terça-feira, dezembro 30, 2008

DE BEIJÓS > A LISBOA - Museu de São Roque

Museu de São Roque


Terminadas as obras de restauração do edifício, abriu as suas portas ao público, com «Exposição Permanente»  e entradas gratuitas até ao dia 11 de Janeiro de 2009, o Museu de São Roque, em Lisboa, apresenta uma singular colecção de peças de «arte sacra», digna de ser visitada. 
BEIJÓS*CINCO ALDEIAS teve o prazer de visitar a exposição, cujas imagens irá procurar divulgar, e,  a todos os apreciadores desta arte, recomenda uma visita.  Garantimos que, como nós, quem por ali passar irá ficar deslumbrado pela beleza e riqueza de todos os artigos e quadros expostos. 
 «Edifício do Museu»
"O Museu de São Roque está instalado no espaço da antiga Casa Professa da Companhia de Jesus, em Lisboa, edifício contíguo à Igreja de São Roque. 

Abriu ao público em 1905 com a designação de «Museu do Tesouro da Capela de São João Baptista» em invocação da importante colecção de arte italiana que está na origem da sua criação. 
Na década de trinta o âmbito do museu foi alargado, passando este a exibir uma maior diversidade de peças, surgindo com a designação de «Museu de Arte Sacra de São Roque». 
Nos anos sessenta ganhou um novo sentido ao ser-lhe explicitamente associada a Igreja de São Roque, introduzindo-se, deste modo, o conceito de «Museu de Monumento». 
Já nos anos noventa procurou-se reforçar esta ligação através da criação de novos núcleos expositivos. 
Mais recentemente, o museu viu a sua área aumentar, o que permitiu diversificar o acervo em exposição e criar novas estruras de apoio. Tendo em vista reforçar a ligação museu/igreja, procedeu-se à recuperação de elementos arquitectónicos da antiga Casa Professa de São Roque como o claustro e zonas de passagem entre os dois espaços. "
 (1)«Imagem de São Roque»

 (**)«Tábuas da Vida e Lenda de São Roque». Jorge Leal/Cristóvão de Utreque (?), Portugal, c. 1520. Óleo sobre tela, inv. Pin. 52, Pin. 53, Pin. 55 e Pin. 56 . 
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"Ermida de São Roque

No contexto de um surto de peste que assolou Lisboa em 1505, o rei D. Manuel I (1495-1521) solicitou à República de Veneza uma relíquia de São Roque, cujos milagres em favor dos pestíferos eram populares na Europa Meridional. 

Em 1506 iniciou-se a construção de uma ermida para albergar a relíquia, num descampado, fora da muralha fernandina. 

O adro desta ermida viria a servir de cemitério das vítimas da peste. 

Por essa ocasião foi criada uma confraria com a invocação de São Roque, dotada de estatutos próprios, responsável  pela manutenção do culto ao santo e pela conservação da ermida. 

Da emida, mais tarde demolida para construir a Igreja e Casa Professa de São Roque, subsiste o conjunto de quatro (**) tábuas pintadas do seu retábulo, alusivas à vida e lenda de São Roque, duas lápides com inscrições e alguns vestígios de azulejos. Conserva-se, ainda a relíquia original de São Roque (1), solicitada  à República de Veneza." 
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segunda-feira, dezembro 29, 2008

DE BEIJÓS > A ÓBIDOS - Vila Natal

ÓBIDOS
Vila Natal

Iniciou-se este evento em 29 de Novembro de 2008 e irá encerrar a 04 de Janeiro de 2009.
Por isso aconselhamos a não deixar a visita para o fim...

É sempre agradável, em qualquer ocasião, fazer uma visita a Óbidos, mas, nesta época, não se poderá perder.
Tudo está muito bem conjugado, quer no interior das Igrejas, quer no exterior das muralhas da Vila.



À chegada já se formam longas filas para comprar os bilhetes, apesar de haver bilheteiras espalhadas junto do recinto.



Logo a seguir, nos acessos à entrada principal da muralha, foi estendida uma maravilhosa passadeira vermelha. Sinal de que Óbidos está em festa e sabe receber quem a visita.


Notámos que um dos nossos repórteres fotográficos andou a ser perseguido.

Foi bem apanhado, quando procurava fotografar mais de perto o Pai Natal conduzido pelas renas.






Os arcos e o átrio da entrada principal, anunciam o ambiente de festa tão acolhedor.

