para pagamento dos ordenados, aos respectivos trabalhadores, pelo empregador, entregando uma quantidade de quilos de Sal como contrapartida dos serviços prestados. Daí a indicação actual dos "salários", ordenados pagos com o sal.
Portugal foi desde sempre País produtor e exportador de Sal. De Norte a Sul a costa portuguesa ainda mantém as suas marinhas de sal.
A água do mar entra nelas naturalmente ou bombeada e ali fica retida durante o tempo necessário para se dar a evaporação com o calor e se formarem os respectivos cristais, os quais vão sendo recolhidos para armazéns e depois transportados para as mais diversas partes do país e até do Mundo.
NA ROTA DO SAL
A água do mar entra nelas naturalmente ou bombeada e ali fica retida durante o tempo necessário para se dar a evaporação com o calor e se formarem os respectivos cristais, os quais vão sendo recolhidos para armazéns e depois transportados para as mais diversas partes do país e até do Mundo.
NA ROTA DO SAL
Este nosso querido Amigo, ANTÓNIO SILVESTRE, nascido em Cabanas de Viriato, em Agosto de 1917, por isso vai completar a bonita idade de 93 anos, passou por muitas fases da vida que o marcaram deixando-lhe muitas experiências. Terá sido a vida a sua melhor escola. Contudo, não terá sido somente a vida a sua mestra, uma vez que, pelo que apurámos, é aficionado pela leitura. Apesar da sua idade, ainda é um devorador de livros.
Junto dele temos tido o privilégio de recolher maravilhosos ensinamentos. Tem sido um dos nossos melhores mestres.
O Sr. António fez-nos a descrição da rota do sal que era depositado nos armazéns de Carregal do Sal, ou que passava por esta Vila rumo a Espanha, transportado em carros de bois, cujas juntas se revezavam nos diversos entrepostos durante o percurso:
O sal vinha em barcos, como já referimos, de Aveiro e da Figueira da Foz.
Naquela época, no século XIX, o Rio Mondego era navegável até à localidade de Porto da Raiva,concelho de Penacova, Distrito de Coimbra - Portugal, porto fluvial muito importante.
A partir do Porto da Raiva, o transporte era feito em carros de bois, como já descrevemos.
Dá-nos imenso prazer a pesquisa da origem das coisas.
Visitámos as marinhas e o Museu do Sal, na Figueira da Foz, na firme esperança de alguém ou o próprio local nos ajudarem no esclarecimento da rota do sal pela Vila sede do nosso concelho.
À conversa com as pessoas não obtivemos grandes esclarecimentos, uma vez que tinham apenas na lembrança de que o sal era transportado em vagões pelos Caminhos de Ferro (CP) e nós queríamos pesquisar o seu transporte antes do ferroviário.
Somos persistentes. Não nos cansaremos nesta tarefa. Temos esperança de que vamos lá chegar.
Todavia, como todos os museus são fontes de cultura, muito nos sensibilizou o trabalho exposto e os ensinamentos que colhemos no Museu do Sal da Figueira da Foz, que está na rota do Sal que passava pelo nosso concelho, os quais iremos desenvolver noutras mensagens.
O Sr. António fez-nos a descrição da rota do sal que era depositado nos armazéns de Carregal do Sal, ou que passava por esta Vila rumo a Espanha, transportado em carros de bois, cujas juntas se revezavam nos diversos entrepostos durante o percurso:
O sal vinha em barcos, como já referimos, de Aveiro e da Figueira da Foz.
Naquela época, no século XIX, o Rio Mondego era navegável até à localidade de Porto da Raiva,concelho de Penacova, Distrito de Coimbra - Portugal, porto fluvial muito importante.
A partir do Porto da Raiva, o transporte era feito em carros de bois, como já descrevemos.
Dá-nos imenso prazer a pesquisa da origem das coisas.
Visitámos as marinhas e o Museu do Sal, na Figueira da Foz, na firme esperança de alguém ou o próprio local nos ajudarem no esclarecimento da rota do sal pela Vila sede do nosso concelho.
À conversa com as pessoas não obtivemos grandes esclarecimentos, uma vez que tinham apenas na lembrança de que o sal era transportado em vagões pelos Caminhos de Ferro (CP) e nós queríamos pesquisar o seu transporte antes do ferroviário.
Somos persistentes. Não nos cansaremos nesta tarefa. Temos esperança de que vamos lá chegar.
Todavia, como todos os museus são fontes de cultura, muito nos sensibilizou o trabalho exposto e os ensinamentos que colhemos no Museu do Sal da Figueira da Foz, que está na rota do Sal que passava pelo nosso concelho, os quais iremos desenvolver noutras mensagens.
terça-feira, maio 25, 2010
DE BEIJÓS > A MONTE REAL - PORTUGAL > BASE ABERTA 2010
A Base Aérea N.º 5 - Monte Real, nesta data, abriu as suas portas e, entre as 10;00 e as 18;00, franqueou o seu espaço a todos os visitantes que acolheram de bom grado esta oportunidade.
O dia, com um Sol brilhante e quente, proporcionou uma visita invulgar àqueles espaços da Força Aérea Portuguesa.
Além das fotografias que desejávamos do evento, movia-nos a intenção de voar, para ver dos céus a paisagem que o Mundo nos oferece em São Pedro de Moel, Vieira de Leiria e Pedrogão Grande, naquelas praias do litoral Oeste.
Por isso, passamos parte do tempo em filas, para conseguir obter bilhete para o Baptismo de Voo. Conseguimos o Bilhete 705.
Durante toda a manhã, o avião EADS C-295 M não parou de sobrevoar aquela parte da Costa Portuguesa a mostrar aos alunos das escolas a maravilhosa paisagem que observavam lá do alto. Nestas coisas, quando há muita gente, reduz-se o tempo de voo. Certa de 10 minutos apenas a sobrevoar aquelas praias e o Oceano Atlântico.
