Espaço para uma boa caminhada.
É o ideal para quem ama a natureza. Para quem goste e queira ou tenha necessidade de fazer exercícios físicos e de esticar um pouco as pernas.
Com o oxigénio que ali se respira, seguramente que se regressa mais jovem.
Partindo de Beijós, da Estrada Nacional n.º 337, de junto da casa onde nasceu ANGELINA DE SOUSA MENDES, no Lugar d'Além, seguindo a Estrada da Ribeira, na margem esquerda do rio, para Poente da Aldeia, cerca de 01H00 depois, estará no local onde foram colhidas as imagens maravilhosas que ousamos apresentar:
















A outra face, virada para a ribeira.






mesmo edifício

Por elas saíam as águas em direcção à ribeira, depois de terem movido as mós.




Moinho abandonado.


Inferno do moinho anterior.




















Facilita o acesso das populações de Beijós, de Cabanas de Viriato e da Aldeia do Penedo, aos seus terrenos, que ainda cultivam em agricultura intensiva.






Espaço envolvente no leito da ribeira

Caminho que liga a Beijós pela margem direita da ribeira.
Acesso à Estrada que liga ao Peso, Carvalhal, Escravada e Tapada, pelo Bairro do Vale da Loba.
O local onde se situa este bairro, é um paraíso.
Não há grande poluição de automóveis, porquanto só passam por ali os tractores agrícolas e alguns automóveis, muito poucos, dos agricultores.
Outrora, foi habitado principalmente por moleiros. Eles tinham necessidade de estar mais perto dos seus moinhos que, seguramente, mantinham a trabalhar durante 24 horas por dia, para os vigiarem e lhes darem a devida assistência.
Entre os Moleiros que ali habitaram e que desempenharam a sua profissão naqueles moinhos, é justo realçar o nosso conterrâneo, JOÃO AUGUSTO LOUREIRO, já falecido, que também tinha moagem eléctrica em Cabanas de Viriato, em cuja vila exercia o seu mister, onde casou e residiu.
Segundo BEIJÓS-CINCO ALDEIAS apurou este espaço tem sido cobiçado por cidadãos estrangeiros, para restaurarem o casario, deveras degradado, para fins turísticos.
Além disso também apurámos que o espaço já vem sendo utilizado por determinados grupos de jovens, para fazerem os seus festivais musicais, onde permanecem acampados nos areais da ribeira, cuja presença, segundo consta, nem sempre é muito desejada.
Mais um lugar que desconheço mas que com toda a certeza irei descobrir em julho nas minhas férias.
ResponderEliminarHá uns anos, fui sózinha até à ribeira, atravessei a ponte "nova"
e descobri um souto temporão.
Consegui trazer para casa, isto nos primeiros dias de setembro,mais de 2 k de enormes castanhas num cesto artesanal feito com os fetos que abundam naquele lugar.
No Verão isto será ainda muito melhor do que na Páscoa de 2008, em que as árvores ainda estavam despidas.
ResponderEliminarEstou a fazer os meus planos para os meus pic-nics naquele local, lá para Junho ou Agosto.
Contudo, para completar, estou esperançado que alguém me vai ajudar a levar e a comer o farnel, ali, ao ar livre, debaixo daquelas árvores todas, junto da água daquele rio.
Também preciso de continuar a fazer as minhas pesquizas.
Vamos lá ver o que vai acontecer.
Também irei procurar estar lá nalgum daqueles festivais musicais, para apreciar o ambiente, de que me falaram.
Paraíso esquecido no isolamento do Mundo.
ResponderEliminarNada se passa em locais assim, se não for por lá o Homem (?).
Tudo se altera com a presença humana, principalmente quando alguém se propõe destruir aquilo que a natureza nos dá.
Não há dúvida que o local cativa a cobiça de estrangeiros que, seguramente, estarão na mira do turismo rural ou de habitação.
Tenho que fazer uma visita.
ResponderEliminarÉ local que não conheço.
Quem sabe o Beijokense nos brinde com uma caminhada para aqueles lados.
Bom trabalho do Beijós Cinco Aldeias.
António, estou em crer que o Beijokense também estará documentado sobre este local. Ele não deixa os seus créditos por mãos alheias.:)
ResponderEliminarQue lugar fantastico. Terei absolutamente que o visitar na proxima oportunidade. Parece que precisarei de um kilo de baterias extras para a camara fotografica.
ResponderEliminarEste lugar da' acesso a carros?
ResponderEliminarVillager, isto é um lugar maravilhoso.
ResponderEliminarEu descobri-o na Páscoa 2008, altura em estava muito frio e as árvores todas despidas.
Penso que nesta altura tudo começa a ficar diferente. Quando for para o S. João espero fotografá-lo já com outra vegetação, por isso muito mais agradável.
Estou convencido de que as merendas ali vão saber melhor em Junho.
Eu fui ali a pé. Recebi esta surpresa nas minhas caminhadas habituais. Podemos ir ali de automóvel, porque há estrada até lá a partir de Beijós, da Estrada da Ribeira a Sul do rio da Cordoira. Podemos entrar junto à ponte do ribeiro da azenha, na Casa que foi da família de Angelina de Sousa Mendes.
Também há estrada de automóvel para Cabanas de Viriato, que, segundo o que apurei dá acesso à Estrada do Sobral, junto do Lar Centro Social Profª Elisa Barros Silva.
ó António, a tua memória ainda consegue ser pior do que a minha!
ResponderEliminarTens, algures, fotografias deste sítio que tiraste há cerca de 19 anos (estava um pouco diferente, casas menos degradadas).
Ó Compadre será mesmo assim,
ResponderEliminaré possível,
Agora que falas nisso tenho uma vaga ideia de ter passado nesta ponte.
Mas, como já foi no século passado, até se entende.
No entanto está na altura de lá voltar.
:)