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domingo, dezembro 28, 2008

FESTA DA SAGRADA FAMÍLIA

Hoje, a Igreja Católica celebrou a Festa da Sagrada Família.
Nos tempos que correm, será bom realçar o papel da família na Sociedade, o qual tem vindo a ser muito esquecido. 
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Vejamos a Oração à Família que hoje foi cantada nas Igrejas de Portugal. 


Há Gestos que nunca mais esquecerão.  O Reverendo Padre Rocha teve a feliz ideia de chamar os casais que estivessem acompanhados dos filhos, durante as Celebrações, e, de casal em casal, abençoou directamente a família. 
Muito bonito a sensibiliza todo o público que assiste a estas Cerimónias. 


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quinta-feira, dezembro 25, 2008

DE BEIJÓS > A AVEIRO - Princesa Santa Joana

"Retrato da Princesa Santa Joana"
> Óleo S/Tela > Escola Portuguesa. Século XV (?) > Museu de Aveiro


 "Retrato da Princesa Santa Joana Com o Menino"
> Óleo S/Tela > Século XVIII > Museu de Aveiro


QUEM FOI A PRINCESA SANTA JOANA?


»»» "D. Joana «Princesa-Infanta» de Portugal, nasceu em Lisboa, em 6 de Fevereiro de 1452, filha de D. Afonso V e de D. Isabel .
A falta de sucessores à coroa levou a que fosse jurada princesa herdeira do reino, título que conservou ainda depois do nascimento do irmão, futuro rei D. João II. Aos dezoito anos assumiu por um tempo a regência, enquanto seu pai e irmão tomavam parte na Campanha de Arzila.
Com vinte anos deu entrada no Convento de Jesus, onde veio a falecer a 12 de Maio de 1490, tendo tomado o hábito, sem, contudo, ter sido autorizada a professar, em virtude da fragilidade da linha de sucessão, assente apenas no príncipe D. Afonso, filho único de D. João II, e da política de alianças tentada por este último através de vários projectos matrimoniais envolvendo a irmã.
A sua vocação religiosa impediu-a de aceitar várias propostas de casamento, entre as quais com as casas reinantes de França, Alemanha e Inglaterra.




  "Santa Joana Princesa" 
>> Madeira estofada, dourada com pedraria. Príncípios do Século XVIII. > Museu de Aveiro »






 A memória destas recusas é perpetuada na sua iconografia, materializada nas três coroas que se apresentam caídas a seus pés.
Foi beatificada dois séculos após a sua morte, sendo contudo invocada como Santa, principalmente em Aveiro, cidade da qual é padroeira.
Quer o Mosteiro de Jesus quer Aveiro ( à qual a princesa carinhosamente se referia como "a sua Lisboa a pequena"), cresceram partindo da presença marcante da Santa Joana, tendo a sua opção de vida cativado diversos artistas que, através dos seus méritos, a representaram como princesa da Corte ou religiosa dominicana, pintando-a sobre tábua, tela ou azulejo, esculpindo-a em Madeira ou moldando-a em barro..."
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quarta-feira, dezembro 24, 2008

EM BEIJÓS > AS COUVES PARA A CEIA DE NATAL

Estavamos nos primeiros dias de Novembro de 2008. Nos nossos percursos pelos caminhos da ribeira, encontrámos esta bela horta, no Terroal. 
Naquela altura pensámos que estas couves, pelo Natal,  iriam para a panela de alguns Beijosenses. 
Hoje, que é dia de couves, batatas e bacalhau, na ceia de muitos portugueses, quantos Beijosenses não irão deliciar-se com este tradicional prato, bem regado com o singular azeite da nossa Aldeia e acompanhado com o caseiro vinho do Dão...
Apesar de fazer muito frio por estes lados de Beijós, uns tintos, umas geropigas... e mais algumas bebidas, consumidos próximos de uma boa lareira, não haverá gelo que meta medo a qualquer Beijosense. 

Salvo erro essa horta será do nosso Querido Amigo Armindo do Aristides, ele que nos desculpe, mas não temos outra forma de o identificar. 
Parabéns pela horta, com votos de que tenha muita saúde para consumir as couves, com a família e os amigos. 

domingo, dezembro 21, 2008

ANIVERSARIANTES > Beijós



Hoje, é um dia muito especial para a Nossa Querida Amiga Anabela Abrantes do Amaral, nascida a 21 de Dezembro de 1972. 