O nosso voo, o primeiro da tarde, para adultos, só pode realizar-se depois das exibições das esquadrilhas dos F 16, que maravilharam os visitantes com as suas habilidosas manobras lá nos altos, conforme poderemos concluir pelas imagens que apresentamos no final. Por isso, só conseguimos iniciar a viagem para cima do Atlântico às 17;30. Apesar de o vento baloiçar um pouco com a aeronave e o nosso lugar, nos bancos do centro do avião, que nos impediu de colher as tão desejadas imagens para divulgarmos aqui, pelas vigias pudemos observar as paisagens daquelas praias douradas do Oeste. Mesmo assim valeu a pena para remexer um pouco com os nossos arquivos memoriais.
O nosso voo, o primeiro da tarde, para adultos, só pode realizar-se depois das exibições das esquadrilhas dos F 16, que maravilharam os visitantes com as suas habilidosas manobras lá nos altos, conforme poderemos concluir pelas imagens que apresentamos no final. Por isso, só conseguimos iniciar a viagem para cima do Atlântico às 17;30. Apesar de o vento baloiçar um pouco com a aeronave e o nosso lugar, nos bancos do centro do avião, que nos impediu de colher as tão desejadas imagens para divulgarmos aqui, pelas vigias pudemos observar as paisagens daquelas praias douradas do Oeste. Mesmo assim valeu a pena para remexer um pouco com os nossos arquivos memoriais. Tempos que nos deixaram muitas coisas maravilhosas e que guardamos com saudade.
Por isso e para reavivarmos a memória e nos actualizarmos com as mudanças constantes do Mundo, convém que de vez em quando regressemos ao ponto de partida.
Foi também o que nos animou para esta viagem. Recordar os lugares por onde andámos outrora e ver que alterações se operaram no meio ambiente que também foi o nosso, entre 17.JAN.1967 e 28.NOV.1968. Foi uma viagem ao passado que só consta nas nossas memórias, porque foram grandes as alterações que se deram naquele espaço que foi o nosso habitat.
Do aquartelamento para Norte a paisagem poucas alterações sofreu.
Aquele cenário que nos saciava as emoções em cada dia, onde o Sol teimava em pousar a sua luz, entre o amanhecer e o ocaso, onde os aviões em permanente movimento operavam nos seus treinos, e onde, em Maio de 1967, SS O PAPA Paulo VI, no Caravela da Alitália, pousou para que SS estivesse presente nas Celebrações religiosas no Santuário de Fátima, permanece quase igual. Aí sim! Deu para matar as saudades do passado que consumiu a nossa juventude.
A Torre de Controle e o célebre Relógio de Sol, lavrado suadamente naquele calcário arredondado em forma de mesa, mantêm-se inalterados.
Por tudo de bom que observámos, valeu a pena viajar.
Deixamos algumas imagens!
quarta-feira, abril 28, 2010
BEIJÓS > E O MUSEU MUNICIPAL DE CARREGAL DO SAL
Na célebre casa das correntes, como é conhecida, está instalado o Museu em epígrafe. O edifício foi construído em meados do Século XX.
Passámos para uma curta visita e relembrar um pouco do nosso passado, não muito distante.
Valeu a pena porque, além de nos darmos a conhecer, saímos mais valorizados e com vontade de passar mais vezes, sempre que haja oportunidade e as respectivas exposições nos motivem.
Ali pudemos admirar colecções de:
» Pintura;
» Escultura;
» Arqueologia;
» Etnografia;
» Armaria;
»» Além disso são inúmeros os artigos ligados à agricultura, que retratam bem a vida de outrora no amanho da terra e na preparação e transformação de alguns produtos provenientes desse trabalho.
No seu espaço exterior, junto das instalações da Biblioteca Municipal pudemos observar também estes carros de bois, que terão transportado muitos dos bens que a terra produziu, meio de transporte que muito favoreceu o homem em determinado momento. Hoje, foram substituídos nessas e noutras tarefas pelas máquinas.
Surpreendeu-nos a representação da nossa Aldeia, Beijós. Na Secção de Arqueologia, observamos muitos artefactos recuperados principalmente no Outeiro dos Castelos e nas Chãs.
Foi muito bom. Prometemos voltar para completar a nossa visita às potencialidades que, na área do turismo, o concelho de Carregal do Sal já nos oferece.
Recomendamos vivamente uma aturada visita.
sexta-feira, março 26, 2010
DE BEIJÓS > A MONTEMOR-O-VELHO - A Época da Lampreia

2009.NOV.09 - VIAGENS NO VALE DO MONDEGO - FIGUEIRA DA FOZ - PORTUGAL
Decidimos visitar Montemor-O-Velho, uma Vila Histórica Portuguesa que guarda muito do Património Cultural Português.
Possui vestígios de Antigos Povos que ocuparam a península. Depois foi governada por nobres do Reino de Leão e Castela. Mais tarde, por nobres da confiança de D. Teresa...
Foi muito bom percorrer as ruas daquela Vila nas imensas planícies dos arrozais da Figueira da Foz.
Além da fortaleza que se ergue sobranceiramente à Vila, em cada casa e em cada canto vimos os vestígios da História de Portugal e da cultura desenvolvida através dos tempos, principalmente no campo musical.
Muitos monumentos, muita arte de várias épocas.
Deixamos algumas imagens, para ilustrar os nossos comentários e documentar os passos que demos.
A LAMPREIA
Todavia, não podíamos passar indiferentes a outras riquezas.
Além da produção de cereais da criação do gado, aquela região tem a sua gastronomia própria facilitada pela abundância de peixe que o Rio Mondego alberga no seu leito.
Entre os fins de Janeiro e meados do mês de Abril, a área de Montemor-O-Velho desenvolve na sua actividade turística a confecção das refeições que incluem a lampreia do Mondego.