BEIJÓS*CINCO ALDEIAS envia-lhe os mais sinceros parabéns, com votos de que continue a festejar este dia durante muitas dezenas de anos, com votos de que todos os seus amigos continuem a participar na contagem e nas comemorações dos seus aniversários. 
 

sábado, dezembro 20, 2008

DE BEIJÓS > A ANGOLA - Presidência da OPEP

Angola assume presidência da OPEP em JaneiroImprimirE-mail
Fonte: Angola Press - Editado por AD   
Friday, 19 December 2008
ImageA República de Angola vai assumir a presidência da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) em Janeiro de 2009, embora a passagem formal do testemunho tenha sido feita quarta-feira, em Oran, na Argélia.

A informação foi dada pelo ministro angolano dos Petróleos, José Maria Botelho de Vasconcelos, quando, no final da 151.ª conferência da Opep, falava sobre os aspectos analisados na reunião que durou oito horas.

“Isto deve-se as regras seguidas pela organização nesses casos”, disse o próximo presidente da organização por Angola, que terá o Equador na vice-presidência.

No quadro da sua política de redução gradual da produção para elevar o preço do petróleo, o governante informou que o cartel vai proceder a mais um corte, desta vez, de dois milhões e 200 barris/dia, a partir de 1 de Janeiro de 2009.

Referiu que os membros da Opep estão empenhados em atingir um ponto de equilíbrio em que o mercado possa reagir favoravelmente e chegar a um preço que satisfaça a todos.

Segundo afirmou, a organização tem vindo a reunir desde o mês de Setembro deste ano. Em Outubro os membros concordaram um corte na produção diária na ordem de 1, 5 barris/dia.
No total, disse, o cartel propõe-se em reduzir a sua produção para 4 milhões e 200 mil barris/dia.

Nesse processo, segundo o ministro dos Petróleos, Angola que já tinha um corte de 1 milhão e 900 mil barris por dia, vai reduzir ainda mais, na sua produção diária, 99 mil até final deste ano.

O governante realçou que, em função da nova realidade, Angola vai reduzir, na sua produção quotidiana, 145 mil barris, totalizando uma média diária de 244 mil barris.

Com base nesse quadro, disse que a nível do país vai ser feito um ajuste com a Sonangol (Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola) e companhias parceiras para estabelecer um plano de produção que corresponda aos compromissos assumidos com a organização.

As reservas petrolíferas de Angola estão estimadas em 12,5 mil milhões de barris. Em 2007, o sector petrolífero do país representou 90 por cento das exportações e metade do PIB (Produto Interno Bruto), sendo responsável por 80 por cento das suas receitas.

Última Actualização ( Friday, 19 December 2008 )
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Angola define 70 dólares como objectivo da OPEP para preço do barrilImprimirE-mail
Fonte: Jornal de Angola - Editado por AD   
Wednesday, 17 December 2008
ImageAngola, que assume hoje, quarta-feira, a presidência da Oganização de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), define os 70 dólares como objectivo mínimo para o preço do barril de petróleo, cerca de um terço acima da cotação actual.

Para inverter a tendência de descida do preço, afirmou o ministro angolano do Petróleo, Botelho de Vasconcelos, será necessário um novo corte de produção, que pode atingir os dois milhões de barris diários.

"Não sabemos ainda quanto vai ser cortado, possivelmente ficará entre 1,5 a 2 milhões de barris/dia, dependendo da concertação entre os países membros", afirmou o ministro angolano, citado pela Angop no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro.
"É consensual entre os países-membros que um preço de 70 a 75 dólares por barril é satisfatório", adiantou.

O cartel petrolífero, que representa cerca de 40 por cento da produção petrolífera mundial, reúne-se extraordinariamente esta quarta-feira em Orão, Argélia.
O preço do barril de petróleo está 70 por cento abaixo do recorde de Julho deste ano, 147,27 dólares.

Na segunda-feira, o preço barril tocou nos 50 dólares, depois de o secretário-geral da OPEP ter afirmado que é necessário um corte "bastante grande" da produção.

sexta-feira, dezembro 19, 2008

BEIJÓS > NA ROTA DO SAL

Carregal do Sal, segundo consta, terá crescido à volta de armazéns de Sal (Salinas), de onde lhe provém o nome. 
BEIJÓS*CINCO ALDEIAS, no sentido de aprofundar a história e as origens da Vila de Carregal do Sal, dispôs-se a pesquisar a rota do Sal, no caminho da Beira Alta. 

Durante as nossas investigações, tivemos alguns relatos do percurso do Sal, desde as origens. 
Diligenciámos junto do Museu do Sal da Figueira da Foz, mas  não conseguimos qualquer referência à saída do Sal daquela cidade, rumo à Beira Alta, via Carregal do Sal. 
Talvez isso não tenha muita relevância para aquele Museu, foi o que concluímos
Todavia, entre os vários relatos que conseguimos, merece-nos especial destaque o que obtivemos do Nosso Querido Amigo, António Borges Silvestre, nascido a 22 de Agosto de 1917, de Cabanas de Viriato. 
Este Nosso amigo, marcado pelas muitas vicissitudes ao longo da sua vida, fez-nos a maravilhosa descrição da movimentação do sal, dos bois e dos respectivos boieiros, numa luta contínua, nos trajectos de ida e volta, entre o Porto da Raiva e a fronteira com a Espanha. 
O fabuloso relato que nos faz que, até prova em contrário, temos como real, pela sua importância, para aprofundar a História do nosso concelho,  não podemos deixar de difundir. 

Então vejamos:- 

"- No tempo em que o sal era o ouro da Terra, algum vinha das marinhas de Aveiro, em barcos,  por mar. 
Outro vinha directamente das marinhas da Figueira da Foz, também em barcos.  Os barcos subiam o Rio Mondego, até ao Porto de Raiva,  freguesia de Oliveira do Mondego, concelho de Penacova, distrito de Coimbra. 
Este Porto terá sido muito importante, para escoamento das mercadorias que circulavam pelo Rio Mondego, entre esta localidade e a Figueira da Foz, passando por Coimbra.   
**** 
Esta versão conseguimos confirmar no site da Junta da Freguesia de Oliveira do Mondego, cuja nota transcrevemos:
«  ...A barragem fica situada no meandro da Raiva, o maior do Mondego, onde o rio percorre 7.670 metros entre dois pontos que distam entre si 760 metros. Aqui se situa também o Porto da Raiva, outrora muito importante e que no séc. XIX seria o porto mais importante do Mondego a montante de Coimbra....»
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Então, continuando: 
- No Porto da Raiva havia carros de bois afectos somente ao transporte do Sal. 

O transporte funcionava como uma espécie de Mala-Posta.

Quer dizer:>> Os carros eram carregados no Porto da Raiva e faziam o trajecto até à Guarda, via Mangualde. 
Abasteciam as salinas do Carregal, que servia de interposto. Mas parte dos carros seguiam cheios até à Guarda com destino a Espanha. 
Então, essa mala-posta do Sal, tinha vários locais de paragem e de rendição das juntas dos bois e dos respectivos condutores, que só percorriam determinado trajecto. 
Quando chegavam a esse local, os bois e os boieiros eram substiuidos por outros animais e respectivos condutores,  que os aguardavam e que, atrelando os mesmos carros carregados que já vinham do Porto da Raiva, continuavam a viagem até outro ponto mais adiante, onde faziam nova substituição de bois e condutores e prosseguiam, e assim, sucessivamente, até atingirem a Fronteira com a Espanha. 
 As juntas de bois e os boieiros rendidos descansavam o tempo necessário. Recebiam os carros vazios e faziam o trajecto inverso, sendo rendidos por outros, noutros locais, até que,  assim,  chegavam ao Porto da Raiva, para recarregarem e seguirem novamente cheios, até aos interpostos de rendição.
O Sal, então, pensamos que muito antes de terem sido criados os caminhos de ferro, fazia o trajecto por caminhos sinuosos, transportado nos carros de bois, a caminho da Espanha."
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Esperamos poder voltar a este tema, logo que consigamos obter outros relatos. Contudo, para que conste, acolhemos de bom agrado todos os conhecimentos que os nossos Queridos leitores possam fazer chegar até nós.     

quinta-feira, dezembro 18, 2008

TRADIÇÕES DE BEIJÓS > Cantares das Janeiras 2009

É com muita alegria que vemos muitos Beijosenses entusiasmados, para cantar as Janeiras, pelas Ruas da nossa Aldeia.  
Normalmente, algumas ofertas que possam angariar destinam-se às Instituições de Solidariedade Social, ou para a Igreja.
Ainda não está definido a quem irão entregar as Ofertas de 2009, mas, dado que é gente de bem, tudo pessoas idóneas, não nos vamos preocupar muito com isso, porque, a seu tempo, o Grupo se decidirá e, estamos certos, que bem. 
Vamos colaborar. 
São só cinco figos, também não será assim tão difícil arranjá-los, apesar de ter havido poucos em 2008 e o Sol também não ter colaborado tanto quanto se pretendia. 
Que Deus dê Saúde e ânimo, a todos os Beijosenses que se entregam a estas iniciativas e, igualmente, para todos os outros que se disponibilizam para colaborar. 