Prato, não muito barato, mas muito apreciado por uma grande parte da população portuguesa.
Por isso afigura-se-nos estar muito bem incluído nos roteiros turísticos de Portugal.
Temática:-
De Beijós para o Mundo,
Especialidades Regionais,
História de Portugal,
Monumentos,
Notícias,
Turismo,
Viagens
sábado, março 20, 2010
DE BEIJÓS > A TOLEDO
NAS NOSSAS VIAGENS A ESPANHA VIMOS TOLEDO POR FORA - (2008.SET.04)
Subimos ao monte a Sul. Dali contemplámos a multi-milenária Urbe noutro planalto, abraçada pelo Rio Tejo a que o Espanhóis teimam em pronunciar "Tarro".
Foi muito bom subir às colinas, para observarmos o tesouro que aquele monte esconde.
HISTÓRIA
"Toledo, ibi parva urbs erat, sed loco munita" > Esta Frase foi escrita pelo historiador romano Tito Lívio, há quase dois mil anos, para relatar as façanhas do pretor Marco Fúlvio que, comandando legiões romanas, conquistou a cidade.
Esta cidade foi a capital da península Ibérica, durante a Monarquia Visigótica, que teve como Rei Leovigildo, no século V. Os Visigodos, no Século V, surgiram na Península, comandados por Teodorico e, em pouco mais de século e meio, implantaram a Monarquia. Este povo pertencia à seita ariana, mas cedo se converteu ao catolicismo, religião já abraçada pelos Hispano-romanos (antigos habitantes da Península). Esta religião teve como berço a Palestina (Terra Santa) e fora ensinada e pregada por Jesus Cristo.
« (Rio Tejo a contornar a cidade por entre as barreiras graníticas).
TOLEDO E A HISTÓRIA DE PORTUGAL
Corria o ano de 1127. Por esse tempo governava a monarquia de Leão D. Afonso VII, filho de D. Urraca, primo de D. Afonso Henriques. O rei de Leão para ultrapassar os propósitos de D. Teresa, sua tia, exigiu que esta lhe prestasse obediência, ao que ela se negou. Então, o rei D. Afonso VII invadiu o condado portucalense doado por seu avô a D. Teresa, e foi pôr cerco a Guimarães, onde se encontrava o infante D. Afonso Henriques. Em má hora teria sido prisioneiro este príncipe, se o honrado fidalgo EGAS MONIZ não houvesse ficado por fiador pela vassalagem que D. Afonso Henriques, sem tropas suficientes para resistir, fora obrigado a prometer a D. Afonso VII.
REMISSÃO DE PALAVRA NÃO CUMPRIDA
Livre de perigo, D. Afonso Henriques depressa esqueceu os compromissos que havia tomado. Não só deixou de prestar tal vassalagem, como até ainda invadiu a Galiza.
Em face disso, EGAS MONIZ partiu, com risco da própria vida, para TOLEDO, na companhia da mulher e filhos, a apresentar-se ao rei de Leão, para remissão da sua palavra não cumprida.
D. Afonso VII, maravilhado com este feito de honra, perdoou-lhe e mandou-o em paz.
EPISÓDIO APROVEITADO PARA LIÇÃO
Nos livros da 4.ª Classe dos anos 40/50 do século passado podemos observar o seguinte:
"Exemplo de Lealdade
Para obrigar D. Teresa e D. Afonso Henriques a reconhecerem a sua autoridade, o Rei de Leão invadiu o Condado de Portugal e veio cercar Guimarães, onde se encontrava o moço Príncipe.
Afonso Henriques e os seus barões reconheceram a inutilidade da resistência. Então, Egas Moniz dirigiu-se ao Rei de Leão e empenhou a sua palavra, prometendo que o Príncipe D. Afonso lhe prestaria vassalagem.
Confiado na lealdade do fidalgo português, Afonso VII levantou o cerco.
Quando D. Afonso Henriques principiou a governar o condado, recusou-se a cumprir a promessa feita pelo seu aio.
Não querendo ficar por perjuro, EGAS MONIZ, descalço e de cordão ao pescoço, acompanhado da mulher e dos filhos, foi a TOLEDO apresentar-se ao rei de Leão oferecendo a sua vida e a dos seus em resgate da palavra empenhada.
Afonso VII, que estava vivamente irritado, ficou vencido por esta singular prova de lealdade e despediu, livre e honrado, o nobre fidalgo português.
EGAS MONIZ foi exemplo de lealdade como carácter e foi um dos fundadores da Nacionalidade Portuguesa, cujo amor aprendeu na corte de D. Henrique (pai de D. Afonso Henriques)."
TOLEDO CAPITAL DO REINO DE LEÃO
Como acabámos de verificar, no ano de 1127, Toledo era a Capital do Reino de Leão, em cuja cidade o rei D. Afonso VII tinha o seu palácio real!
***********************************************
Tendo visitado muitos dos seus monumentos, tomamos a firme decisão de, futuramente, prosseguirmos a falar do vasto património histórico, cultural e religioso que nos foi dado observar nesta bela e histórica cidade de TOLEDO.
segunda-feira, dezembro 21, 2009
DE BEIJÓS > À VILA DE GAEIRAS - Presépios
2009.DEC.13 - EXPOSIÇÃO DE PRESÉPIOS NA VILA DE GAEIRAS
Nas nossas viagens fomos ao encontro da 3.ª Exposição de Presépios na Vila de Gaeiras, mesmo ao lado da Vila de Óbidos.
Realmente, ficamos maravilhados com aquele singular evento. As instalações de um antigo armazém de vinhos, desactivado, são o espaço ideal para a maravilhosa exposição. As suas cubas onde fora guardado o delicioso néctar, que, agora pudemos relembrar, também foram usadas para a exposição.
Os trabalhos expostos, que deslumbram qualquer visitante, realçam bem a Quadra Natalícia que estamos a viver, cuja visita recomendamos vivamente.
terça-feira, outubro 20, 2009
DE BEIJÓS > A SEIÇA - Festa em Louvor de Nossa Senhora
2009.08.15 - FESTA EM LOUVOR DE NOSSA SENHORA DE SEIÇA
Nesta capelinha invulgar, imóvel de interesse público, única na Península Ibérica, realiza-se em 15 de Agosto a referida Festa.
Este ano quisemos estar lá nessa data, porquanto nunca tinha sido possível observar a Capela e as Imagens que ostenta.
Tivemos oportunidade de analisar os quadros de trechos de guerra de outros tempos, travada nos Campos da Figueira da Foz e de Coimbra, pintados no interior das paredes do edifício.
No decorrer das nossas diligências surgiu a curiosidade da existência da balança. Já tinhamos ouvido falar dela, mas ninguém nos esclareceu sobre o seu verdadeiro significado.
A resposta não se fez esperar. Ela foi completa e esclarecedora.
Então vejamos: "Todos os anos, no dia da Festa de Nossa Senhora de Seiça, aquela balança é colocada no respectivo suporte nas arcadas do exterior da Capela. Durante o ano, os crentes e devotos de Nossa Senhora, em situação de crise, pedem as graças à Santa, e para tanto fazem uma promessa de oferecer qualquer coisa como reconhecimento das Graças recebidas. Então, perante as situações que os afligem, assim quantificam na promessa. Normalmente as maiores aflições provêm das doenças dos descendentes, ainda bebés. Então é hábito prometerem tantos quilos de cereal, quantos os bebés tiverem de peso. Na altura de pagar a promessa colocam o bebé num dos pratos da balança e no outro o cereal correspondente até equilibar. Esse cereal será entregue à Santa".
segunda-feira, setembro 21, 2009
DE BEIJÓS »» A ANGOLA - Notícias

"Angola aperta o cerco Fonte: Expresso - Editado por AD
Quinta, 17 Setembro 2009
Angola pediu às autoridades judiciais portuguesas que investiguem detalhadamente as transacções de acções do Banif por parte do seu principal accionista, Horácio Roque.
Com isso, o Estado angolano tornou evidente a sua convicção de que Roque não sai isento de culpas na "burla gigantesca" que diz ter sofrido após ter mandatado três testas-de-ferro portugueses para comprar 49% do Banif. "
Ler Notícia
domingo, setembro 13, 2009
BEIJÓS > CÁRITAS PAROQUIAL > A CONCRETIZAÇÃO DE UM SONHO
EDIFÍCIO-SEDE E CENTRO DE DIA DA CÁRITAS PAROQUIAL DE BEIJÓS
Funcionamento:
»»» Neste edifício, sito na Rua Abade Pais Pinto, espaço contíguo à Junta de Freguesia, em Beijós, funciona o Centro de Dia, onde os respectivos utentes têm os seus convívios durante a semana (de 2.ª a 6.ª Feira), entre as 09H00 e as 16H30.
Telefone 232 672 047.
»»» Logo pelas 09H00, três carrinhas vão de Aldeia em Aldeia fazer o transporte dos idosos para o Centro de Dia, onde permanecem até às 16H30, altura em que, depois do lanche, são de novo transportados para as respectivas residências.
Serviços de Apoio:
A SUA HISTÓRIA
Descrever a história da Cáritas Paroquial de Beijós será, para qualquer Beijosense, uma ambição.
Estamos cientes de dificuldades que teremos que transpor. Mas iremos procurar dar a conhecer ao Mundo a História desta Instituição, para que se possa ajuizar os sacrifícios e preocupações de muitos Beijosenses, que impulsinaram a sua criação.
Também iremos procurar descrever os benefícios que a Cáritas trouxe para a nossa Aldeia, por forma a sensibilizar os mais cépticos para que passem a acreditar mais nesta Instituição e no trabalho de todos aqueles que têm tido a responsabilidade de a gerir, através dos tempos.
O PRIMEIRO SINAL
Sejamos crentes ou não, temos que aceitar que Deus permite que o homem dê sempre os passos certos, em qualquer fase da sua vida.
Ele, como força dominante do Mundo em que vivemos, indica os caminhos mais seguros que a humanidade deve percorrer.
»»» Um telefonema
Estamos no ano de 1983 do Século XX.
»»» O Nosso Querido Amigo Agostinho Marques do Nascimento desempenhara as suas funções profissionais na Direcção-Geral dos Hospitais, em Lisboa, até à década de 70, também do Século passado, altura em que, por razões da sua vida particular, emigrou para a Alemanha.
Nestas suas funções na DGH-Lisboa, também tinha por missão colaborar no Apoio Social a diversas instituições de solidariedade social, razão por que os seus préstimos eram solicitados directamente, para encaminhamento de alguns dos pedidos.
»»» Diziamos que, no ano de 1983, vindo da Alemanha um camião carregado de roupas bateu à porta de uma Congregação Religiosa, sita em Camarate, Lisboa. Esta Instituição sentiu enormes dificuldades em aceitar esta dádiva e procurou enacaminhá-la para a Cáritas Portuguesa, com sede em Lisboa que, por sua vez, talvez por falta de espaços e de meios humanos para fazer a respectiva distribuição pelos mais necessitados, também não aceitou essas roupas.
»»» Os responsáveis pela Congregação Religiosa, embaraçados com aquele maravilhoso presente que a Alemanha enviara para os pobres de Portugal, procurou ultrapassar as dificuldades, para evitar que aquele camião regressasse com a carga à Alemanha, porque daí, seguramente, viriam muitos prejuizos para aquela Instituição, que sempre contou com os apoios estrangeiros.