Desta vez terá que haver maior motivação. 
O Grupo de Cantares terá que afinar as suas fozes e mobilizar toda a gente para os acompanhar, nos novos versos, que irão ser cantados pela primeira vez em 2009. 

Quer a letra, quer a música são contagiantes e, estamos certos, que muita gente irá estar nestes grupos. 

Apesar de já os termos difundido, repetimo-los aqui, para que possam ser consultados com maior facilidade. 


Vejamos:


AMOR E PAZ 

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Refrão I
**

O Sol é ouro, 
A Lua Prata, 
Vimos às Janeiras, 
Que o frio mata; 

**

E se houver bebida, 
Vamos aquecer, 
Deixando alegria, 
A quem nos as der. 

........................................................

Refrão II
**

Só cinco figos, 
Nos chegarão, 
Não somos mendigos, 
É a tradição;
**
Se os não tiver, 
Haja alegria, 
Venha conviver, 
Dê-nos simpatia. 
..........................................................................

I Parte

(Refrão I)

O Sr. F...
Venha daí por favor, 
A Mensagem que trazemos
«Já Nasceu o Salvador»; 
**
Ó Dª. F....
Venha até nós também, 
Nasceu o Deus Menino
«Nossa Senhora foi Mãe». 
...............................
(Refrão II)
.....................................................................................

Não se inquietem, 
Deixem mesa posta, 
Não comemos nem bebemos, 
Mas vimos ver da resposta; 
**
Todos Juntos nós iremos, 
Rua-a-rua, porta-a-porta, 
A tradição cumpriremos, 
O convívio é que importa. 
...........................................................

(Refrão I)

Hoje, aqui viemos nós, 
Amanhã, são nossos filhos, 
Ontem,  os nossos Avós,
Percorreram estes trilhos; 
**
Vivamos hoje, 
Esta certeza que temos, 
O tempo depressa foge, 
Amanhã, já não estaremos. 

(Refrão I)  »»»» Bis »»»»»» Bis... até atenderem....

...................................................................................
Parte II

(Para Cumprimentar as pessoas e despedir)

(Refrão I)

Procuremos dar a mão, 
Vivermos em amizade,  
Em fraterna união, 
Temos mais felicidade; 
**
Obrigado meus senhores, 
Pela vossa simpatia, 
Conseguimos mais valores, 
Com a vossa companhia. 

...................................
(Refrão I)

A outra porta vamos bater, 
Que se abra par-em-par, 
Para as janeiras recolher, 
E  para os donos saudar;
**
Deus vos dê muita saúde, 
Muita paz e alegria, 
Esquecendo a inquietude, 
Melhorarão cada dia. 

(Refrão I)
.........................................................................
By Willoughby
 (Foto de Isabel Teixeira)

« Agora já poderá cantar as Janeiras com os Beijosenses, bastará acompanhar a voz do Nosso Querido Amigo Willoughby e repetir todas as quadras ao som do tom que ele nos indica...
No dia 06.JAN., dia de Réis, tradicionalmente,  é o último dia de Janeiras em Beijós.» 

segunda-feira, dezembro 15, 2008

DE BEIJÓS > A QUINTELA > Nossa Senhora da Lapa

Com Santuário na Serra da Lapa, freguesia de Quintela, concelho de Sernancelhe, Distrito de Viseu,  é um dos locais de culto popular mais visitado naquela área.

 
Aqui apresentamos o Santuário da Nossa Senhora da Lapa e o espaço envolvente.  
Valerá a pena aqui recordar a História da Nossa Senhora da Lapa e da Pastorinha Joana. 
 
Colégio construído pelo Jesuítas e aqui,  nos primeiros passos para uma carreira Eclesiástica,  estudou, o escritor,  Aquilino Ribeiro. O escritor, perante as adversidades de que foi alvo,  terá continuado os seus estudos na Universidade Sorbonne - Paris.  

Três cruzeiros, situados a Nascente do Santuário. Ficam na retaguarda da Capelinha. Pelo que nos é dado  perceber, aqui, ao ar livre,  se realizam as cerimónias da Páscoa Católica, cujas tradições deverão ter longa história. 



Por um arruamento a Nascente do Santuário, há acessos à nascente do Rio Vouga. 

O Centenário Pelourinho. Há naquela área belíssimos monumentos  que vale a pena admirar.
Do riquíssimo interior do Santuário, iremos procurar falar numa outra oportunidade, difundindo as invulgares imagens que ostenta. 
É um passeio que se recomenda.