»»» Então, um telefonema para o Beijosense, o Nosso Querido Amigo Agostinho M. do Nascimento que, então, já pensava seriamente em regressar a Portugal, fez com que ele se lembrasse dos pobres de Beijós.
»»» O despertar de um desejo
Este Nosso conterrâneo, que nunca esqueceu a sua Aldeia, lembrou-se que por ali, quer em Beijós quer nas aldeias vizinhas, haveria muitas pessoas de fracas posses que necessitavam de ajuda.
Ele, que põe a sua parte humana sempre à frente de todo o resto, decidiu indicar o caminho de Beijós aos responsáveis pela Congregação Religiosa que, amavelmente, o tinham contactado. Assim, o mesmo camião que veio da Alemanha passou pela nossa Aldeia e ali descarregou as roupas que transportava.
»»» Terá sido, então, tarefa árdua para o Saudoso e Reverendo Padre AGOSTINHO DA CUNHA NETO, que, como responsável pela Paróquia de S. João Baptista de Beijós, inesperadamente, teve que organizar o melhor que pode a distribuição daquelas roupas.
OS PRIMEIROS PASSOS
»»» Neste edifício, sito na Rua Abade Pais Pinto, espaço contíguo à Junta de Freguesia, em Beijós, funciona o Centro de Dia, onde os respectivos utentes têm os seus convívios durante a semana (de 2.ª a 6.ª Feira), entre as 09H00 e as 16H30.
Telefone 232 672 047.
»»» Logo pelas 09H00, três carrinhas vão de Aldeia em Aldeia fazer o transporte dos idosos para o Centro de Dia, onde permanecem até às 16H30, altura em que, depois do lanche, são de novo transportados para as respectivas residências.
Serviços de Apoio:
»»» Possui cozinha e refeitório, para confeccionarem e servirem as refeições aos idosos, a Cáritas também dá apoio aos alunos do Ensino Primário e Infantil, servindo-lhes os almoços. Ao fim do dia, cada utente, de regresso a casa, leva consigo os alimentos confeccionados para comer ao jantar.
»»» Possui um serviço de apoio domiciliário-externo, não só em Beijós, mas também nas Aldeias vizinhas, designadamente, Pardieiros, Póvoa da Pégada, Penedo, Aguieira, Pedra Cavaleira, Moreira, Sangemil, etc.
»»» Este apoio domiciliário, além das refeições que servem aos utentes, inclui as limpezas das suas residências, higiene pessoal e o tratamento das suas roupas.
»»» Possui um serviço de apoio domiciliário-externo, não só em Beijós, mas também nas Aldeias vizinhas, designadamente, Pardieiros, Póvoa da Pégada, Penedo, Aguieira, Pedra Cavaleira, Moreira, Sangemil, etc.
»»» Este apoio domiciliário, além das refeições que servem aos utentes, inclui as limpezas das suas residências, higiene pessoal e o tratamento das suas roupas.
********************************************
A SUA HISTÓRIA
Descrever a história da Cáritas Paroquial de Beijós será, para qualquer Beijosense, uma ambição.
Estamos cientes de dificuldades que teremos que transpor. Mas iremos procurar dar a conhecer ao Mundo a História desta Instituição, para que se possa ajuizar os sacrifícios e preocupações de muitos Beijosenses, que impulsinaram a sua criação.
Também iremos procurar descrever os benefícios que a Cáritas trouxe para a nossa Aldeia, por forma a sensibilizar os mais cépticos para que passem a acreditar mais nesta Instituição e no trabalho de todos aqueles que têm tido a responsabilidade de a gerir, através dos tempos.
O PRIMEIRO SINAL
Sejamos crentes ou não, temos que aceitar que Deus permite que o homem dê sempre os passos certos, em qualquer fase da sua vida.
Ele, como força dominante do Mundo em que vivemos, indica os caminhos mais seguros que a humanidade deve percorrer.
»»» Um telefonema
Estamos no ano de 1983 do Século XX.
»»» O Nosso Querido Amigo Agostinho Marques do Nascimento desempenhara as suas funções profissionais na Direcção-Geral dos Hospitais, em Lisboa, até à década de 70, também do Século passado, altura em que, por razões da sua vida particular, emigrou para a Alemanha.
Nestas suas funções na DGH-Lisboa, também tinha por missão colaborar no Apoio Social a diversas instituições de solidariedade social, razão por que os seus préstimos eram solicitados directamente, para encaminhamento de alguns dos pedidos.
»»» Diziamos que, no ano de 1983, vindo da Alemanha um camião carregado de roupas bateu à porta de uma Congregação Religiosa, sita em Camarate, Lisboa. Esta Instituição sentiu enormes dificuldades em aceitar esta dádiva e procurou enacaminhá-la para a Cáritas Portuguesa, com sede em Lisboa que, por sua vez, talvez por falta de espaços e de meios humanos para fazer a respectiva distribuição pelos mais necessitados, também não aceitou essas roupas.
»»» Os responsáveis pela Congregação Religiosa, embaraçados com aquele maravilhoso presente que a Alemanha enviara para os pobres de Portugal, procurou ultrapassar as dificuldades, para evitar que aquele camião regressasse com a carga à Alemanha, porque daí, seguramente, viriam muitos prejuizos para aquela Instituição, que sempre contou com os apoios estrangeiros.
»»» Então, um telefonema para o Beijosense, o Nosso Querido Amigo Agostinho M. do Nascimento que, então, já pensava seriamente em regressar a Portugal, fez com que ele se lembrasse dos pobres de Beijós.
»»» O despertar de um desejo
Este Nosso conterrâneo, que nunca esqueceu a sua Aldeia, lembrou-se que por ali, quer em Beijós quer nas aldeias vizinhas, haveria muitas pessoas de fracas posses que necessitavam de ajuda.
Ele, que põe a sua parte humana sempre à frente de todo o resto, decidiu indicar o caminho de Beijós aos responsáveis pela Congregação Religiosa que, amavelmente, o tinham contactado. Assim, o mesmo camião que veio da Alemanha passou pela nossa Aldeia e ali descarregou as roupas que transportava.
»»» Terá sido, então, tarefa árdua para o Saudoso e Reverendo Padre AGOSTINHO DA CUNHA NETO, que, como responsável pela Paróquia de S. João Baptista de Beijós, inesperadamente, teve que organizar o melhor que pode a distribuição daquelas roupas.
OS PRIMEIROS PASSOS
»»» Ciente de que poderia ser muito útil no Apoio Social aos mais desfavorecidos, tarefa que sempre desempenhou na DGH, o Nosso Querido Amigo Nascimento, procurou ajudar a criar em Beijós uma instituição que apoiasse os seus conterrâneos mais idosos.
»»» Apesar de se encontrar ainda emigrado na Alemanha, ele alimentava o desejo de criar em Beijós a instituição com que sonhara.
»»» Mesmo lá de longe, sempre foi desenvolvendo as iniciativas de Apoio Social, fazendo com que as Instituições quer portuguesas quer estrangeiras tivessem em consideração a sua e nossa Aldeia e distribuissem ali também algumas das suas dádivas.
»»» Regressado a Beijós definitivamente, no ano de 1984, logo se lançou em promover a criação de um espaço para que os idosos e os mais carenciados pudessem ser acarinhados e apoiados na sua alimentação, principalmente durante o dia.
(...//...)
By Willoughby
»»» Regressado a Beijós definitivamente, no ano de 1984, logo se lançou em promover a criação de um espaço para que os idosos e os mais carenciados pudessem ser acarinhados e apoiados na sua alimentação, principalmente durante o dia.
(...//...)
By Willoughby
Temática:-
Beijós,
Cáritas Paroquial de Beijós,
Gentes de Beijós,
História de Beijós,
Homenagens,
Notícias,
Solidariedade Social
sábado, agosto 29, 2009
JULGADO DE PAZ EM CARREGAL DO SAL

JULGADO DE PAZ »»» Notícia em "Farol da Nossa Terra"
" O Julgado de Paz de Agrupamento de concelhos de Carregal do Sal, Mangualde e Nelas foi inaugurado em 6 de Agosto de 2009 e fica situado no concelho de Carregal do Sal, na Rua de S. João de Deus (antigos Paços do Concelho).
Foi criado pelo Decreto-Lei nº 60/2009, de 4 de Março e o respectivo Regulamento interno aprovado pela Portaria nº 845/2009, de 5 de Agosto.
Resultante de um protocolo entre as respectivas Câmaras Municipais e o Ministério da Justiça, os Julgados de Paz são tribunais com competência para apreciar e decidir questões de natureza cível de valor não superior a €5.000 (cinco mil euros), abrangendo, as seguintes matérias, nomeadamente:
- Entrega de coisas móveis;
- Direitos e deveres de condóminos;
- Passagem forçada momentânea, escoamento natural de águas, obras defensivas das águas, abertura de janelas, portas, varandas e obras semelhantes;
- Posse, usucapião e acessão;
- Arrendamento urbano, exceptuando o despejo;
- Responsabilidade civil, contratual e extracontratual;
- Incumprimento de contratos e obrigações;
»»»» Pedidos de indemnização cível em virtude da prática de crime, quando não haja sido apresentada queixa ou havendo lugar a desistência de queixa, emergentes de:
- Ofensas corporais;
- Difamação;
- Injúria;
- Furto simples;
- Dano;
- Alteração de marcos e Burla para obtenção de alimentos, bebidas ou serviços.
»»»» Os conflitos poderão ser resolvidos por Mediação, se for essa a vontade das partes, com intervenção de um Mediador de Conflitos, ou por conciliação ou por Julgamento, estes últimos realizados pelo Juiz de Paz.
»»»» Poderão ainda ser resolvidos conflitos excluídos da competência do Julgado de Paz, por Mediação, mediante uma taxa de €25,00.
»»»» Nos Julgados de Paz as partes têm de comparecer pessoalmente mas poderão, querendo, ser assistidos por um advogado, advogado estagiário ou solicitador, sendo, em algumas situações, obrigatória a constituição de mandatário judicial.
»»»» O custo do processo é uma taxa única de €70,00 (com possibilidade de apoio judiciário), a cargo da parte vencida ou repartido entre o demandante e o demandado e o tempo de pendência média dos processos é muito reduzido: sessenta dias (desde a interposição até à decisão final).
»»» Nos Julgados de Paz não existem férias judiciais.
Endereço
Julgado de Paz de Carregal do Sal,
Rua São João de Deus
3430 - 055 CARREGAL DO SAL
Telefone: 232960455;
Fax: 232960459;
Horário:
Funcionamento - 09:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30 horas.
Atendimento - 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00 horas. (...) " »»» ]
Temática:-
Carregal do Sal,
Notícias
sábado, agosto 01, 2009
DE BEIJÓS > A LISBOA > Excursão I
UMA VIAGEM A LISBOA CHEIA DE CURIOSIDADE PARA VER OU REVER AQUILO QUE A NATUREZA NOS OFERECE E QUE EM BEIJÓS NÃO HÁ
Demos conta que os concelhos de Carregal do Sal e Nelas estavam bem representados.
Os nossos concidadãos viajaram para visitarem o OCEANÁRIO e o JARDIM ZOOLÓGICO. O tempo é sempre pouco, para se conseguir ver tanta coisa, quer num ou noutro lugar.
Para nós também seria saturante dar conta de toda a reportagem. Por isso voltaremos ao assunto com "Excursão II".
O entusiasmo era forte. Pena é que não se tenha proporcionado uma visita guiada, para que tudo aquilo que conseguiram ver fosse devidamente explicado.
Para ajuizarmos o interesse que a visita despertou em todos os nossos concidadãos, aqui deixamos as imagens do Oceanário e a zona envolvente, parte do espaço onde em 1998 se realizou a Exposição Internacional de Lisboa, incluindo a Gare do "Oriente".
Os nossos concidadãos viajaram para visitarem o OCEANÁRIO e o JARDIM ZOOLÓGICO. O tempo é sempre pouco, para se conseguir ver tanta coisa, quer num ou noutro lugar.
Para nós também seria saturante dar conta de toda a reportagem. Por isso voltaremos ao assunto com "Excursão II".
O entusiasmo era forte. Pena é que não se tenha proporcionado uma visita guiada, para que tudo aquilo que conseguiram ver fosse devidamente explicado.
Para ajuizarmos o interesse que a visita despertou em todos os nossos concidadãos, aqui deixamos as imagens do Oceanário e a zona envolvente, parte do espaço onde em 1998 se realizou a Exposição Internacional de Lisboa, incluindo a Gare do "Oriente".
terça-feira, julho 14, 2009
BEIJÓS E A OUTRA FACE DA FESTA
Pois!
O que há-de restar?
Lixo... e mais lixo!
Mas, analisando bem o espaço, somos levados a ajuizar melhor aquilo que, em festas assim... se passa.
A Juventude gosta!
O Moderno é o convívio é a cultura...
Claro que a Juventude tem necessidade de conviver...
Os mais velhos... que tiveram uma juventude bem diferente... sob o olhar atento dos pais, fossem rapazes ou raparigas... nem por isso se deixam convencer deste tipo de convivência.
O que anda por ali... para conviver... temos que beber... fumar... e... mais?
Mas conviver não haverá necessidade de se esconder...
Os plásticos nas ruínas das instalações do largar de azeite... que em determinado momento apresentámos... aqui, será que... deram para dormir de malhada?
Afinal... nos tempos que correm... tudo leva a crer que a humanidade está a tomar os hábitos dos outros animais... dormir em grupo... há menos frio... e curte-se melhor.
Mas é engraçado... com estas imagens concluímos que, para curtir... é necessário haver "um corte"... "um corte" que separe, que "corte" das vistas, que abrigue e que esconda.
Do espectáculo que uns fizeram e que outros viveram e que ainda outros curtiram... resta-nos outro espectáculo, porque já não conseguimos ver em directo a degradação humana no espaço e no tempo, vimos a degradação que resta no meio ambiente.
Agora, o proprietário do espaço que, segundo apurámos, gosta e consente que haja ali festivais, terá que limpar o lixo que lhe lá deixaram.
Por enquanto a GNR fica pelos acessos, à caça... Mas terá que arranjar mais um pouco de coragem e actuar mesmo naquele espaço, porque, certamente... terá caça mais grossa!
sábado, julho 11, 2009
BEIJÓS E A RUA DAS POLDRAS
RUA DAS POLDRAS
Os trabalhos para a pavimentação da Rua das Poldras, em Beijós,
já decorriam a bom rítmo, em 29 de Junho de 2009. 
Estamos certos de que, quando visitarmos novamente a nossa Aldeia, já tudo estará pronto.
Os acessos ao Poço das Poldras vão, seguramente, ficar melhores, principalmente para quem tiver de se deslocar de automóvel.
Estamos todos de parabéns, pelo trabalho desenvolvido pelas autarquias.
Temática:-
Beijós,
Notícias,
Obras públicas
domingo, julho 05, 2009
FORA DE BEIJÓS > SER CRIANÇA POR MOMENTOS
Deixarmo-nos envolver por crianças e sentir a adrenalina a subir, mesmo que seja por breves instantes é maravilhoso.
Dia 04 de Julho de 2009.
O Nosso Querido Amigo João, em Beijós, pelo S. João, alertou-nos para as comemorações dos 57º. Aniversário da Força Aérea Portuguesa, cujos festejos têm estado a decorrer na Base Aérea n.º 1, em Sintra.
Nós, filhos da casa, onde passámos 27 meses, nos anos 1966/67/68, tínhamos que ir matar saudades.
Em princípio gostaríamos de saber do programa, para comparecer no melhor momento.
Dia 04 de Julho de 2009.
O Nosso Querido Amigo João, em Beijós, pelo S. João, alertou-nos para as comemorações dos 57º. Aniversário da Força Aérea Portuguesa, cujos festejos têm estado a decorrer na Base Aérea n.º 1, em Sintra.
Nós, filhos da casa, onde passámos 27 meses, nos anos 1966/67/68, tínhamos que ir matar saudades.
Em princípio gostaríamos de saber do programa, para comparecer no melhor momento.
Qual melhor momento?
Concluímos que, estando ali, não nos restava outra alternativa senão aproveitar todos os momentos, porquanto não havia horários para exibições aeronáuticas.
Logo à entrada, o cenário de preencher papéis.
Fomos observar. Era o preenchimento do Termo de Responsabilidade, para quem queria voar.
Voar num Hércules C 130?
Já o tinha experimentado outrora em viagens para os Açores, mas agora, num voo de cerca de 20 minutos e, lá do alto, contemplar a frondosa e fresca área de Sintra... não podemos pensar duas vezes!
Alguém ali ao lado nos observa: "- O senhor vem sozinho?"
À resposta afirmativa, a mesma voz retorquiu: " - Está com sorte, porque consegue o Baptismo do voo da parte da manhã, coloque-se naquela fila que eu já vou ter consigo".
Isto é maravilhoso.
Sempre a caminhar em marcha acelerada.
Sempre a caminhar em marcha acelerada.
Ligámos à família a comunicar que íamos voar e fomos ocupando o nosso lugar na fila.
Abre-se uma porta.
Recolhem-se os documentos e o peitoral, sim porque aquela fitinha com um cartão que dependurámos ao pescoço e que dizia "VOO" tinha que regressar ao ponto de partida, para entregar aos próximos passageiros.
Recolhem-se os documentos e o peitoral, sim porque aquela fitinha com um cartão que dependurámos ao pescoço e que dizia "VOO" tinha que regressar ao ponto de partida, para entregar aos próximos passageiros.
Então, recomendaram-nos "- ... em duas filas, sigam-me para embarcar".
À nossa espera estava o C 130 "Hércules" com os motores a trabalhar, aguardando a nossa chegada para o último voo da parte da manhã.
Seguimos as instruções e, desviando-nos dos calores dos motores, lá nos dirigimos para a rampa da retaguarda, por onde entrámos.
Que bom sentir e recordar novamente o cheiro da JP4 que aquele monstro estava a queimar.
Sentámo-nos naqueles bancos improvisados de tiras de fibra, multicolor, idênticos aos que outrora nos suportaram durante duas horas e meia, em cada viagem, para aquele magnífico arquipélago.
Grande expectativa.
Parecia que estávamos noutro mundo.
Mas tudo muito real.
Parecia que estávamos noutro mundo.
Mas tudo muito real.
Olhamos à nossa volta e foi tão bom comungar da alegria e da felicidade da pequenada que nos rodeava, acompanhada dos familiares.
Depois de passado o momento da descolagem, chamaram-nos para uma visita aos pilotos, instalados e muito atentos, na sua cabine.
Deu para colher as melhores imagens que, então, observámos.
Por pouco tempo, porque, naquele local, tínhamos que nos revezar de momento a momento, porque outros aguardavam que nós lhes cedêssemos o espaço.
Por pouco tempo, porque, naquele local, tínhamos que nos revezar de momento a momento, porque outros aguardavam que nós lhes cedêssemos o espaço.
Valeu a pena!
Há momentos que não se podem perder, porque hoje já não volta e, amanhã é outro dia.
Há momentos que não se podem perder, porque hoje já não volta e, amanhã é outro dia.
Temos que aproveitar todas as oportunidades, naquele instante... porque, deixando passar o tempo e as ocasiões, aquilo que devíamos fazer, naquele momento, que já passou, já não pode ser feito.

Logo nos entregaram o certificado do Baptismo do Voo»»»
Temática:-
Aviões,
Comemorações,
Cultura,
FAP,
Liberdade,
Museus,
Notícias,
Relacionamento humano,
Sintra,
Sociedade,
Viagens
segunda-feira, junho 08, 2009
BEIJÓS E O ENCONTRO DE COROS INFANTIS DE ALVERCA DO RIBATEJO
Encontro de Coros Infantis de Alverca 


















(Fotos By A.A.A.)

No dia 01 de Maio de 2009
Pelas 16H00 - Concerto
Organização: Coro "Pueri Cantorum"
************************************
Coros Participantes:
» "Os Rouxinóis" - Paróquia do Cacém
» Coro do Santuário de Fátima
» Classe de Coro do Colégio José Álvaro Vidal
» Coro Infantil da Paróquia do Forte da Casa
» "Pueri Cantorum" - Paróquia de Alverca
Programa:
> Coro Pueri Cantorum
* Regina Caeli, Gregoriano
* Ave Maria, César Franck
* Panis Angelicus, César Franck
* Gloria Patri, Wolfram Menschick
# Direcção: Paula Faria
# Órgão: Tiago Oliveira
> Coro Infantil da Paróquia do Forte da Casa
* Deixai vir a mim as criancinhas, Frei Fabreti
* Rainha do Céu, Padre Joaquim
* Tu és a Glória de Sião, Borges de Sousa
* Mãe de Jesus, Maria, Padre Zezinho
* Eu vou feliz, Vitor Pereira
# Direcção: Laurinda Cardoso
> Classe de Coro do Colégio José Álvaro Vidal
* Cantate Domino, Taizé
* Viva Tutte le vezzose, Felice Giardini
* Beau Musicien, Anónimo
* Due pupille, W.A.Mozart
# Direcção: Paula Faria
# Piano: Tiago Oliveira
> Coro Infantil e Juvenil "OS ROUXINÓIS"
* This little light of mine (trad. espiritual) - arr. Ken Berg
* Sarasponda - arr.Ruth Boshkoff
* Ciclo de Canções "Aqui há bicho" - Carlos Garcia
* A cigarra e a formiga - Bocage
* O Grilo - Alexandre O'Neill
* O Caracol - Cabral do Nascimento
* O Menino Azul - Cecília Meireles
* As Borboletas - Vinicius de Moraes
* Gatos - Eugénio de Andrade
# Direcção: Ana Isabel Pereira
# Piano: Rodrigo Gomes
> Schola Cantorum Pastorinhos de Fátima
* Na Escolka de Maria (Ensinais-nos Pastorinhos) - João Marcos / Cristina Lameiro
* In Te, Domine - Paulo Lameiro
* Heaven is a Wonderful place - Espiritual
* Dreaming - Lorenz Maerhofer
* Sinner you know - Espiritual
* Sister Act - Mac Huff
# Direcção: Paulo Lameiro
****************************
» Vejamos as imagens dos Coros em Actuação:


















(Fotos By A.A.A.)
Este evento revela que há pessoas que se dedicam de alma e coração às causas da cultura.
É notório o empenho da Igreja, das Famílias e dos Músicos que dirigem os grupos de coros.
Estas actuações são fruto de muito trabalho e, por vezes, de muito sacrifício das pessoas envolvidas.
Há sempre uma recompensa... > "A satisfação do dever cumprido", perante a sociedade em que estamos inseridos.
Parabéns a todos os que se envolveram na realização de mais este Festival.
Subscrever:
Mensagens (Atom)